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Hallie

   Juntei a bagunça de pratos na sala e levei para a cozinha. Parece que Marlon ia dar trabalho. Ele era mais mimado que uma criança, no entanto, uma criança de oitenta anos.

   Kalel já havia levado Marlon para o quarto, já que realmente ele começou a parecer cansado. Emma também já havia subido e Ares tinha desaparecido para resolver seus próprios assuntos momentos depois que partimos o bolo.

    Peguei a sobremesa que chefe Francesco havia me dado, e me escorei na bancada provando devagar enquanto divagava em pensamentos enquanto as luzes da cozinha estavam apagadas e a única claridade vinha da luz da sala acesa que atravessava para a sala de jantar e então finalmente chegar fracamente no cômodo em questão.

   Sorri ladino fracamente olhando para a aliança em meu dedo enquanto sustentava a colher de sobremesa. Olhei para a joia com admiração brilhando em meu rosto.

        Casada, e junto dele uma família um pouco diferente das convencionais, mas não tão diferente assim. Eu tinha um marido amoroso e atencioso, mas que era um gangster. Um cunhado sério, mas que era uma boa pessoa no fim das contas, bom... para Emma. E ela era adorável e atenciosa. Um avô rabugento e difícil, mas que tinha um certo brilho nos olhos quando olhava para Ares e Kalel.

Uma família de verdade...

    Sai de meu devaneio quando as mãos de Ares pousaram na bancada, uma de cada lado de meu corpo, me olhando nos olhos com malicia.

— Não me diga que você ia comer a sobremesa sozinha, e não ia me dar nem mesmo um pedaço...

— Que eu me lembre, chefe Francesco a deu para mim! Mas eu dou para você..._ disse enfiando a colher na embalagem para tirar um pedaço quando ouvi a risada grave maliciosa de Ares.

— Ótimo! Eu não estava interessado no seu pudim mesmo ..._ ele disse sorrindo largo e subi meus olhos de forma cética, quando suas mãos seguraram firme minha cintura e me colocou sentada sobre o mármore da cozinha.

Seu corpo se instalou entre minhas pernas, fazendo meu vestido justo subir para o alto de minhas coxas

— Ares... Aqui não!_ murmurei baixinho contra sua boca quando ele se aproximou para me beijar. Seu olhar estava escurecido de desejo.

    Ele abriu a boca para sussurrar algo atrevido, e enfiei a colher em sua boca, e ri baixo o vendo provar o pudim com apresso, mas ainda me olhando excitado.

— É bom! Mas ainda não é o docinho que eu quero provar._ ele brincou com meu apelido de forma subliminar e torci o canto da boca em leve desgosto humorado.

— Alguém pode nos ver! E a casa está cheia de câmeras... Balbuciei me calando quando as costas de seus dedos escorreram pela parte interna de minha coxa, rumo a minha calcinha.

— Eu sei! Eu te vi comendo de forma egoísta por elas. Mandei desligar por hora. _ ele disse baixo de um jeito folgoso, com seus olhos em minhas coxas expostas.

   Minha boca ficou aberta o olhando incrédula, e senti o toque gelado e melado do pedaço de pudim que caiu da colher e caiu em minha coxa.

— Oh merda!_ praguejei, me encolhendo para olhar a bagunça e subi meus olhos levemente arregalados ao ver Ares mover as sobrancelhas com apresso e se inclinar vagarosamente.

    Sua língua correu por minha coxa, e arrepiei inteira com o toque quente percorrendo o caminho que o melado do pudim havia me sujado. Arfei quando sua boca se fechou entorno de minha pele, sugando leve e ele ergueu seus olhos de um jeito erótico me fazendo estremecer.

Um Gangster em Minha Vida Histórias para pegar e não largar. Descubra agora