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Lua 🌙

Com a ajuda dos meninos, coloquei as coisinhas pra dentro de casa, no quarto vazio, que provavelmente seria do meu filho.

Peguei meu celular e vi que tinha mensagem da moça da decoração.

Ela tinha pedido pra eu ir lá, confirmar as últimas coisas.

Lua: Kauã, vamo ali comigo? - Pedi indo na sala.

Aonde ele e o Índio conversavam.

Índio: Pra onde? - Me olharam e eu sentei no braço do sofá.

Lua: Resolver as últimas coisas da decoração.- Amarrei meu cabelo.

Kauã: Tô cansadão, menor. Essa noite foi só sentadão, tô morto.- Jogou a cabeça pra trás.

Lua: Olha que absurdo seu filhos fala, Victor.- Brinquei.- Poluição sonora.

Kauã: E os teus gemidos são o que? Musica para os meus ouvidos? - Rebateu debochado.

Índio: Boa, cara! - Fez toque com ele.- Acaba com ela, pq se for eu, ela faz greve de sexo.

Lua: Nem se preucupa, o Kauã se livra mas quem paga é você. Uma semana de calça jeans com 7 botões, tendeu né? - Apontei e ele parou de rir.

Agora quem ria era eu e o Kauã.

Índio: Não, Lua. Quem falou as paradas foi ele, oxi.- Falou apontando.

Kauã: Boa sorte, vou na casa da minha namorada.- Falou olhando o relógio no pulso e em seguida se levantando.

Lua: Kauã, faz favor? - Pedi olhando pra ele já na porta.- Não dorme lá, chega aqui antes da janta, por favor.- Pedi sentindo uma sensação ruim.

Kauã: Pq? Coe Lua, ela vai viajar amanhã, hoje é minha despedida.- Suspirei.

Índio: Deixa ele, tá com ciúmes? Fica não pô, eu tô aqui.- Brincou mas eu continuei séria.

Lua: Eu só sentir uma sensação ruim.- Falei olhando pro Kauã.- Eu só pedi, não precisa fazer.

Ele veio até mim e me abraçou.

Kauã: Fica sussa, eu sou de ferro.- Beijou minha cabeça depois beijou minha barriga.- Tchau coroa.

Índio: Cuidado na vida, menor.- Falou.- Te amo e é nós.- Kauã olhou pra ele sorrindo.

Sorri de lado orgulhosa pelo índio e Kauã saiu pegando a chave da moto.

Lua: Vamos lá comigo? - Pedi olhando pra ele que me deu um selinho.

Índio: Vamo né, tu não ia me deixar em paz.- Revirou os olhos.

Sorri de lado e calcei apenas a sandália.

Entramos no carro e fomos até o centro, resolver as últimas coisas.

Iria ser um chá de revelação, mesmo que eu, índio e Kauã já soubessem, o resto do pessoal não sabia.

Eu mandei o convite pra minha mãe, só não sabia se ela viria.

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