TRINTA E OITO

4.8K 423 4.4K
                                        

Oi!

Por favor VOTEEEEEM! Ajuda e muito a história crescer mais.

Esse capítulo irá narrar diversos pontos de vistas DIFERENTES um do outro. Cada um em seu ambiente e durante tempos similares.

É importante que compreendam isso para perceber que esse capítulo quase funciona como o capítulo de uma novela, por exemplo, visto que durante o processo de edição delas, os subenredos são intercalados o tempo todo. — no caso desse capítulo, ocorrerá em uma frequência um tanto menor, mas imagino que o exemplo tenha vislumbrado um raso entendimento à todos, o resto difere-se na prática. Ademais: Boa leitura RedWiners!

Senti a sua falta.

ALERTA DE CONTEÚDO: ALUSÃO À OCORRÊNCIA DE ESTUPRO, NARRAÇÃO DE VIOLÊNCIA POLICIAL, DESVIO DE CARÁTER E DESCUMPRIMENTO DE LEIS, PUTREFAÇÃO CORPORAL, TEI, ABUSO DE MEDICAÇÕES, TENTATIVA DE HOMICÍDIO E SUICÍDIO, ASSIM COMO ALUCINAÇÕES E CRISES MENTAIS.

No geral, NÃO é um capítulo leve — a história inteira não é. Leia o quanto conseguir, no entanto, jamais se force. Caso alguma das narrações específicas lhe faça mal — já que serão muitas nesse capítulo, pule para a seguinte a ela ou busque o fim da sinalização específica.

As narrações sensíveis foram sinalizadas para que a leitura faça-se possível para a maioria. Além de serem avisados do conteúdo a seguir, essas as narrações foram categorizadas em "Leve, Média e Pesada" a fim de auxiliar na definição dos diferentes níveis de tolerância a cada um aos assuntos determinados.

Josh.
01:05AM-01:15AM.

O caminho de volta com Any fora um misto de arrependimento — de ter aceito a sua intromissão pessoal e oferecimento para vir dormir em minha casa —, silêncio e reflexão em dupla em respeito ao que havia acontecido na cúpula que frequentamos há tão pouco tempo.

Já agora, Gabrielly terminava de implicar, implicância que estendeu-se do início ao fim da ligação que tive com Bryana, esta que havia me telefonado durante o nosso percurso para a minha casa.

Não fora nada romântico, coisa que o nosso relacionamento não era mais desde o fim do colegial, um tempo bem considerável, no entanto, além de ter que afastar o telefone do ouvido a cada urro agudo que a minha querida namorada dava ao outro lado da linha, também tinha que me concentrar para não me exasperar com Any, que imitava o agudo da voz da mulher do outro lado da linha como uma criança no primário.

Portanto, me esforcei descomunalmente para segurar a vontade que tinha de arriscar a minha vida e topar o volante, acidentando-nos propositalmente tamanha era a minha vontade de acabar com a existência da outra e sua amargura ali mesmo.

Finalmente desliguei o telefone em um suspiro vitorioso, deixando-o deslizar da ponta de meus dedos até o painel do automóvel, batendo no vidro do carro, chamando a atenção de Gabrielly para o local.

Olhando para os dois lados da avenida, arranquei com o carro, atravessando de uma só vez, no entanto, Any não pareceu nem um pouco afetada com o tranco que o carro dera.

— Bryana é insuportável. — Any encostou as suas costas no banco do carro pela milésima vez, tamanha fora a sua inquietação desde o começo do trajeto, agora observando a movimentação do que se passava em velocidade média na janela ao seu lado. — Como se apaixonou por ela mesmo? Se ela fosse líder de torcida seria todo aquele clichê, mas fala sério... — ela revirava os olhos enquanto dizia aquilo, temia que eles não quisessem voltar ao normal diante a tanta repulsa. — Mas uma líder de clubes estudantis? Como aquela garota era tão popular e tão CDF ao mesmo tempo?

TrUtH oR dArE? mErCy!Onde histórias criam vida. Descubra agora