Capítulo 34

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ELICHA ANGEL
Washington - Seattle

Sento em seu colo lentamente, ao passo que seguro a máscara do Ghost Face atrás das costas. A janela do meu quarto está posta a minha frente, no entanto, Nach não consegue ver a sua mãe saindo com o carro do seu pai toda sorridente por estar virado para mim.

Porém, atento aos detalhes, ele segue meu olhar rapidamente.

— O que você está olhando? - Tento segurar a sua cabeça para ele não olhar para trás, mas é tarde demais. Porém, ele não é rápido o suficiente para ver o carro SUV saindo.

— Nada, tinha algo estranho no meio da rua, mas acho que era um esquilo - dou de ombros. Nach me olha desconfiado e eu lembro que ele sabe quando estou mentindo. Mas o moreno não questiona nada, então mantenho a mente traquina.

— Me dá um beijo, amor - Ele estava mais interessado nisso. Eu sentia tensão entre nós crescer a cada segundo sentada em seu colo. Sua respiração quente batia em minhas bochechas rosadas, seu olhar manhoso em meus lábios... eu o queria para mim.

Somente para mim.

Nada mais poderia nos afastar agora que estávamos juntos. Nossa conexão é coisa de outro mundo. Nós somos o caos e a calmaria, o início e o fim. Quando estou com ele, o mundo parece mais fácil de suportar, como se cada situação difícil fosse pequena diante da proteção e segurança que sinto perto dele.

É algo que não se explica.

É, meus amigos.

Eu amo Nach Kyler. E nada vai tirar da minha cabeça que somos feitos um para o outro.

— Eu amo os seus lábios, sabia? Seu beijo me deixa louco - Kyler diz, os dedos tocando o meu lábio inferior lentamente. — Eu não quero sentir outro beijo na minha vida. Apenas o seu.

Nach me beija mais uma vez, e é como sempre. Uma sensação diferente, cada beijo se distingue do outro. Parece que fica cada vez melhor, cada vez mais envolvente, com mais prazer, mais gosto, mais sentimentos.

O gosto suave de morango do seu beijo me alucina. Eu quero isso para sempre, nunca quero me soltar dos seus braços. Kyler é o único que me faz chegar ao céu sem mesmo estar lá. Eu o desejo com todas as minhas forças. Sua mão grossa e grande desce pelo meu corpo, adentrando a saia e agarrando a minha bunda, fazendo-me rebolar lentamente em seu colo.

O calor nos invade, o quarto parece menor, a respiração começa a falhar e nossos corações batem descontroladamente dentro do peito. Já estou molhada, encharcada, com apenas um toque seu. Nach adentra os dedos em minha calcinha, a colocando para o lado e massageando o clítoris, me fazendo gemer baixinho em seus lábios e me atrapalhar no beijo.

Raspo os dentes em seus lábios quando o sinto invadir minha boceta com dois dedos tão grossos que me faz mordê-lo com a intensidade. Nach arfa em meus lábios e eu continuo a remexer os quadris. Um tapa é deferido na minha bunda. Dou um salto surpresa, o encarando abismada.

Tenho certeza de que ficou vermelho.

— Foi mal, não consegui resistir, é que você é muito gostosa - me beijou, invertendo nossas posições e me pondo sobre a cama deitada.

Seus lábios descem em meu corpo até chegar ao meu ponto mais sensível. Sua língua mal encosta em mim e eu já faço menção de fechar as pernas. Porém Nach me impede segurando-as bem abertas para si.

— Ai meu Deus... - arfo quando ele beija bem lentamente, com a língua alcançando bem o meu ponto G. Tento me mexer mas suas mãos estão firmes em volta de mim. — filho da puta...

Sinto seu sorriso entre as minhas pernas e isso só me deixa mais excitada. Aperto os lençóis da cama ao sentir cada vez mais aquele líquido sair de mim e suas investidas com a língua ficarem cada vez mais rápidas. Seus dedos também me invadem e eu tampo a boca com uma mão tentando não chamar atenção da casa inteira, mesmo que a minha família estivesse no jardim.

Eu sentia que ia enlouquecer de tanto prazer. Eu estava quase lá. Seus olhos escuros e brilhantes me encaravam com malícia. Ele sabia que me tinha. Ele sabia que eu estava totalmente rendida a ele. Que eu era apenas dele.

Apenas.

Com esse olhar, meu corpo chega ao êxtase. Minhas pernas tremem e ficam bambas, Nach continua as investidas mesmo sabendo que estou sensível. Ele lambe meu líquido em avidez. Estremeço pela última vez e ele sobe em meu corpo, deixando um beijo em meus lábios.

A máscara ainda está em minhas mãos, a levanto em sua direção.

Nach sorri.

— Eu quero que você use. - digo sem mais delongas. Nach inclina a cabeça, interessado.

— Qual é a palavrinha mágica? - seu tom é de provocação.

Nego com a cabeça.

— Não começa.

— Ah, então eu não irei usar.

— Nach, não estrague o clima!

— Eu preciso que fale a palavra mágica. - Nach insiste e meu sangue começa a ferver.

Eu vou matar esse diabo disfarçado de pessoa.

— Você é um arrombado do caralho. É só você usar - reviro os olhos. Nach me analisa por alguns segundos. Seu olhar me diz que ele não vai fazer nada a não ser que eu implore. Ergo uma sobrancelha e fecho os olhos, não acreditando no que diria em seguida. — Por favor...

Nach ergue uma sobrancelha com um sorriso satisfeito ao ouvir meu "por favor". Ele pega a máscara das minhas mãos lentamente, como se estivesse saboreando o momento.

— Viu só? Nem doeu. Você fica linda quando implora - ele provoca, colocando a máscara no rosto enquanto me encara.

Eu reviro os olhos, mas o calor que sinto entre nós me impede de retrucar.

Carinha de anjo, pensamentos do diabo.

***

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