REDES SOCIAIS 22

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Josh.

— Any, pelo amor de Deus. — a supliquei sem retorno.

Minhas mãos tremelicavam com o celular enquanto eu passava pelas publicações em minha linha do tempo.

Meus pés estavam completamente dormentes ao ver do que toda a rede social falava. Uma dormência que subia da ponta dos dedos ao calcanhar.

Isso não é real porque isso não pode estar acontecendo.

Que porra de recompensa é essa pelo corpo dela? Que porra é essa.

— Olha o grupo. — ela parou de mexer em seu celular para finalmente me aconselhar, apontando o indicador para a tela do meu.

Apesar das dores emocionais nas articulações, fui aos poucos abrindo o grupo, sentindo algo no topo de minha garganta tornar a respiração mais difícil.

Apesar das dores emocionais nas articulações, fui aos poucos abrindo o grupo, sentindo algo no topo de minha garganta tornar a respiração mais difícil

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Essas duas são completamente patéticas e sem noção alguma de brigarem em um momento como esse.

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— Que surto foi esse?

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— Que surto foi esse?

Any riu sem muito ânimo, forçado, direcionando o seu olhar para mim ao ler as mensagens em capslock que eu havia enviado no grupo de amigos.

Mostrei com um sorriso também forçado, a tela do meu celular, onde agora ninguém mais falava.

— O do silêncio.

Respondi-a amargamente e ela assentiu lentamente, prestando atenção no celular por alguns segundos que eu imaginei que seriam definitivos, mas quando ameacei retornar o olhar ao meu próprio, imergindo na minha bolha de ansiedade, Any me direcionou seu celular novamente, forçando-me a estreitar os olhos e sentir o baque a cada pequena letra captada.

— Vazaram as fotos.

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