Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Ayumi
O sol da manhã iluminava suavemente a mansão enquanto eu terminava de me arrumar para sair. Sasuke estava ao telefone, a expressão carregada pela tensão de um imprevisto na HikariTech. Ele insistira que me acompanharia ao check-up, mas agora era impossível.
Peguei minha bolsa e me aproximei dele, pousando uma das mãos em seu ombro. Ele suspirou pesadamente antes de se virar para mim.
— Eu queria ir com você. — Seus olhos escuros analisavam meu rosto com preocupação.
— Está tudo bem, amor. Eu só vou fazer os exames e volto para casa. — Sorri para tranquilizá-lo, mas ele não parecia convencido.
— Me mande mensagem assim que terminar. — Ele segurou minha cintura, me puxando para um beijo demorado. — Não gosto da ideia de você indo sozinha.
— Sasuke, eu só vou a uma consulta, não para a guerra. — Brinquei, tentando aliviar a tensão.
Ele ainda me encarou com aquele olhar que dizia claramente que não gostava daquilo, mas acabou assentindo. Peguei as chaves do carro e saí da mansão, sentindo um leve mal-estar, mas ignorei. Desde a viagem, minha saúde andava instável, e talvez os exames trouxessem alguma resposta.
Na clínica, tudo correu como esperado. Exames de rotina, um pouco de espera, mas nada fora do comum. Peguei os resultados lacrados e decidi que abriria apenas com Sasuke. Se havia algo a ser descoberto, queria que fosse ao lado dele.
Peguei o celular enquanto caminhava pelo estacionamento:
Eu:
"Exames feitos. Peguei os resultados, mas só vou abrir com você."
Sasuke:
"Boa garota. Estou contando os minutos para te ver. Como você está?"
Eu:
"Bem. Só um pouco enjoada, mas nada demais."
Sasuke:
"Isso não me tranquiliza. Volte logo para casa."
Sorri ao ler sua mensagem. Sasuke sempre tão mandão, tão protetor.
Guardei o celular na bolsa e destravei o carro. Mas antes que eu pudesse abrir a porta, um vulto surgiu ao meu lado. Grande. Rápido. O cheiro forte de cigarro e suor me atingiu segundos antes de sentir um puxão bruto no braço.
— O quê—
A frase morreu na minha garganta quando uma dor aguda explodiu em minha cabeça. Tudo ficou turvo, meu corpo perdeu a força, e a última coisa que ouvi antes de desmaiar foi o som do papel dos exames caindo no asfalto.
O chão frio e áspero sob meus joelhos foi a primeira coisa que senti ao recobrar a consciência. Meus pulsos estavam amarrados com força contra a pilastra fria, e cada movimento só fazia as amarras cortarem ainda mais minha pele. Meu corpo estava fraco, tonto, e a náusea era insuportável. Um gosto amargo de bile subiu à minha garganta, e antes que eu pudesse evitar, vomitei ali mesmo, o cheiro azedo se misturando ao ambiente úmido e sujo.