Capitulo 22

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Olá, Tortinhas!!! Como estão?Espero que bem. Venho com mais um capitulo, um não muito diferente do antigo, só que ao mesmo tempo, um pouco mais... hn, não sei explicar, hehe. Espero que gostem. 

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Capítulo 62


Verão do quarto ano de infecção

Cidade atrás da colina.

Quadragésimo sétimo dia com o chapéu de palha.


Eles corriam pelos becos de novo, mas dessa vez eles não estavam sozinhos. Aquele gigante ia na frente deles, com o idiota risonho nas costas.

Zoro não deveria se surpreender com o fato. O negócio deles não terem sequer um minuto de paz fazia até sentido quando estava com Luffy, mas o fato do safado estar rindo naquele momento irritava, e muito, Zoro.

Ele estava preocupado com o fato de um sujeito simplesmente ter pego o rapaz e saído correndo, mas o raptado em questão não estava nem um pouco preocupado com isso enquanto o homem dobrava esquinas e chutava mortos para longe com tanta facilidade que impressionava até mesmo Zoro.

Eles se afastavam das ruas principais, Zoro já não sabia quantas esquinas eles tinham virado, mas eles apenas continuaram e continuaram pelo que deve ter sido uns vinte minutos, antes daquele homem virar uma última esquina e se enfiar em uma porta do lado direito de um beco sem saída.

Zoro e Coby sequer pensaram antes de entrar logo atrás, se aquela merda fosse uma maldita armadilha, eles estariam mais que ferrados. Mas... Luffy em si já era uma armadilha, o que mais eles podiam fazer?

Zoro entrou na frente e quando a porta se fechou atrás deles não tinha nada além de escuridão diante de seus olhos. Um breu ao qual ele demorou um pouco para se acostumar, mantendo Coby atrás de si e perto o suficiente para saber que ele estava ali, com a respiração desregulada em suas costas.

Agora ele só precisava saber onde estava o outro ser humano que devia manter vivo.

Ele disse a Law que era tudo que ele tinha para fazer, então como diabos acabou naquela merda de situação?

Quando seus olhos finalmente se acostumara, ele pode ver as silhuetas no escuro. A diferença de altura gritante e quase ridícula que tinha ali fazia o mundo parecer meio estranho e injusto.

Zoro respirou fundo.

-Luffy! – A voz era firme, grossa. Luffy reagiu na mesma hora. – Eu juro que vou te matar qualquer hora dessas, agora vem aqui!

Luffy se virou confuso. Aquele homem gigante tinha o soltado no chão como um adulto solta uma criança depois de a ajudar a descer de um lugar bem alto.

Ele sentia a seriedade na voz de Zoro, e tal qual Zoro o chamou no tom de uma mãe brava, ele se aproximou como o filho que sabe que vai apanhar. Devagar e quase parando, desconfiado.

-Não vai me socar de novo... vai?

-Não... só vem aqui!

Luffy engoliu seco e chegou perto do amigo, medroso. Ele realmente tinha medo do tom genuinamente serio de Zoro quando ele era direcionado a ele. Mas ao contrário do que ele achou, Zoro não o socou novamente. O maior apenas o jogou para trás, onde Coby se agarrou a ele desesperadamente.

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