Dia 32

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Richard

A ideia começou a surgir quando ouvi o som do chuveiro ecoando pela casa. Depois daquele jogo de ontem em que a gente começou na cozinha, eu sabia que a Nanda estava no limite. Tínhamos passado o dia todo testando a paciência um do outro, e eu estava certo de que ela já estava à beira de ceder. Decidi que hoje seria ali, no banho, que eu finalmente levaria nossas provocações para outro nível.

Me aproximei da porta do banheiro e dei uma leve batida antes de abrir devagar. Através do vidro embaçado, conseguia ver a silhueta dela sob o jato de água, a cabeça levemente inclinada para trás, os ombros relaxados. Parecia completamente entregue ao momento, vulnerável, mas eu sabia que, no fundo, ela estava esperando por algo. E esse algo era exatamente o que eu estava pronto para oferecer.

  – O que você quer, Richard? — a voz dela veio meio abafada, mas ainda assim com um tom de quem já sabia a resposta.

  – Vim só... aproveitar o espaço — respondi com um sorriso que ela provavelmente sentiu mais do que viu.

Desviei do vidro apenas o suficiente para deixar a água quente envolver também o meu corpo. O contraste do calor do banho e a tensão crescente entre nós era quase insuportável. A expressão no rosto dela era uma mistura de surpresa e desafio, e seus olhos acompanhavam cada movimento meu, como se tentasse decifrar minhas intenções.

Me aproximei lentamente, meus dedos roçando a pele úmida do braço dela. Podia ver a respiração dela acelerar à medida que minhas mãos deslizavam para sua cintura, segurando-a com firmeza. A proximidade fez com que nossos corpos quase se tocassem, e eu mantive o contato visual, desafiando-a a manter o controle.

  – Algum problema, Nanda? — perguntei, minha voz baixa e provocante, quase um sussurro contra o pescoço dela.

Ela suspirou, fechando os olhos por um segundo, e eu aproveitei o momento para deslizar os dedos pelas costas dela, subindo lentamente. Ela tentou se afastar, mas só a puxei mais para perto, deixando que ela sentisse o quanto eu estava disposto a provocá-la até o limite.

Ela abriu os olhos e, com um sorriso ligeiramente confiante, respondeu:

  – Você acha que vai conseguir o que quer? — a voz dela era uma mistura de nervosismo e desafio.

Sorri de volta, me inclinando mais, até que nossos rostos estivessem a poucos centímetros de distância.

  – Ah, eu sei que sim — sussurrei.

Sabia que Nanda estava perdendo o controle, percebia em seu olhar.

  – Sabe que eu consigo o que eu quero

Começo a distribuir leves beijos pelo seu pescoço, sentindo o seu corpo vibrar sobre o meu.

  – Gosto tanto quando está a mercê de mim

  – Não estou a mer....porra

Deslizo meus dedos para dentro dela.

  – Como? — enrolo os dedos dentro dela

Ananda respira fundo e começo a meter mais rápido.

  – Meu Deus, não para — Nanda geme baixo

Continuo beijando seu pescoço, sentindo Ananda cada vez mais a mercê de mim.

  – Goza pra mim, hm amor?

Eu sabia que ela estava perto de gozar, mas Nanda não iria.

  – Rich....eu tô perto!

Tiro os meus dedos de dentro dela e deixo um beijo no seu pescoço.

  – Achou mesmo que iria gozar, meu amor?

Como Perder A Sua Mulher Em 80 dias | Richard RíosHistórias para pegar e não largar. Descubra agora