Dia 55

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Richard

O sol já havia se despedido e a noite caía tranquila sobre Campos do Jordão. A casa estava envolta naquele silêncio acolhedor que só se encontra em lugares afastados da cidade, e Thaís, depois de um dia cheio de aventuras, já estava profundamente adormecida no quarto ao lado.

Enquanto a observava dormir, minha mente estava cheia de ideias, mas uma, em especial, parecia se destacar: eu queria fazer algo especial para Nanda. Algo simples, mas que mostrasse que, apesar de tudo, eu estava ali, tentando me aproximar dela de verdade. E, para isso, decidi preparar uma surpresa.

Fui para o banheiro, mentalizando cada detalhe do que queria fazer. Abri a torneira da banheira, deixando a água quente preencher o espaço enquanto adicionava alguns sais de banho que encontrei no armário. Eles tinham um cheiro suave, uma mistura de lavanda e camomila, que criava um aroma relaxante e convidativo. Coloquei algumas velas ao redor da banheira, criando uma iluminação suave e aconchegante, o tipo de ambiente que sempre imaginei para um momento a dois. Por fim, espalhei algumas pétalas de rosa sobre a água, deixando o cenário perfeito.

Assim que tudo estava pronto, fui até o quarto, onde Nanda estava arrumando algumas coisas na mala de Thaís. Me aproximei devagar e, com um toque suave em seu ombro, ela se virou para me encarar. Havia um olhar de surpresa em seu rosto, mas também uma leve curiosidade.

  – Vem comigo? — perguntei, estendendo a mão para ela.

Ela hesitou por um momento, mas acabou aceitando minha mão, e eu a conduzi até o banheiro, sem dizer uma palavra. Ao abrirmos a porta, o vapor suave da água quente e o aroma delicado de lavanda tomaram conta do ambiente. Vi o brilho em seus olhos, uma mistura de surpresa e satisfação. Ela olhou para mim, um sorriso tímido nos lábios, como se estivesse, de repente, transportada para um outro universo.

  – Eu sei que a gente tá... — comecei, tentando encontrar as palavras certas. — Que a gente ainda tá se acertando, mas achei que um momento assim podia ajudar.

Ela soltou uma risadinha leve e acenou com a cabeça, claramente tocada pelo gesto.

  – É lindo, Richard — murmurou. — Obrigada por isso.

Sem perder tempo, me aproximei dela, segurando seu rosto por alguns segundos antes de me afastar um pouco e tirar minha camisa, revelando a intenção de entrarmos juntos. Nanda soltou um suspiro e logo fez o mesmo, deixando suas roupas de lado, e então, lentamente, nós dois entramos na banheira, nos acomodando na água quente que parecia relaxar cada fibra do nosso corpo.

Nanda se ajeitou contra mim, seus ombros encostados no meu peito, e eu envolvi meus braços ao redor dela, sentindo o calor da água nos cercar. O silêncio entre nós era confortável, carregado de algo quase sagrado. Eu sabia que, mesmo que não disséssemos uma palavra, aquele momento valia mais do que qualquer discurso.

Comecei a deslizar minhas mãos sobre seus ombros, massageando levemente, enquanto ela fechava os olhos, deixando escapar um suspiro longo e satisfeito. Eu sentia cada músculo dela relaxando sob o meu toque, e isso me dava uma sensação de proximidade que há muito tempo não sentia.

  – Richard... — ela murmurou, em um tom quase sonolento, como se estivesse se entregando por completo ao momento.

Continuei o movimento das mãos, descendo suavemente por suas costas, cada toque carregando a intenção de mostrar a ela que, naquele momento, eu estava ali, presente de corpo e alma. A sensação de estar cuidando dela, de alguma forma, era algo que eu não sabia que precisava tanto até agora.

  – Eu sei que ainda estamos em processo... — sussurrei em seu ouvido, enquanto minhas mãos continuavam a percorrer cada linha de seu corpo, com uma suavidade que ela parecia apreciar. — Mas quero que saiba que estou aqui... e que quero tentar fazer isso funcionar.

Ela não respondeu, mas entrelaçou seus dedos nos meus, apertando minha mão em um gesto sutil, porém cheio de significado. Ficamos assim, apenas aproveitando a presença um do outro, enquanto a água quente e o aroma suave ao redor criavam uma atmosfera que parecia tirar qualquer peso ou tensão de nossos corações.

  – Senti falta disso, me lembra quando moravamos no Mexico

  – Bons tempos

Passo minha mão por suas costas e sinto Nanda se arrepiar.

  – Richard....

  – Hm?

Aperto suas coxas e ela geme baixinho. Ajeito Nanda no meu colo, encaixando o meu pau na sua entrada.

  – Não me testa, Montoya — Nanda avisa impaciente

Afundo ela no meu colo, sentindo bater fundo dentro dela.

  – Porra...

Nanda começou a rebolar aos poucos no meu colo, enquanto estimulava o seu clitóris. Ela se apoiava nos meus ombros, enquanto gemia baixinho, mas sentia ela cada vez mais sensível.

Puxo Nanda para mais perto, começando a beijar o meu pescoço. Enquanto ondulava mais o meu quadril.

  – Meu Deus....

Tiro ela do meu colo, escutando seu gemido em decepção, me fazendo dar uma risada irônica.

  – Calma meu amor, vou te comer como quer

Coloco Ananda de quatro na banheira, envolvendo seu cabelo no meu pulso.

  – Quietinha hm?

Ela concorda com a cabeça e penetro de uma vez. Escuto o seu grito sendo comprimido, enquanto eu batia fundo dentro dela. Ananda se apoiava na beira da banheira, enquanto tampava a sua boca com a mão, abafando os gemidos.

  – Porra, fica tão gostosa assim, de quatro pra mim

Não é todo dia que se tem uma visão dessas.

  – Richard....

  – Eu sei meu amor, conheço bem o seu corpo

Envolvo mais o seu cabelo no meu pulso, forçando Nanda empinar mais, me sentindo ir mais fundo. Escutava ela começar a balbuciar, indicando que estava ainda mais perto. Continuo batendo fundo, gozando dentro dela. Começo a estimular o seu clitóris, sentindo Nanda me apertar com força e gozar no meu pau.

  – Caralho, definitivamente precisava disso — ela murmura baixo

  – Sim

oi, um hot

Como Perder A Sua Mulher Em 80 dias | Richard RíosHistórias para pegar e não largar. Descubra agora