Capítulo 5

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ELICHA ANGEL
Washington - Seattle

faço biquinho e observo Kyler negar com a cabeça. Ele inclina a cabeça para o lado, afastando os meus fios de cabelos caídos em meu rosto.

— Minha querida Elicha Angel, acha mesmo que pode me chantagear? — ele respirava fundo, tentando se controlar. E eu conseguia imaginar o seu sorriso tenso por debaixo daquela máscara aterrorizante. — Sem chances, eu não vou implorar.

— Tem certeza? - provoco, passando apenas a pontinha da linha no seu comprimento, o sentindo estremecer.

Droga...

— Ou você pede com jeitinho ou não vai ter o que tanto deseja, Ky — o olho com um olhar fingidamente inocente.

Nach respira fundo, a respiração agitada. Suas pupilas dilatam, e a pele começava a suar.

Estava tão gostoso...

Ele só precisava implorar.

Nach estava ali, tão próximo, e eu sabia que era a minha chance. Aquilo seria como a cereja no topo do bolo dos meus desejos mais sombrios.

Sempre quis tê-lo aos meus pés, e agora, finalmente, o destino parecia sorrir para mim.

Eu quero me vingar deles, claro. Mas conseguir a submissão de Nach é ainda mais gratificante.

Ele só precisa implorar pelo meu toque.

— Tudo bem. já que você tanto insiste... - deixo escapar um sorrisinho malicioso. Ele engole em seco, não acreditando no que iria dizer em seguida. Acho que nunca precisou fazer isso um dia. — por favor, Elicha Angel, eu preciso que essa boquinha gostosa engula o meu pau...

Suas palavras me faz respirar fundo e acabar com aquela provocação, raspando a ponta da língua lentamente na glande rosada e escutando o seu gemido de satisfação quando seu membro entrou por completo na minha boca.

Nach estremece, olhando para cima e subindo as mãos no rosto, consequentemente tirando a máscara.

Puta que pariu

Meu corpo arrepia a medida que continuo passando a língua por seu membro o provando. Sinto algo entre minha pernas encharcado. Eu nunca me senti tão excitada em toda a minha vida ao chupar um pau.

— É assim que você gosta, amor? — provoco, deixando um sorrisinho escapar ao perceber que seu membro endurece ainda mais quando a palavra "amor" sai de meus lábios.

passo a língua pela sua extensão.

Nach ofega.

— Elicha... — sua voz, agora mais rouca, me faz delirar de prazer. Rebolo a bunda de quatro sentindo a calcinha roçar no meu clítoris, gemendo em seu pau.

Mergulho seu pau na minha boca novamente é seu gemido rouco e delicioso ecoa nas paredes internas do quarto do meu ex-namorado, deslizo meus lábios com satisfação pela sua extensão da forma mais deliciosa que já fiz.

Era o instinto, afinal, eu queria satisfazer Nach apesar de saber que aquilo era apenas uma vingança idiota contra os nossos ex.

Depois daquilo eu queria Nach, queria transar com ele todos os dias. Mas eu nunca iria admitir isso em voz alta.

Meus lábios continuam a provocação, a língua dançando com maestria ao seu redor, explorando cada canto e provocando gemidos que ecoavam no quarto.

Nach, normalmente tão controlado, agora não passava perto. Sua mão direita agarra o meu cabelo e outra foi para a minha bunda, deixando um forte ali. Seus olhos estavam fixos em mim e eu quase engasguei quando seus dedos encontraram a minha entrada.

Aperto os olhos tentando me manter concentrada no que estava fazendo, pois aqueles dedos traiçoeiros em mim estavam me deixando louca.

Posiciono meus lábios em volta de seu membro e rodeio a língua na glande rosada prestes a explodir em um orgasmo. Nach geme mais uma vez, e em alguns segundos sinto seu líquido viscoso preencher a minha boca.

Droga! — xinga, percebendo algo, me agarrando e me puxando com toda força para o seu colo. — Por que fez isso?

Engulo seu gozo com um leve esforço.

Por que é doce?

E por que ele tá bravo?

O olho de cenho franzido mas então relaxo a expressão, adivinhando o que passava pela cabeça confusa do Nach.

Começo a rir.

— Não queria gozar agora, é? — Nach fecha a cara, apesar de não conseguir disfarçar a respiração descompassada e os olhos pesados, ainda perdido no prazer que eu acabara de lhe proporcionar. — Se lhe conforta saber: você não iria conseguir me impedir de qualquer forma. Eu sou irresistível, meu amor.

— Ah, é? — ele sorriu involuntariamente, observando meus lábios abertos também em um sorriso. Ele mantém a sua mão em minha cintura. — Você está muito convencida disso, Angel.

Nach continua a me encarar, memorizando cada parte do meu rosto. Os lábios inchados e rosados que arfavam de vez em quando com os seus toques traiçoeiros em minhas cochas. As bochechas coradas de tanto tesão, os cabelos cor-de-raposa arrebitados da bagunça causada por si mesmo e os olhos verdes-avelã que o encaravam com tanto desejo que o deixava louco.

Eu o deixava louco.

— Você é tão gostosa, Elicha Angel.

Seus lábios entreabertos, os olhos pretos e lacrimejantes, eles brilhavam intensamente.

Era intrigante como os olhos de Nach possuíam um encanto doce, mas ao mesmo tempo tentador.

Sabe aquela pessoa que tem o olhar açucarado mas na verdade não passa de um marginal manipulador? É Nach.

Acho que é por isso que muitas garotas da Holf High school se iludem, seduzidas por essa expressão que parece apaixonada. Só de olhá-lo você se encanta achando que ele mantém aquele olhar apaixonado porque gosta de você, mas não é bem assim.

Nach é um pecador, e nada mais que isso.

***

editei o capítulo pq senti que tava uma merda *carinha feliz*

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editei o capítulo pq senti que tava uma merda *carinha feliz*

mas se continuou uma merda não tenho mesmo o que fazer

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