Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Ayumi
A tarde no spa foi exatamente o que precisávamos para recuperar as energias—ou, pelo menos, fingir que estávamos descansando. Sasuke e eu fomos recebidos com um ambiente tranquilo, onde o aroma de óleos essenciais planava no ar, misturando-se com o som suave de águas correntes e música relaxante.
Deitei-me na maca de massagem, sentindo os dedos habilidosos da massagista percorrerem meu corpo, aliviando a tensão acumulada. Mas mesmo naquele momento de relaxamento, minha mente voltava para a noite anterior... e para as promessas sexuais silenciosas que o toque de Sasuke me fazia.
Ele estava na maca ao lado, mas meu olhar encontrou o dele no reflexo do espelho à nossa frente. Os olhos escuros me observavam com intensidade, um sorriso discreto curvando seus lábios.
— Não adianta me olhar assim— murmurei baixinho, a voz arrastada pelo relaxamento.
Ele ergueu uma sobrancelha, divertindo-se.
— Assim como?
— Como se já estivesse planejando outra coisa para essa noite.
O sorriso dele se alargou.
— Mas eu estou.
Meu corpo arrepiou, e tive que desviar o olhar antes que o calor tomasse conta de mim ali mesmo, na frente de todos.
Quando as massagens terminaram, seguimos para a piscina termal privativa, onde ficamos imersos na água quente, envoltos em um silêncio confortável. Sasuke puxou-me para perto, e eu deitei a cabeça em seu ombro, sentindo o tempo desacelerar ao nosso redor.
— Eu queria que essa lua de mel durasse para sempre — confessei, deslizando os dedos preguiçosamente pela água.
Ele beijou minha têmpora, seus braços me envolvendo de maneira possessiva.
— Não precisa acabar tão cedo. Podemos estender mais uns dias — sugeriu.
Sorri, embora soubesse que logo precisaríamos voltar.
— Se ficarmos muito tempo longe, a HikariTech pode declarar estado de emergência.
Ele riu baixo, o peito vibrando contra minhas costas.
— Nosso pessoal jamais permitiria isso. A única coisa que me importa agora é você.
Suspirei, fechando os olhos, saboreando aquele momento de paz ao lado dele.
...
À noite, Sasuke me surpreendeu com um jantar romântico à beira-mar. O restaurante ficava em um deque sobre a água, iluminado apenas por lanternas de papel que tremulavam ao vento. O som das ondas quebrando contra a costa e o aroma das flores ao nosso redor tornavam o ambiente perfeito.
Ele puxou a cadeira para mim antes de se sentar, sempre elegante e irresistível, com a camisa social escura levemente aberta no pescoço, revelando um vislumbre tentador da pele que eu havia marcado com meus lábios e unhas na noite passada.
O garçom serviu vinho, e brindamos, nossos olhares se encontrando sobre as taças.
— Você está linda — Sasuke elogiou, o olhar deslizando por meu vestido justo, de um vermelho profundo que ele mesmo escolheu para mim naquela manhã.
— Você diz isso toda vez que me vê arrumada— brinquei.
Ele inclinou-se sobre a mesa, a voz baixa e carregada de segundas intenções.
— Porque toda vez que eu te vejo assim, só penso em arrancar cada peça de roupa do seu corpo.
Minha pele queimou com a confissão descarada, e precisei desviar o olhar antes que ele percebesse o efeito sobre mim.
A comida foi servida, e enquanto conversávamos sobre momentos passados e planos futuros, percebi o quanto estávamos realmente felizes. Tudo que passamos até ali, todas as barreiras, as lutas, o medo... tudo parecia ter valido a pena.
Após o jantar, fizemos uma caminhada lenta pela ilha. A lua refletia sobre a água, e a brisa noturna trazia o cheiro de sal e areia.
Sasuke segurou minha mão, entrelaçando nossos dedos, e em um impulso, puxei-o para perto, envolvendo meus braços em sua cintura.
— Obrigada por me trazer para cá— sussurrei contra seu peito.
Ele passou a mão pelos meus cabelos, um carinho leve e reconfortante.
— Eu te levaria para qualquer lugar do mundo que desejasse, Ayumi.—
Fechei os olhos, absorvendo suas palavras, mas logo um incômodo estranho começou a subir por minha garganta. Meu estômago revirou repentinamente, e tive que me afastar dele com urgência.
— Amor, você está bem?— Sasuke perguntou, alarmado.
Balancei a cabeça, levando uma das mãos à boca enquanto a náusea me dominava.
— Eu... acho que o vinho não caiu muito bem.
Ele franziu o cenho, claramente preocupado.
— Isso já aconteceu antes, lembra? Você tem certeza que é só o vinho?
Engoli em seco, tentando me recompor. Ele estava certo. Essa não era a primeira vez que eu me sentia assim. Mas talvez fosse apenas cansaço, ou a intensidade das últimas noites.
— Não se preocupa, deve ser só o clima.
Sasuke não pareceu convencido, mas não insistiu. Apenas me puxou contra si e beijou minha testa.
— Se continuar assim, vamos a um médico quando voltarmos para Konoha.
Assenti, mesmo sem saber se queria descobrir o motivo daquela sensação estranha.
...
Os últimos dias da lua de mel passaram como um sonho. Mais passeios, mais noites intensas e sorrisos trocados ao amanhecer. Era uma bolha de felicidade que eu queria manter para sempre.
Mas logo o décimo dia chegou, e com ele, a inevitável despedida daquele paraíso.
No aeroporto, Sasuke segurava minha mão firme enquanto embarcávamos no avião particular que nos levaria de volta para casa. Eu olhei pela janela enquanto a ilha ficava para trás, sentindo um aperto no peito.
— Acho que já estou com saudade. — Confessei.
Sasuke deslizou um braço ao redor dos meus ombros, puxando-me para perto.
— Não importa onde estivermos, Ayumi. Enquanto estivermos juntos, sempre será especial.
Sorri, encostando a cabeça em seu ombro, e deixei o cansaço me levar.
Mal sabia eu que, ao voltar para Konoha, minha vida estava prestes a mudar completamente.