Violet abriu os olhos e mergulhou nos de Augustus, ela suspirou aliviada. Ele enfim tinha acordado!
"Graças a Virgem!" Ela disse tocando o rosto dele, Augustus lhe beijou a palma da mão.
"Quem é essa?" Ele perguntou, ela sorriu.
"A virgem Maria, mãe de Jesus. Mamãe vai adorar lhe falar dela se quiser escutar." Ele assentiu.
"Eu quero. Ela é importante para você, então também será para mim." Violet sentiu seus lábios tremerem. Muitos ali não acreditavam na virgem Maria. Mas sua mãe sim e Violet a sentia tão próxima! Forest era um dos que não nutriam a mesma devoção que Violet. Ele respeitava a crença dela, mas nunca desenvolveram muito o assunto. Augustus, por outro lado a olhou cheio de respeito e carinho. Como se realmente Maria fosse uma pessoa, da mesma forma que Violet a sentia.
"É a nossa ligação. Eu me sinto como você se sente acerca das coisas que eu não conheço. Depois que eu entender mais sobre ela, posso ter uma idéia diferente, embora eu ache que não vou. Me aquece o peito pensar nessa virgem, por que te aquece o peito, isso é uma sensação muito boa para não querer sentir mais. Eu quero." Ele disse.
"Ok, ok, Augustus. Que tal esconder esse pirulito gigante? Eu já estou enjoado de te ver nu." Honest, ou Candid, com uma trança bem feita e barbeado, disse entrando no quarto, Augustus se esticou, Violet sorriu orgulhosa dele. Alto, muito forte e lindo. Tudo numa embalagem bondosa e gentil.
"Eu nem sempre sou gentil, lembra quando nos conhecemos?" Ele disse segurando uma mão dela e cheirando.
"Sim. Você foi um grosso." Violet disse, Honest bufou.
"Vão ter muito tempo para falar da história melosa de amor de vocês fora daqui. Andem logo."
Augustus olhou para a roupa que Honest estendia para ele e suspirou.
"Eu estive no lago de madrugada, ninguém me viu, por que tenho de vestir isso?" Ele perguntou e sumiu, Violet arregalou os olhos. Ela esticou a mão e o tocou, ele apareceu de novo.
"Existem regras, Peladão. Não importa se não te enxergam, tem de se vestir. E eu posso fazer isso também." Honest sussurrou um 'vocês não vão me ver agora' e sumiu também, Violet abriu bem os olhos, Augustus deu de ombros.
"Eu não preciso falar nada." Ele disse.
Honest apareceu, Violet se sentiu tonta.
"Quer uma medalha?" Honest mostrou o dedo do meio a Augustus, mas ele não pareceu entender. Será que eles não sabiam o que era aquilo?
"Ok." Augustus disse, pegou a calça, mas Honest jogou uma cueca nele.
"Nem pense em andar com essa jibóia balançando solta na calça!" Augustus fez uma careta olhando a cueca preta, Violet riu.
Ele colocou a cueca com dificuldade, era uma cueca grande, box, mas ele era muito musculoso, sua bunda era perfeita, carnuda. Violet começou a se sentir quente.
"Ah, não! Tudo menos isso, Violet! Eu ainda tenho quatro horas nessa porra, não preciso de cheiro de excitação no meu nariz."
Violet deu um sorrisinho sem graça, Augustus gemeu.
"Não dá. Eu não consigo usar isso, minhas bolas estão esmagadas." Ele disse, Violet sorriu, mas ele de cueca preta era uma visão.
"Como se suas bolas fossem grandes! E mesmo que sejam, são só grandes." Honest disse e Violet riu, era uma piada interna deles, tinha a ver com as bolas de Noble e Pride. Augustus vestiu a calça e abriu os braços.
"Estou aceitável agora?" Estava lindo isso sim. Violet pensou e ele sorriu.
"Linda é você."
"Telepatia! Meu Deus! Que melodrama! Tem de vestir a camiseta também." Honest exigiu. Ele disse com um tom de comando tão absoluto, que Violet concluiu que era realmente Honest ali.
Augustus vestiu a camiseta, Violet o beijou, ele a pegou no colo e saíram do hospital.
"Pra onde?" Ele perguntou.
"Talvez fosse melhor pegarmos um jipe."
"Eu não sei dirigir."
"Eu sei. Vamos." Violet disse, ele não se mexeu.
"Não. Eu gosto de te carregar. Só indique o caminho." Ele disse, Violet se ajeitou e mostrou a estrada.
"Fique na estrada até uma plaquinha a direita que diz 'montanha dos filhotes de Valiant'."
"Vocês têm uma montanha?" Ele perguntou.
"Sim, papai exigiu e não parecia que daria para construir nada lá. Mas ele e meus irmãos trabalharam duro e agora temos terrenos lá. Eu tinha uma casa, mas acabei vendendo. Seu primo Adam também mora aqui. Ele comprou de Honest." Ela contou, ele assentiu.
O balanço da caminhada foi a deixando com sono, Violet acabou cochilando.
"Violet?" Augustus a chamou, Violet acordou, já estavam na montanha, Augustus estava sentado num tronco.
"Oi." Ela olhou em volta, ainda estavam no meio da montanha.
"É só seguir essa trilha. Quando chegarmos no topo, viramos a esquerda." Ela tentou sair do colo dele, ele a segurou.
"É muito alto."
Violet lhe tocou o rosto.
"Você não gostou?" Ele beijou palma da mão dela e sorriu, mas um sorriso um pouco seco. Quase que só uma contração dos lábios.
"Não é isso, é que ficaremos muito longe dos meus parentes. E eu não sei se gosto de morar num lugar tão alto. Você faz mesmo questão?"
"Não. Minha casa era uma das mais baixas, Forest é canino também. Essa casa é de Daisy, ela e Rom estão em crise e como o coração dela é muito bom, ela me ofereceu a casa. Eu aceitei, estava louca para me livrar do dinheiro da venda da minha casa."
Ele aumentou o sorriso e disse:
"Tudo bem então. Eu gostava de ficar no precipício, acho que essa casa será algo parecido."
Ele se levantou e continuou subindo.
Antes de chegar, ele voltou a parar.
"Onde essa casa fica, Violet?" Ele perguntou, Violet riu.
"Mais alguns metros. Eu posso andar se você estiver cansado."
"Não." Ele disse e a apertou nos braços. Ele subiu até que a plaquinha feita pelos filhotes de Honor finalmente apareceu.
"Casa da Tia Daisy. Que bonitinho! Mas vão ter de mudar." Ele disse com um sorriso. Violet sorriu de volta, mas o sorriso dele morreu ao ver que ainda não tinham chegado.
"Ainda não chegamos?"
"É só subir essa rampa." Violet disse.
Augustus resmungou mas subiu a rampa e pararam em frente a casa.
"Nossa!" Ele disse descendo Violet. Violet se endireitou e também abriu a boca admirada.
"Honor caprichou."
"Impressionante. Eu nunca vi uma casa tão..." Ele não pareceu ter palavras.
A casa era toda de vidro. Haviam colunas de pedra clara e painéis de madeira escura em alguns lugares, mas era como estar...
"Numa bola de vidro." Violet sussurrou.
"Daquelas de Natal? Nossa é mesmo!"
Violet abriu a grande porta pivotante, eles entraram e lá dentro tudo estava limpo e impecável.
"Mais uma casa entregue!" Simple veio de detrás de um painel que parecia um aquário vertical.
"Eu nunca vi algo como isso." Augustus disse.
"Eu nunca te vi vestido direito. É uma surpresa pra mim também." Simple brincou.
"Falando nisso..." Augustus tirou a camiseta e a calça. A camiseta ele jogou no sofá, Simple rosnou.
A calça ele rasgou o tecido fazendo uma bermuda. Violet riu.
"Assim fica bem melhor." Ele disse quando tirou a cueca e vestiu a bermuda.
Simple pegou as pernas da calça que Augustus rasgou, a cueca e a camiseta.
"Você não é o único que tira a roupa quando entra em casa, então, pensando nisso, eu coloquei esse cesto aqui. É só jogar sua roupa aqui, ok?" Simple mostrou um bonito cesto que ficava perto da porta.
Augustus foi até o cesto e o segurou. Ele seguiu o trabalho trançado com os dedos.
"Isso é incrível." Ele se sentou no sofá e continuou examinando o cesto.
Simple fez uma careta.
"Olha só, isso é da mesma artesã." Ele pegou um outro cesto e o mostrou a Augustus. Augustus segurou o cestinho, mas não entregou o cesto maior para Simple. Ele comparou as tramas. Simple ficou esperando trocando o peso do corpo de um pé para outro.
"Augustus?" Violet o chamou, ele ergueu os olhos violetas para ela, Violet esqueceu o que ia dizer. Olhar nos olhos dele era algo tão bom que poderiam ficar horas fazendo só isso.
"Me dá isso aqui." Simple disse tomando os cestos das mãos de Augustus.
O telefone de Simple tocou, Simple ignorou enquanto colocava o cesto no canto que estava antes.
"Não vai atender?" Violet perguntou. Augustus agora cheirava o vidro do painel que parecia um aquário.
"Isso é uma pintura!" Ele disse sorrindo.
"É." Simple revirou os olhos. Violet riu, Augustus a encarou.
"É incrível!"
"Incrível! Não é nada demais!" Simple disse mau humorado.
"É, é incrível. Foi John que pintou." Violet disse.
Augustus abriu a boca, muito admirado.
"Gift disse que seu irmão era um artista. Ele não mentiu, isso é..." Augustus abriu o painel e riu quando viu as portas por trás dele.
"Há mais? Essa casa é gigante!" Ele disse empolgado.
Augustus abriu uma porta e era um closet. Ele tirou uma toalha do lugar, Simple correu e a tomou das mãos dele.
"Não. Não mexa aqui! Toalhas são muito difíceis de deixar alinhadas." Ele disse, mas Augustus puxou uma toalha que estava debaixo de outras, Simple rosnou.
"Você é retardado? Por que tinha de estragar todo o meu trabalho?"
Augustus ergueu as sobrancelhas para Violet, ela apenas sorriu.
"É que eu achei estranho. Elas fazem uma imagem bonita, mas essa toalha está destoando."
"Nem me fale! Essa toalha foi bordada pela mamãe, ela fez para todos nós, mas mamãe não liga para organização de cores. E como essa casa era de Daisy, essa toalha, de Violet, está fora do padrão. Então eu a coloquei por baixo. Mas agora você tirou tudo do lugar!" Simple disse.
Augustus apertou os lábios, confuso.
"Eu arrumo pode deixar." Ele disse e Simple rugiu, assustando Violet e Augustus:
"Não! Não mexa nesse closet. Nunca. Vou trancá-lo e eu mesmo troco as toalhas e lençóis de vocês. Vão ver o quarto principal." Ele mandou, Violet puxou Augustus pelo braço. O telefone de Simple tocou de novo, Simple ignorou.
Eles abriram a porta maior e Violet suspirou. Um quarto todo em madeira clara a recebeu, os lençóis e cadeiras e almofadas eram brancos com rendas. Feitas por Daisy.
"Nossa!" Augustus disse, Violet não teve palavras.
"Não deixe Augustus tocar em nada!" Simple disse do corredor, Augustus riu.
"Seu irmão é esquisito." Ele disse, Violet riu também.
O telefone de Simple tocou de novo, aquilo enervou Violet.
"Ou atende essa droga, ou Augustus e eu vamos pular na cama." Augustus aumentou o sorriso.
"Vocês vão bagunçar tudo mesmo. Eu venho e arrumo amanhã, ou depois." Simple disse desdobrando as toalhas e dobrando de novo.
O telefone voltou a tocar, Simple suspirou e atendeu no viva voz. Violet se aproximou, Augustus também.
"Simple! Por que não atendeu a porra do telefone?" A voz de Honest soou alta, ele parecia muito puto.
"Oi, Honest." Violet o cumprimentou.
"Oi, querida. Está tudo bem?"
"Você deu a tal de alta para ela, como pode estar perguntando se está tudo bem?" Augustus disse com o semblante preocupado.
"Eu dei alta para você. Violet só dormiu no hospital." Honest disse.
Violet balançou a cabeça. Era incrível o poder de improviso que eles tinham. Se quem estava no hospital era Candid, Honest foi genial ao responder com tanta certeza. Mesmo Violet estando em dúvida sobre quem estava lá, Augustus achou que fosse Honest. E Candid realmente disse que Violet estava de alta, na hora, Violet não reparou nisso. Augustus, preocupado com Violet, não percebeu que era para ele ter alta, não Violet. Se era Candid no hospital, Honest iria tirar o couro dele fora.
"Bom, mas isso não importa. Eu estou te ligando a horas, Simple. E se não atendeu é por que Gift te chantageou. Que parte de não aceitamos chantagem você esqueceu?"
Violet riu. Gift estava se tornando uma pedra no sapato dos trigêmeos.
"Eu acho estranho seus irmãos usarem sapatos." Augustus disse, Violet o beijou. Ele a beijou de volta, no telefone, Honest dizia um monte de palavrões.
"Se parar de se comportar como um idiota, eu posso explicar, Hon." Simple disse, Violet e Augustus pararam o beijo.
"Então explique, porra!"
"Eu devo a Gift. Ele salvou Caim e os bebês. Eu ofereci nossa cabana, até que a casa deles fique pronta. Podemos ficar com papai e mamãe, afinal, Violet não estará lá mais, eles vão precisar de nós." Simple disse, Violet foi até ele e lhe beijou a testa.
Daisy logo estaria numa missão, os trigêmeos irem ficar com os pais deles era uma ótima idéia.
Honest ficou em silêncio. Augustus dobrou uma toalha exatamente como Simple fez e a colocou na pilha que Simple estava fazendo, Simple sorriu.
"Ok. Vou levar minhas coisas pra lá então. Mas..." Honest não terminou.
"Vamos juntar as camas, Hon." Simple disse.
"Não era isso. Eu não me importo em dormir na minha cama. Só junte se você quiser."
"Eu quero." Simple disse.
"Que seja, então." Honest desligou, Simple sorriu.
"Vocês dormem juntos? Os três?"
"Já dormimos os quatro." Simple disse, Augustus acenou.
"Isso é bonito."
Violet suspirou. Era mesmo. Os trigêmeos se amavam de uma maneira única.
Simple terminou e sorriu.
"Eu volto amanhã. Tentem deixar a casa inteira." Ele beijou Violet e Augustus nos lábios e saiu. Augustus tocou a boca, Violet o beijou.
"Isso também foi estranho."
"É um carinho. Todos os três fazem isso. Eu gosto."
Augustus deu de ombros.
Ele e Violet voltaram para o quarto, mas Violet não queria desarrumar a cama.
"A casa é grande, eu não me importo de dormir no chão." Augustus disse.
"Não é só a arrumação da cama. Esses bordados foram feitos por Daisy. Tudo aqui tem a marca dela, eu não me sinto a vontade.
"Vem." Augustus a puxou para o corredor e abriu outra porta. Eles entraram num outro quarto, havia uma cama, mas estava coberta apenas com uma colcha de retalhos.
"Ann fez isso. Eu me sinto melhor dormindo aqui." Violet disse.
"Não há lençóis na cama. Eu posso pegar? Eu acho que não vou bagunçar nada."
Violet assentiu, Augustus realmente não atrapalhou a organização de Simple. Eles arrumaram a cama, mas o estômago dela roncou.
"Vamos ligar para o refeitório." Violet disse, ligou e pediu uma montanha de comida.
"Acha que até que tragam, nós..." Violet o respondeu com um beijo.
Um beijo onde ela deixou transparecer toda a saudade que sentiu, todo o amor que ela sentia.
Augustus se deitou de costas, Violet ficou por cima, eles se beijaram por um bom tempo, Violet queria prolongar o beijo o máximo que pudesse. Augustus não fez menção de querer tomar o controle, Violet o beijou no pescoço e no peito, mordendo os mamilos pequenos com força, ele rosnou. Havia muito o que apertar e morder, Violet tomou seu tempo. A pele dele era quente e tinha um gosto próprio.
"Gosto de sol. Eu não sei como posso pensar isso, mas é só assim que eu consigo descrever seu gosto. Calor e vida." Violet disse. Augustus puxou o rosto dela para o dele e a beijou mais uma vez, lhe lambendo e chupando os lábios, Violet se deixou levar pela sensação de que era dele. De que seus lábios, seu corpo, tudo nela era de Augustus para que desfrutassse.
"E eu vou." Ele sorriu.
Violet mordeu o pescoço forte, Augustus gemeu baixinho quando ela lhe mordeu bem acima de sua pulsação. Era um novo começo para eles, Violet e Augustus se conheciam num nível físico, mas ainda tinham de se conhecer no nível pessoal, no nível emocional e por aí ia.
"Isso vai demorar, mas eu conheço o que preciso conhecer acerca de você, Violet: você é minha. Essa certeza me faz saber que eu vou adorar cada coisa que descobrir sobre você. Eu te amo."
Violet não respondeu. Ela queria sentí-lo sem nada entre seus corpos, queria se unir a ele da melhor forma que pudesse, da mais completa possível, então rasgou seu vestido, Augustus rasgou sua bermuda, Violet se sentou sobre o pênis duro em riste.
Augustus rosnou, fechando os olhos com força, Violet e ele estavam unidos e sentiam o mesmo, prazer. O prazer de uma união que ultrapassava o conceito físico, uma união de almas.
Violet se mexeu, Augustus abriu os braços na cama, ele queria mostrar que faria o que Violet quisesse.
"A minha Alfa. Estou nas suas mãos, meu coração, minha mente e meu corpo são seus. Para sempre." Augustus disse, Violet entendeu o que a fez querer vender a casa. Forest e ela viveram uma linda história. Mas a verdadeira beleza do amor, nem sempre era mesmo bela. As vezes era crua, rústica e dura. Violet quase morreu nas garras e dentes de Augie e foi isso que lhe trouxe Augustus.
"E eu quase morri quando minha parte ruim retornou para mim, mas foi o seu rosto que me ajudou quando eu lutava contra a ânsia assassina que me tomou. Adriel, a coruja, me derrubou, mas por que eu me segurei em sua imagem, a imagem desse sorriso. Isso fez com que eu fosse detido por Adriel. Você. Você salvou meus parentes. Me salvou." Ele disse, Violet começou a se mexer com maior força e velocidade, Augustus segurou os quadris dela, não para ditar o ritmo, mas para dar mais força ao rebolado dela sobre ele.
Eles desfrutaram de cada movimento, de cada onda prazerosa, de cada volta da espiral sensorial na qual foram tragados, até que o êxtase explodiu seus corpos, suas almas. Eles se tornaram partículas imateriais, se misturaram e voltaram a ser materiais, ainda que nunca mais seriam os mesmos.
"Eu começo onde você termina." Augustus disse, Violet sorriu.
"Sim, eu termino onde você começa."
E assim eu 'termino' essa história. Uma história a qual eu adorei escrever, mas no fim das contas eu percebi que Violet e Augustus acabaram ficando em segundo plano por causa do que Augustus e seus parentes são. Então, sim, haverá mais dos dois nas próximas histórias, pois eu quero mais. Quero mostrar quem Augustus é e quero que vocês se apaixonem por ele junto com Violet.
E bora para a história de John? E de Bronzy?
John foi meu ponto de partida, Bronzy veio para expandir o que Sophia era. Eu nunca vi Sophia como humana, isso me afligiu na história dela, mas graças a Deus eu ouvi meus instintos e esperei até que pudesse surpreender vocês com isso. E assim veio Bronzy.
Espero que gostem do que eu imaginei para ela.
Junia❤️
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General FictionQue tal não dizer os protagonistas dessa história? Talvez ir escrevendo e deixar que eles assumam o protagonismo? Ou deixar vocês escolherem? Bom, essa é a proposta dessa história. Eu tenho dois personagens os quais /adoraria escrever, mas vou deix...
