Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Sasuke
Eu esta impressionado, como aquela garota fez um excelente boquete sem ter nenhuma experiencia. Eu fiquei extasiado. Sem hesitar, ela subiu em meu colo, se acomodando devagar sobre meu pau, que instantaneamente ficou duro. Nossos lábios se encontraram em um beijo profundo, marcado por uma mistura de tesão e vontade, a língua dela adentrava minha boca, me fazendo sentir o meu próprio gosto. Aos poucos ela foi sentando e eu fui me encaixando dentro dela, mesmo com a dificuldade, mas agora parecia ser mais fácil.
- Uau.. tio... seu pau é uma delicia.- ela sussurrou entre o beijo, um elogio que me fez sorrir, orgulhoso, mas também ansioso.
— Tenha calma... — sussurrei, a voz baixa. — Senta devagar, ele tanto pode te machucar como pode te dar prazer, sobrinha... você sente isso, não é?
- Sim... ah...- Ela rebolou, e eu entrei fundo nela, sentindo sua umidade e calor.
Ela era incrívelmente gostosa, a forma que a buceta dela me apertava, era uma senção de estar em outro mundo. E, ela estava descobrindo um caminho de prazer, ela sentava com tanta vontade, os seios dela dançavam em meu rosto, me deixando hipnotizado, enquanto ela gemia manhosa sentindo tudo dentro dela. Após várias sentadas, era minha vez. De fodê-la como eu imaginei. Ergui suas pernas em meus ombros e me levantei com ela, aquela posição era tentadora, ela ficava toda aberta para mim, Ayumi por ser leve ficava facil para mim meter nela sem dificuldade. Era nova a sensaçao pra mim pois nunca havia feito naquela posição. Eu me encaixei deliciosamente dentro dela. Suas mão seguravam firme minha nuca, apertatando.
Caminhei em direção as escadas e subi com ela, parando entre um degrau e outro para estocar dentro dela. Naquela noite eu iria fazer de tal forma que nunca esqueceria, nem ela e nem eu mesmo.
Ayumi
Meu tio estava determinado a acabar comigo, e eu estava adorando a ideia. A forma que eu estava exposta para ele, nossa conexão incrívelmente profunda. Ele caminhou até o quarto onde eu estava instalada, e transamos de tantas formas possíveis. Naquela noite, ele realmente não parou, explorando cada canto do quarto, e de mim e cada limite que eu sequer sabia que tinha. Eu o via, incansável, com uma determinação e um desejo que me deixavam sem ar. Com cada estocada e cada suspiro, ele parecia querer gravar em mim uma memória que eu nunca esqueceria. Entrelaçada a ele, nossos corpos exaustos, mas ainda conectados, eu sentia uma mistura de satisfação e de um cansaço prazeroso, como se o tempo tivesse parado.
Por fim, nos deixamos cair sobre a cama, e ele me puxou para perto, me envolvendo em seus braços como se o mundo pudesse desmoronar lá fora e ainda assim estaríamos ali, juntos, naquele momento.
Sasuke
Ao despertar, vi Ayumi ainda adormecida, de bruços, a pele nua iluminada pela luz suave da manhã. Era quase impossível desviar o olhar da forma que seu corpo nu moldava-se contra os lençóis, um convite silencioso e irresistível. Aquela visão, porém, me trouxe uma onda de pensamentos que eu não esperava.
"Sasuke, o que está acontecendo com você? " A pergunta ecoava na minha mente, uma batalha entre a razão e o impulso que, por algum motivo, aquela garota despertava em mim. Como meu corpo e minha mente me traíram assim, me fazendo ceder ao desejo tão intensamente? Sentia meu coração acelerar, uma sensação de inquietação e... algo mais. Algo que me pegava desprevenido, que fazia meu peito apertar de uma forma que eu há muito desconhecia.
Essa garota insolente, com sua ousadia, tinha reacendido algo em mim. Há muito tempo eu não me entregava e transava dessa forma, e talvez nunca tivesse sentido uma conexão tão crua e recíproca, onde desejo e vontade se misturavam. Ela trazia à tona uma intensidade que queimava, um fogo que eu pensava estar extinto.
Me levantei, indo até o banheiro para lavar o rosto, tentando escapar um pouco desses pensamentos confusos. Enquanto a água caía sobre mim, deixei que as memórias da noite anterior fluíssem — o toque dela, os olhares, a entrega, seu corpo entregue ao meu. Ainda imerso nos pensamentos, percebi que talvez essa garota estivesse causando mais em mim do que eu estava disposto a admitir.
Desci as escadas lentamente, o silêncio da casa me envolvia como uma capa estranha, quase desconfortável. Havia algo de novo, algo que eu não reconhecia completamente. O ambiente estava calmo, pacífico, e isso era tão distante da nossa transa da noite passada. Eu não estava acostumado a isso. Não estava acostumado a sentir uma tranquilidade como essa.
Comecei a preparar o café da manhã, movendo-me com mais calma do que o habitual, como se, de alguma forma, o ritmo da casa tivesse mudado junto comigo. O aroma do café se espalhou pelo ar, preenchendo a cozinha com um calor suave. Fiquei ali por alguns minutos, apenas observando a água borbulhar e o grão de café se misturar com a água quente, como se a simples ação de preparar algo fosse uma forma de preencher o vazio crescente dentro de mim.
O silêncio era confortável, mas também carregava algo de inquietante. Algo que eu não conseguia identificar, mas que me incomodava de forma inesperada. Cada passo que eu dava parecia fazer o tempo passar mais devagar, como se fosse uma pausa, uma suspensão no curso natural das coisas.
Enquanto mexia no café, pensei em Ayumi, ainda adormecida lá em cima. Eu não sabia o que pensar sobre o que aconteceu entre nós, nem o que isso significava para ela, ou para mim. Mas, de algum jeito, tudo estava mais quieto agora, como se algo tivesse mudado.