Ananda
Acordei naquela manhã com um sorriso involuntário nos lábios, sentindo uma leveza que não sentia havia tempos. O quarto estava em silêncio, a luz suave da manhã passava pelas cortinas, iluminando o espaço de uma maneira que parecia convidativa. O Richard dormia ao meu lado, o rosto tranquilo e descansado, e algo em mim se despertou, uma vontade de brincar, de provocar.
O clima estava mais ameno entre nós desde a viagem a Campos, mas desde ontem ainda tinham deixado uma tensão no ar. Naquele momento, porém, me senti disposta a quebrar aquele gelo, a testar até onde ele poderia resistir. Ele sempre foi um pouco resistente às provocações, mas eu sabia como contornar isso. Mas eu também a acordei com um fogo.
Deslizei a mão levemente pelo seu ombro, traçando o contorno dos seus músculos enquanto ele respirava profundamente. Sentia o calor que emanava dele e o toque reconfortante de sua pele. Me aproximei um pouco mais, sem fazer barulho, e dei um beijo suave em seu pescoço, demorando-me ali, deixando que o calor dos meus lábios fosse o despertar dele.
— Hum... — ouvi ele murmurar, ainda entre o sono e a vigília, mexendo-se ligeiramente, mas ainda sem abrir os olhos.
Não me contive, e um sorriso de canto escapou. Sabia que ele estava percebendo, mesmo no sono, a intenção por trás dos meus toques. Escorreguei a mão até o peito dele, mantendo meus movimentos leves, mas com o claro propósito de chamar sua atenção. Richard parecia em um estado entre se entregar e resistir, o que apenas aumentava minha vontade de provocá-lo.
— Nanda... — ele murmurou, a voz rouca de sono.
— Bom dia, dorminhoco — sussurrei em resposta, continuando a deslizar os dedos pelo peito dele, os traçando em linhas lentas e deliberadas, chegando quase até seu abdômen. A voz dele me incentivava a continuar, um misto de sono e rendição.
Ele abriu os olhos lentamente, o olhar ainda confuso pelo despertar, mas atento aos meus movimentos. Pude ver uma faísca se acender no olhar dele, aquele brilho de quem sabia onde eu queria chegar, mas queria ver até onde eu iria. Desafiei-o, encarando-o de volta, permitindo que ele notasse o sorriso provocante em meus lábios.
— Não era sua intenção me acordar assim, era? — ele disse, a voz mais clara agora, mas com um tom de diversão que indicava que ele estava entendendo o jogo.
— Talvez fosse exatamente essa minha intenção — provoquei, aproximando-me mais, e mordisquei levemente o canto do seu pescoço, sentindo-o reagir, mesmo que de forma sutil.
Desci um pouco mais, distribuindo beijos delicados até o seu colo. Parei ali, sentindo sua respiração acelerar ligeiramente, como se ele estivesse tentando manter o controle. Mas eu sabia que, no fundo, ele estava gostando daquilo. Decidi testar seus limites, apenas para ver como ele reagiria.
— Tá jogando comigo, Nanda? — ele perguntou, a voz baixa, mas com aquele tom de quem sabia que estava prestes a se render.
— E se eu estiver? — sussurrei, levantando o rosto para olhá-lo nos olhos, os meus brilhando de expectativa.
Ele sorriu, e naquele momento, o Richard que eu conhecia tão bem, que adorava meus jogos e que sabia jogar de volta, parecia ali novamente. Comecei a descer a minha mão, enfiando por de baixo da coberta, enfiando dentro da sua box.
– Faz um tempinho, que você não me fode assim de ladinho, hm?
Richard enfia a mão no meio do meu cabelo, me puxando para um beijo. Enquanto eu começo a masturbei ele.
– Eu até te pagaria um boquete agora — respiro fundo — Mas eu preciso de você dentro de mim
Richard rapidamente me vira na cama, levantando um pouquinho a minha perna e me penetra de uma vez.
– Puta.....
– Shiii, não vai querer acordar a nossa filha, quer? — Richard tampa a minha boca
Richard me fodia lentamente, sabendo que ia me torturar. Mas ele batia fundo dentro de mim.
– Richard....
– Relaxa amor, vou te foder como você quer
Ele bate fundo, ainda devagar, sabendo que é uma tortura. Richard começou a me estimular, me fazendo empinar ainda mais.
– Não te fodi direito da última vez, cariño?
– Não, acho que perdeu o jeito de foder a sua própria mulher — murmuro
Sabia que cutucando o ego do Richard, ele finalmente iria começar a me foder mais rápido.
– Caralho Richard
Richard começou a bater rápido dentro de mim. Me fazendo empinar mais, procurando mais contato. Sinto ele envolver o pulso no meu cabelo, me puxando para ele.
– Não te como direito? Hm?
Richard gemia baixinho no meu ouvido, me deixando cada vez mais encharcada. Que homem, meu Deus, que homem. Ele me estimulava cada vez mais, me deixando sensível.
– Richard....
– Goza pra mim, cariño
Richard continuava batendo fundo, me deixando mais sensível. Empino mais, gozando no seu pau. Richard contínuo me fodendo rápido, gozando dentro de mim e relaxo.
– Ainda usa o Diu?
– Sabe que sim
Escutamos os passinhos da Thaís se aproximando e quando penso em me levantar, Richard me segura.
– Vai tomar o seu banho, eu cuido dela — vejo ele se vestindo
– Deixa ela entrar e você toma um banho rápido antes de descer
Me ajeito da melhor forma possível e Richard concorda, abrindo a porta. Thaís entra correndo, pulando na cama.
– Tá com fome amor?
Thaís concorda com a cabeça, deitando em cima de mim. Algumas manias nunca mudam. Richard sai do banheiro, já pronto e leva a Thaís para tomar o café.
Enquanto procuro uma lingerie no closet, vejo a papelada do divórcio, me fazendo respirar fundo.
– Preciso de um banho, para pensar melhor — murmuro baixinho
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Como Perder A Sua Mulher Em 80 dias | Richard Ríos
FanfictionOnde Ananda e Richard estão se divorciando ᴄᴏᴘʏʀɪɢʜᴛ ᴡɪᴋɪᴍᴀʏʙᴀɴᴋ ꜱᴇᴛᴇᴍʙʀᴏ 𝟸𝟶𝟸𝟺 Recomendação: +18 anos Conteúdo Adulto Não permito, nem autorizo nenhum tipo de adaptação dessa fic!
