É possível uma pessoa vencer diante de obstáculos, como um transtorno de personalidade, causado por maus-tratos na infância? É possível alguém suportar uma grande dor e decepção? Isadora conta sua trajetória desde sua mais tenra infância. Por favo...
Foi maravilhoso o passeio e voltar para Viena foi mais especial, depois de tudo o que vimos. Em Viena, vimos mais palácios e belos jardins. A cidade é realmente um espetáculo. Esses são os jardins de Belvedere.
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Andamos de bondinho. E achamos incrível! A cidade é muito pontual. Tudo funciona bem: sem barulho, nem sujeira, nem lixo. Tudo muitíssimo limpo. No bondinho e no metrô não há catracas. Cada um é responsável por pagar seu ticket sem fiscalização. E todos pagam direitinho. Já faz parte da cultura do povo.
Em Viena, pegamos um voo doméstico para Paris. Teríamos mais um dia para curtir Paris e depois pegaríamos o voo para o Brasil. Pegamos o voo muito cedo. Fomos para o aeroporto às três horas da madrugada. Estava tudo fechado. Quando começaram a atender, fomos para a fila. O inglês da atendente era horrível. Eu pedi:
____ Senhorita, por favor, fale em inglês. ___ pedi angustiada.
____ Mas eu estou falando em inglês. ____ Respondeu a garota.
Esforcei-me para compreendê-la. Era um sotaque com "R" arrastado. Em seguida, uma senhora afrodescendente me perguntou algo que eu não compreendi e respondi:
____ No.
Ela olhou com uma cara incrédula e repetiu:
____ No?!! ____ era uma policial.
Pedi para repetir a pergunta. Ela repetiu pausadamente:
____ Posso abrir sua bolsa? ____ Perguntou com aqueles olhos esbugalhados grudados em mim.
____ Claro que pode! ____ Que vergonha! Acho que ela iria me prender se eu não entendesse. Acreditem! Deu medo naquela hora.
Passado o estresse, o voo foi normal. Vista espetacular sobre os Alpes. E chegamos em Paris cedinho. Fomos para o hotel. Descansamos um pouco e mais passeio pela cidade-luz.
Foi o dia de conhecer mais monumentos e o museu do Louvre. Tantas obras. Uma pirâmide de vidro na entrada. Lindíssimo!
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Tantos foram os monumentos que visitamos, que encheu nossos olhos. Vimos a estátua de Joana D'Arc, numa praça. Ela foi um a heroína francesa que foi queimada viva em 30 de maio de 1431, com apenas dezenove anos. A cerimônia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place du Vieux Marché), às 9 horas, em Ruão.
Antes da execução ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe administraram os sacramentos da Comunhão. Entrou, vestida de branco, na praça cheia de pessoas, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredito, Joana foi queimada viva. Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública.
Tirando essa triste história, o restante do passeio e andar à noite pela cidade foi instigante. Instiga a mente a buscar os porquês da história da humanidade e também o fascínio que o homem em geral tem por obras monumentais. Enfim, visitar Paris é visitar história. Fantástico para mim que sou fissurada por história antiga e arqueologia.
Ao fim do passeio, perto do hotel, fomos a um restaurante vietnamita para conhecer essa culinária exótica. Para nosso paladar, achamos essa comida horrível. Mas, tudo bem. Faz parte adquirir culturas diferentes e sair da zona de conforto.
Dormimos em Paris e, no dia seguinte, pegamos o voo para o Brasil. Deu-me uma dor no coração. Foram treze dias de sonho. Amei tudo o que vi. Vale a pena conhecer a Europa, com certeza.