Capítulo 19. (PARTE II)

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OIII MENINAS (NOS)

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ABRAÇOS E BEIJOS

MARINA

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Amanda está caindo de sono.

- Meu bebê, quer que a mamãe coloca você na cama e fica com você lá? – pergunto a ela, que só balança a caleça concordando. Nem dei muita atenção a ela. Estou aqui de corpo, mais meu pensamento está vagando.

Júlia está parada na entrada da cozinha, olhando-me. Pego Amanda no meu colo e saio com ela, rumo ao seu quarto. Ela me abraça como se sua vida dependesse disso.

- Estou com saudades da senhora mamãe. – ela diz de olhos fechados e ainda me abraçando.

- Mamãe também está com saudades meu amor. Agora vamos dormir meu anjo. – digo baixinho em seu ouvido por cima de seus cabelos. Abro a porta de seu quarto e a levo até a cama, deito-me com ela de vagar aos poucos, até nós duas estarmos deitadas na vertical em cima da cama. Fico a olhando de olhos fechados. Ela se parece muito comigo. Mais tem a mandíbula e os olhos de Matt. A sua doçura também é por sua causa.

Levanto-me de vagar de sua cama e a cubro com sua coberta rosa. Deposito um beijo em seus cabelos e digo "durma com os anjinhos minha pequena, a mamãe te ama". Saio do quarto e vou para a cozinha conversar com Júlia, preciso desabafar e contar as novidades.

Júlia está sentada no sofá com um copo de suco na mão, assistindo Friends. Sento-me no outro sofá ao seu lado.

- Como foi seu dia Bel? Conseguiu alguma coisa da faculdade?

Não sei por onde começar.

- Depois a gente conversa sobre isso. Antes tenho que te contar uma coisa. – ela me olha com um olhar de dúvida, e pede para continuar. Conto a ela que eu estava em uma cafeteria, que não é mentira, perto do meu trabalho, que é uma mentira, fui até lá no horário de folga, mais mentira ainda, e que encontrei um homem muito parecido com meu amor. Contei que a única diferença era os olhos e as roupas que usava. Júlia não conheceu Matt, só o que eu contei a ela.

- Não sei o que dizer a você minha querida. Como você não sabia de sua família, pode ser um irmão ou primo... – ela diz pensativa.

- Mais eu conheci ele no Brasil, a família dele tem que ser de lá, é muito azar eu encontrar alguém aqui, meu deus. Querendo ou não, Amanda tem o sangue deles. Não quero me aproximar e chegar de ter que dividir minha filha, é minha, só minha.

Júlia olha para mim com uma expressão preocupada.

- Não pensa assim Bel, seu raciocínio é muito rápido, calma garota. Não é bem assim para eles terem direito pela Amanda. Mas vamos parar com esta faladeira, você não tem nenhuma certeza de quem seja. – ela tem razão. Não quero me abalar. – Então, agora me conta, o que aconteceu na universidade?

- É lindo lá Jú, enorme. – minha tristeza acabou no momento em que Júlia entra no assunto "universidade" - Eu falei com um coordenador, e eu posso começar logo, pois o semestre acabou de começar. Fiquei tão feliz. Vou estudar no período matutino e a tarde continuarei trabalhando. E a noite ficarei com minha boneca e com você. Tudo está planejado.

- Ai que bom querida. Estou muito feliz, pois sei que é o seu sonho. - ela levantou seu braço e olhou a hora em seu relógio de pulso e continuou. – Já está tarde, amanhã nós duas começamos cedo. – ela diz se levantando já. Verdade, está tarde. Nos abraçamos e desejamos uma boa noite uma para outra, e Júlia foi em direção para seu quarto. Eu me sento no sofá, pego meu celular do bolso e fico olhando para ele. Nenhum toque, nenhuma mensagem. De repente chega uma mensagem, é dele. Meu coração começa a pular dentro do peito, não sei se abro ou não. Decido abri-la, a curiosidade disse mais alto.

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