Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Sasuke
A raiva queimava dentro de mim, crescendo a cada segundo. Como aquele desgraçado teve coragem de dizer aquilo? Eu não admitiria, não deixaria barato. Minha vontade era de voltar lá e acabar com ele, mas Ayumi me puxou com força para o carro, e foi só ao olhar para ela que me dei conta do medo em seus olhos.
Ela me conhecia bem o suficiente para saber que eu estava a um passo de perder o controle. Sua voz, sempre calma e suave, foi o que me trouxe de volta.
- Sasuke, calma. Vamos sair daqui. - Ela falou com firmeza, mas também com uma doçura que parecia ser feita sob medida para me conter.
Parei, mesmo contra todos os instintos que me pediam para voltar e acertar aquele imbecil mais uma vez. Respirei fundo, mas ainda assim, não conseguia apagar a raiva que dominava meu peito.
- Ele encostou em você? - Perguntei, minha voz rouca de tanta tensão, enquanto segurava o rosto dela com as mãos. Meu olhar buscava qualquer sinal de que ele tivesse ido além das palavras. Minha respiração era descompassada, meus olhos presos aos dela.
- Não. Não aconteceu nada, Sasuke. - Ela respondeu de imediato, sua voz baixa, mas firme.
Mas isso não me acalmava. As palavras dele ecoavam na minha cabeça como uma maldição. Eu sabia o que tinha acontecido.
- Ele te ofereceu dinheiro para dormir com ele. Isso já é suficiente. Aconteceu sim, Ayumi. Ele te desrespeitou.
Ela suspirou, passando as mãos nos cabelos enquanto tentava me fazer ouvir razão.
- Sasuke, o que importa é que você sabe quem eu sou. Você me conhece. Eu nunca aceitaria algo assim, nem em um milhão de anos. O que ele pensa não tem valor. Agora, por favor, fica calmo e dirige. Vamos para algum lugar, longe daqui.
Fechei os olhos por um instante, tentando respirar fundo. As palavras dela eram verdade, e isso me ajudava a recuperar o controle, ainda que lentamente.
- Vamos. - Respondi, com a mandíbula ainda tensa. Já estava no carro, ligando o motor com um movimento brusco.
Pisei no acelerador assim que saímos daquele maldito lugar. Meu corpo ainda estava rígido, o volante quase quebrando entre meus dedos de tanto que o apertava.
Eu dirigiria a noite toda, se fosse preciso. Eu precisava esfriar a cabeça, e talvez só parasse quando chegássemos em Konoha. A raiva ainda fervilhava dentro de mim, mas o som da respiração calma dela ao meu lado me mantinha no controle.
- Pare aqui. - Disse Ayumi, sua voz baixa, mas firme, enquanto passávamos por uma longa faixa de areia iluminada pela luz prateada da lua.
- Aqui? - Questionei, mas obedeci, encostando o carro próximo à praia.
Ela abriu a porta e saiu, tirando os saltos e os deixando dentro do carro. Eu a observei caminhar descalça em direção à água, a brisa noturna soprando seus cabelos. Ayumi parecia em paz, mas eu sabia que sua mente estava processando tudo o que havia acontecido. Sem pensar muito, tirei meus sapatos e fiz o mesmo, seguindo-a até onde a areia se encontrava com a água fria.
Fiquei alguns passos atrás, apenas observando-a. Era difícil descrever o que sentia olhando para ela ali, a luz da lua refletindo em seus olhos, enquanto a brisa dançava ao seu redor. Mas não era só admiração; havia algo mais, algo que eu precisava expressar.
- Me desculpa. - Minha voz saiu baixa, mas carregada de culpa. - Não deveria ter perdido o controle daquele jeito.
Ela se virou levemente, cruzando os braços, mas sem parecer irritada.
- Tudo bem. Você só queria me defender. - Sua voz tinha aquela calma típica dela, que conseguia me desarmar.
Me aproximei um pouco mais, agora próximo o suficiente para ouvir o som das ondas se misturando ao ritmo da nossa respiração.
- Ayumi... vamos voltar para Konoha? Vamos deixar esse país pra trás.
Ela suspirou, olhando para o mar por um momento antes de responder.
- Não é o país, Sasuke. Este lugar é incrível, cheio de potencial. Foi só aquele imbecil... Ele achou que eu pudesse ser comprada.
- Ele é um verdadeiro idiota. - Respondi, minha voz ainda carregada de raiva. - Minha vontade foi de arrancar a cabeça dele fora.
Ela deu um meio sorriso e deu um passo em minha direção.
- Eu sei. - Sua voz era mais suave agora. - Mas não quero que você se prejudique por minha causa.
Eu não respondi de imediato. Em vez disso, fechei a distância entre nós, deixando a brisa fria ser substituída pelo calor que irradiava de seu corpo.
- Não vou. - Disse, baixo, mas firme. - Isso você pode deixar comigo.
Antes que eu pudesse pensar, envolvi-a em um abraço apertado, sentindo o calor de sua pele contra a minha. Ela não resistiu; pelo contrário, inclinou-se em meu toque. Senti seu perfume misturado ao cheiro do mar, e algo dentro de mim se quebrou.
Sem pensar, inclinei minha cabeça e capturei seus lábios em um beijo urgente, cheio de tudo o que eu queria dizer, mas não conseguia expressar com palavras. Foi ela quem intensificou o beijo, suas mãos subindo para o meu pescoço, enquanto as minhas deslizavam por sua cintura, puxando-a mais para mim.
O som das ondas desapareceu. O mundo parecia ter parado naquele instante. Só havia nós dois, um calor insuportável que parecia ferver entre nós. Minhas mãos, quase involuntárias, desceram para suas coxas, levantando levemente o tecido do vestido enquanto a puxava para mais perto.
Ela interrompeu o beijo por um momento, apenas o suficiente para me olhar nos olhos. Sua respiração estava ofegante, e os olhos brilhavam de uma mistura de desejo e algo que parecia desafio.
- Sasuke... - Ela começou, mas sua voz era quase um sussurro, hesitante.
- Não diga nada. - Interrompi, minha voz rouca, enquanto pressionava minha testa contra a dela. - Só... me deixa te proteger.
Ela sorriu levemente, mas não disse mais nada. Em vez disso, puxou meu rosto de volta para o dela, retomando o beijo com a mesma intensidade de antes, enquanto seus dedos puxavam levemente os fios do meu cabelo, me fazendo perder o pouco controle que ainda restava.
Eu a queria. Precisava dela. Mas naquele momento, percebi que era muito mais do que desejo. Era algo que eu ainda não conseguia explicar, mas que não poderia mais ignorar.