Los muertos.

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Olá Mio's Piccoli's'como vão?

Espero que bem!

ADENDO É MENCIONADO QUE JIMIN TEM OUTRO NOME, ITALIANO NO CASO, QUE É NINO! LEMBRE SE DISSO!

YOONGI E TAEMIN FAZEM PARTE DA MÁFIA COREANA.

Taemin.

Uma ligação, e minha lua de mel já era, a vida na máfia pode ser uma merda às vezes, a verdade é que nada me parece melhor que estar com meu lindo esposo, passeando pela Europa, o fodendo por noites e noites como adolescentes apaixonados.

Talvez criando um caos aqui, e ali, apenas para termos mais emoção, mas veja só, o dever nos chama, e infelizmente promessas devem ser cumpridas.

Na nossa concepção, uma promessa é vida, você não a quebra, não sem pagar com algumas almas.

Yoongi estava com um humor péssimo, durante o voo para a Rússia, seu temperamento é considerado ruim, bom pelo menos para os outros, meu gatinho rabugento é uma criatura adorável, mesmo exalando raiva como agora, ele detesta acordar cedo, mas em seu estado atual, é ainda pior.

— Querido, desmancha essa cara, está assustando o pessoal do serviço de bordo. — Digo perto do seu pescoço, visando provocá-lo.

Seu pescoço fica arrepiado, e o cheiro delicioso que meu ômega tem, fica mais forte.

— Não tive meu sono digno, obviamente estou de mau-humor, Jimin nos convoca, em meio a nossa segunda lua de mel, eu quero bater naquele bundudo. — Ele resmunga, mas as carícias que faço em sua coxa ajudam a expressão ruim sumir.

— Não fale assim de Jimin, sabe que devemos muito a ele, inclusive o fato de estarmos casados, sem ele intervir eu nunca poderia ter um príncipe da máfia, sendo um, reles capo.— Minha fala faz com que seu olhar se fixe em mim.

— Eu não me casaria se não fosse com você, e creio que meu pai deu graças de alguém suportar meu humor, mas Jimin realmente tem seus méritos, eu amo aquele ômega como se fosse meu irmão mais novo. — Uma sombra de seu sorriso bonito surge.

— Namjoon disse que ele faz o Alfa russo de gato e sapato. — Brinco lembrando do relatório que recebemos dos Kim.

— Ele faz qualquer um assim, veja nós dois, indo para o inferno frio que é a Rússia só porque ele disse precisar

Encaro o abdômen de meu esposo, a pequena bolinha que criamos juntos já aparece, levo minha mão até ela acariciando.

— Precisamos ser rápidos, para voltarmos para nossa lua de mel, aproveitar toda a experiência da paternidade, e obviamente obedecer às ordens médicas de que após os seis meses você não poderá mais voar. Digo fazendo carinho ali, sentindo nosso filhote mexer.

— Eu sei, não seja um mandão, se não fosse Nino, digo, Jimin pedindo, não iríamos, ainda estou no prazo, pelo menos pelas próximas três semanas, aliás ele irá surtar ao saber que teremos um filhote e não o contamos.

Eu rio, pois, sei que ele e o italiano tem um laço forte, se conheceram crianças, ambos ômegas da máfia, a diferença é que Yoongi pertence à máfia coreana, mas isso não impede de terem tantas similaridades.

Quando pousamos, enfim em solo russo, o frio cruel do local já nos castiga, vejo Yoon tremer, mesmo repleto de casacos, cachecóis, luvas e meias.

Para nossa sorte, não demoramos a identificar Jimin, igualmente agasalhado, ao lado de um alfa de altura quase absurda.

— Hei Jimin, quem é o pé grande aí? — Yoongi o cumprimenta, e também o provoca.

— Yoongi! É meu marido, Jungkook! — O loiro diz sorridente.

— Wow, ele é tipo, dois russos um em cima do outro, olá! Jungkook sou Yoongi! — Meu esposo cumprimenta, o aspecto do rosto do alfa é fechado, mas ele o cumprimenta de volta e depois a mim.

Vamos para casa de Jeon, e sinceramente o jeito com o qual Jimin desviava de algumas perguntas de Yoongi, foi o suficiente para eu entender.

Ele estava escondendo algo do marido.

E então após o jantar, um pequeno surto do loiro, quando Yoongi revelou a gravidez, e claro algumas atitudes diferentes do imaginável por parte do alfa, como.

Cozinhar exatamente o que Jimin pediu, e sair no meio de uma nevasca atrás de leite, para o Machiatto do ômega.

Percebi que talvez os príncipes da máfia tenham o dom de domar, soldados.

— Então Nino, vai nos dizer agora, que finalmente tirou seu marido de casa, o por que nos chamou? ㅡ Sou direto, já curioso com o comportamento incomum, de meu amigo, Yoongi está em meu colo, quase adormecido, mas desperta ao ver o assunto comentado.

Jimin sorriu, se ajeitando na cadeira.

— Bom, sempre admirei sua inteligência, Taemin... Bom vocês estão cientes da morte do pai de Jungkook, a cerca de um mês, bem descobri junto a Hanse, meu amigo e também esposo do próximo Pakhan, a localização dos responsáveis pela morte de meu sogro.

Meu ômega se mexe, me encara e depois, se volta para Jimin.

— E, porque não avisou os Kim? — É meu esposo a perguntar.

— Bom eu não sabia que também estava grávido, Yoon, eu queria poupar Taehyung disso, e, na verdade, recentemente descobrimos que Jin também espera um bebê, esse também é o motivo de não terem saído ainda da Rússia, claro além de todos os acontecimentos caóticos que ocorrem em um efeito dominó.

— Um bebê é um motivo para lutar, também, Jimin, não somos inúteis por estarmos gerando vidas! — Meu gatinho ranzinza se mostra.

— Acalme se querido, ele não quis dizer isso. — Respondo, o fazendo voltar a se encostar em mim.

— Agradeço por pensar em nós, Nino, gosto de ser lembrado, mas sabe, eu gosto de coisas exuberantes, exageradas, não sei ser discreto, como Namjoon, ou Jin, até mesmo Hoseok tem mais jeito com não deixar rastros que eu.

A verdade é que eu era um exibicionista, seja fodendo meu marido contra a janela de um hotel em Dubai, ou explodindo navios de inimigos.

Jimin ri, se levanta pegando algo, um mapa, ao que parece.

— Por isso eu chamei vocês, eu quero explodir cada albergue, cada bar, cada carro, nenhum filho da puta que ousou tocar na minha família, sai impune, esse é o mapa de cada lugar, Hanse os fez, vocês preparam o show, mas eu exijo que seja eu, a apertar o botão de start. — Yoongi ri, animado, e sei haver um sorriso em minha face, talvez grande demais.

Uma vez ouvi do padrinho, que nem mesmo um demônio consumido de ódio, poderia parecer tão satisfeito, quanto eu, ao saber que minha mente criativamente diabólica, estava livre para criar.

— Certo Nino, vamos trazer o ano novo chinês para a Rússia. — Meu esposo comemora.

— Melhor ainda, honey, teremos uma festa "De Los muertos."

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