Capítulo Vinte e Cinco

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Eu me contorcia e gemia seu nome a cada estocada de seus dedos dentro de mim

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Eu me contorcia e gemia seu nome a cada estocada de seus dedos dentro de mim. Sua língua ajudava no trabalho e minhas mãos se enroscavam em seus cabelos claros. Minha respiração estava ofegante, mesmo agora e, quando Sam intensificava os movimentos com os dedos e língua, segurava ainda mais forte.

— Samantha...

Até mesmo minha voz falhava enquanto clamava seu nome. Não ia aguentar muito mais tempo. Sam levantou o rosto e sorriu de forma que tinha visto pouquíssimas vezes, mas que pretendia ver muito mais. Arqueei meu corpo com uma dedada mais funda. Nossos olhares não se desviaram por um segundo sequer.

— Goza para mim, Alex. — Não ia demorar muito para que acontecesse.

Não depois de cada bendito estímulo que ela me proporcionou. Samantha havia afastado as coisas da toalha e tínhamos nos deitado sobre ela. Comecei a tirar nossas roupas e o frio cortante das noites de outono pareciam não mais incomodar, graças ao calor de nossos corpos. Sam beijou cada curva do meu corpo e cada gominho do abdômen. No momento em que ela se inclinou para me beijar, a segurei pela cintura, minha mão cobrindo parte de sua tatuagem na costela esquerda. Acariciei as palavras ali escrita e sorri quando nossos lábios se encontraram de novo. Passeei com as mãos pelo seu corpo nu, até que elas encontraram com sua bunda e a apertei, fazendo com que escapasse um gemido de Sam. Nossos peitos se rosando e nossas pernas entrelaçadas.

Sam se desvincilhou dos meus beijos e, um instante depois, suas mãos firmes e delicadas encontraram meus peitos e os apertou, iniciando uma massagem em ambos. Arfei com a sensação e depois quando ela abocanhou o direito e continuou massageando o esquerdo. E então, trocou. Já estávamos pingando de tesão quando a  pressionei contra mim e ambas gememos no momento em que nossas bocetas se encontraram. Uma mais necessitada do que a outra. Estava prestes a acabar com aquela tortura e mudar nossas posições, mas no momento em que a mão de Sam tocou em meu ponto, entendi que era ela quem estaria no comando.

Senti seus dedos médio e indicador fazerem movimentos circulares e preguiçosos em meu clitóris e revirei os olhos com a sensação torturante. Mais. Eu queria mais. Empurrei meu quadril em sua direção em um pedido silencioso e tudo o que recebi foi Não seja tão apressada, Alex.  Segurei com mais força na toalha e gemi mais uma vez no momento em que ela fez mais pressão.

Filha da mãe! Sabia exatamente o que fazer para me enlouquecer. Tinha a consciência de que, bem ou mal, Samantha tinha aprendido certos truques na época em que ela trabalhou na boate e tinha certeza de que não deixaria passar. Ela me levaria ao extremo antes de me foder para valer. Me contorci embaixo dela e agradeci por não estarmos dentro de casa no momento em que seus dedos pressionaram meu ponto. Gozei em seus dedos e, com um sorriso felino, ela lambeu os dedos. Eu poderia facilmente ter gozado de novo apenas por olhá-la. Meu peito já estava irregular demais. Apenas com provocações. A primeira vez que alguém tinha me causado isso.

Estava prestes a retribuir quando suas mãos apertaram minhas coxas. Ainda não, era o que ela queria dizer. Sam se encaixou em mim, virilha contra virilha e começou a se tocar. Seus dedos roçando em mim propositalmente. Me ofereci para o serviço, mas ela recusou. Ela se dava ao próprio prazer, proporcionando-o a mim também. Ah, Céus! Quando chegou ao clímax, quase me levando junto, se abaixou e começou a me foder com a língua. Já não conseguia mais controlar meus gemidos. Estava sensível e a ponto de ter outro orgasmo. Parece que ela sentiu isso também, pois seus dedos voltaram a trabalhar, me penetrar.

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