Parte 89

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Depois de ter visualizando a sequência das cores produzido por aquele ambiente, o clone impõe a Janina:

- Me siga!

- Para aonde?

- Temos de encontra uma porta que muda de cor... Ela é a passagem para onde eu quero levá-la.

- Mas no meio de tantas outras... Vai ser difícil achá-la!

- Não se preocupe, basta a gente voar para o norte e quanto encontramos a porta arco-íris... entramos.

- É só isso mesmo!?

- Creio que sim.

E aquela sequência de luzes coloridas que estava visualizando!?

-Até que você não é tão burra como eu pensava. Essas luzes indicam a cor que devemos passar em cada espaço dimensional que entrarmos. Ou seja, teremos de seguir a sequência branca, azul, rosa, preta e vermelha. Cada porta permanece apenas três segundos com uma cor antes de emitir outra... Por isso seja rápida!

- E você acha que três segundos será suficientes para abrir e entrar na...

- Sua lesada! As portas arco íris são portais de energia. Apenas temos de passar rapidamente por dentro delas... Só isso!

- Eu não sou lesada seu monte de estrume! E... vamos logo a esse local que você quer tanto que eu vá.

Ataner sorri de forma sinistra e depois sai voando para o norte. JaDi faz o mesmo, bem próxima a falsa fada.

Após uma procura intensa e rápida, as duas encontram a tal porta arco-íris. Então; elas se aproximam do portal e aguardam que a luz branca apareça.

Quando a cor desejada envolve a porta, as duas entram na passagem surgindo em uma outra dimensão.

- Mais que droga! Esse lugar é idêntico onde estávamos!

- Cale a boca JaDi! Ainda temos de cruzar mais portas. Sempre voando para o norte.

- Então o que estamos esperando... Inseto nojento!

Sempre seguindo corretamente a ordem de cores emitida através de luzes, as duas repetem o ritual por mais quatro vezes até chegarem em uma zona dimensional abandonada.

- Onde estamos agora? Sua farsante.

- Creio que seja onde eu gostaria que fosse! Ingênua.

As duas começam a explorar o ambiente, Ataner a procura de alguma coisa e Janina a procura de seu amado.

(O local e um tipo de salão. Repleto de gigantescas colunas gregas feita de metal envolto em ferrugem, esqueletos de animais, um imenso jardim sem vida, um lago com um líquido espesso e fedorento, um chão está repleto de buracos e trincas e um imenso trono bem deteriorado com um corpo envolto em faixa; tipo mumificado. A única coisa que parece está em bom estado são os lustres do lugar que iluminam todo o ambiente).

- Diogo... Diogo.... Onde você está? Por favor responda! Cadê você?

Enquanto continua a chamar o nome do garoto por quem se apaixonou, JaDi explora todos os cantos daquele salão (O local possui mais ou menos um quilometro quadrado).

JaDi observa objetos com formas estranhas, estátuas de pessoas que ela não faz ideia de quem seja, imensas cortinas vermelhas protegendo imensas janelas que visualizam o mesmo céu rosado que viu a pouco; tudo aparentando abando.

Janina não se cansa de procurar por Diogo quando de repente, avista duas caixas retangulares de um metro de comprimento cada, meio de largura quanto profundidade, ambas transparente. A da esquerda com um tipo de névoa negra e a da direita branca.

- Mas que coisas são essas?

JaDi caminha lentamente e bem desconfiada até as duas caixas. Ao chegar perto, percebe que ambas estão lacradas com sete selos.

O Caso JaDiOnde histórias criam vida. Descubra agora