Parte 56

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- O que você quer dizer com essa sua conversa?

- Que criatura inocente! Pois bem... Vou ser mais explícito.  Enquanto tentava me atingir com seu ataque... Eu, soltei a primeira agonia da morte... O sofrimento da depressão máxima. Mas a sorte a protegeu do meu poder agoniante.

- Sorte?! Mas que tipo de sorte?

- As crianças zumbis a protegeu do meu ataque... Só que Infelizmente o sofrimento delas aumentou por serem golpeadas novamente pelo meu poder.

Com lágrimas escorrendo e esbravejando, Janina aponta um dos fações para o Fruim dizendo:

- Agora começo a entender esse lugar! Toda essas desgraças presente nessa floresta é fruto de sua maldade!

- Parabéns guerreira! É isso mesmo... Tudo que existe aqui fui eu quem criei. O clima sombrio de morte, as antigas árvores Jeobrasil que eu modifiquei as transformando em um composto de carne e aço, minha rainha que fiz virar uma bruxa de dupla personalidade...

- Que dizer que a Pureza era sua esposa?

- Praticamente isso... Também    amaldiçoei meu irmão Ziul o transformando em uma montanha de pedra, após ele se relacionar de forma reprodutiva com uma mulher lagarto.

- Seu maldito! Agora entendo o porquê daquele lagartixa querer transar comigo! Era para me transformar em outra montanha monstruosas!

- Isso mesmo sua infeliz! Mas graças a sua ingenuidade acabastes exterminando todo o povo pacífico do vale da mostardas com seu arsenal bélico.

- E para que as lagartixas  queriam me transformar em outro Ziul?

- É uma longa história... Apenas posso dizer que, o único jeito daquele povo, que por sinal fui eu quem os transformou em lagartos, em desfazer a maldição, seria agrupar várias montanhas para conseguirem alcançar o topo do abismo e tentarem me destruir. Agora enquanto ao meu irmão...  Bastava ele matar todos do vale e sua mutação acabaria. Que dilema os deles... Não é!?

O Fruim começa a rir diabolicamente enquanto JaDi fica falando:

- Que demônio desgraçado! Você vai pagar caro por tudo isso!

- Você é a criatura mais tapada e idiota que eu conheci! - Fala o mutante expelindo gargalhadas assustadoras.

- Como fui inocente... Agora estou entendendo tudo! As árvores, a Pureza, Ziul e os homens lagartos... Todos estavam querendo mata-lo e eu o protegia!

Ajoelhada, com os braços erguidos, JaDi perde perdão as vidas inocentes que ceifou. Em seguida, ela se levanta e avança contra o Fruim. A criatura então junta as mãos em posição de oração, depois entrelaça os dedos e com os olhos fechados e a cabeça baixa diz bem alto:

- Execução da primeira agonia.

O Caso JaDiOnde histórias criam vida. Descubra agora