Até onde você iria para alcançar seus objetivos?
Até onde você iria por uma missão?
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A resposta varia de pessoa para pessoa, mas, para o Capitão Roberto Nascimento e a escritora Helena Magalhães, o céu é o limite.
Ao se ver estagnada no começo de...
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- Roberto Nascimento
Senti Helena envolver minha cintura com as pernas, me prendendo por trás. Eu estava cada vez mais maluco por ela. A maneira como gemia pra mim, como cravou as unhas no meu corpo era maravilhoso. Eu fui o seu primeiro e pretendo ser o último.
- Tem que ir que horas? - Helena pergunta, beijando meus ombros.
- Onze horas.- Segurei sua mão que se fechava em meu peito.
- Pode ficar comigo esse tempo todo? - Ela mordisca meu ombro, então, como punição, aperto sua coxa.
- É o que quer? - Perguntei, alisando o lugar que eu havia marcado com meus dedos.
- O que acha, velho?
- Acho que você esfregando essa buceta em mim está pedindo pica de novo. - Ela parece surpresa com o que eu disse, então afasta o rosto das minhas costas.
- E se eu realmente quiser? - Suas mãos deslizam pelos meus ombros, parando na minha cintura.
- Eu te dou o que você quiser, amor. - Helena ajoelhou na cama, tentando trazer seu corpo para minha frente.
Carreguei em meus colo, ajudando a se sentar. Encarei seus olhos lindos e redondos, deslizando a mão pelo seu ombro.
- Estava fodendo a filha do seu amigo. Não se envergonha?
- Não pareceu se importar com isso quando estava gemendo meu nome. - Senti a maciez de sua pele sob meus dedos, enquanto deslizava com eles por toda a extensão de seu ombro.
- Pra quem prometeu muita tortura, você foi muito bonzinho, capitão. - Eu e Helena tínhamos esse lance de jogos. Tínhamos esses joguinhos de tortura, de desinteresse, de implicância. Era algo nosso. Mas eu não queria que nada atrapalhasse o momento dela. É loucura, mas é algo a se pensar quando tira a virgindade de alguém. Queria que se sentisse bem, confortável e confiante.
- Queria que se sentisse confortável.
- Nunca me senti tão bem. Você foi bem paciente. - Eu era o primeiro, e o último, cara a dar isso a ela. Fui o primeiro cara que teve o privilégio de ter essa mulher gemendo, de ter essa buceta apertada engolindo meu pau, e eu não iria fazer merda com ela. Eu queria que tivesse a melhor experiência do mundo, e meu prazer se resumia unicamente em a satisfazer.
- Você é linda. - Envolvo uma mexa de seu cabelo no dedo médio, deslizando e sentindo a sedosidade dele.
- O que vamos fazer com meu pai? Eu não quero contar a ele agora.