Capítulo 53

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Olá, leitores amados! A mamãe voltou!
*ALERTA DE SPOILER DE TWD, SE NÃO QUISER, NÃO LEIA*
Antes de tudo, até hoje estou berrando pelo fato de ver o meu pai Rick usar umas das táticas de ITD, que foi liderar uma horda de zumbis para um fim! O Daryl fez igual as minhas mães Norminah! AAAAAAAAH

Depois de berrar, quero dizer para vocês que tem um pequeno vídeo feito em homenagem a ITD no meu twitter: @control5h

Vocês querem, finalmente, entender tudo o que está por trás dos segredos, ou melhor, parte deles? Pois então, aí está!
Boa leitura, me perdoem pelos erros e, por favorzinho, escutem as músicas!  

LAUREN PDV

*Music On* (I Found - Amber Run)

Durante toda a minha vida eu nunca tive pretensões de amar e ser amada. Por mais que nutrisse a pequena parcela de esperança em encontrar um Grande Amor, eu realmente a mantinha para os filmes e seu universo fictício.

E depois que o Apocalipse aconteceu... eu joguei totalmente essa possibilidade no lixo.

As pessoas não se amavam... As pessoas matavam as outras.

Quais seriam as chances de encontrar uma pessoa disposta a carregar comigo o fardo do mundo atual?

Quais seriam as chances de encontrar o amor em um mundo Apocalíptico?

Normani e Dinah tiveram essa chance, com o sentimento nascendo do nada. Allyson e Troy também, mas... sabemos como essa história terminou. E, por mais triste que seja, é necessário focar no amor que aconteceu entre os dois e não no desfecho.

E eu? Finalmente estava no grupo vencedor que conseguiu tocar no amor.

I've moved further than I thought I could
Fui mais longe do que achei que eu poderia

But I missed you more than I thought I would
Mas eu senti sua falta mais do que eu pensei que eu sentiria

Existiam duas realidades naquela famigerada madrugada.

Havia o mundo externo, onde zumbis famintos e em decomposição se chocavam contra a lataria de um Camaro 69 tentando entrar para se alimentar, em uma rodovia escura.

E, em outra realidade, havia o mundo em que eu e Camila compartilhávamos nossa pequena bolha. Era um mundo onde apenas existia nós duas, suadas, nuas e com os corpos entrelaçados ao máximo no banco traseiro enquanto não cansávamos de nos amar.

Seus olhos estavam fechados e os lábios sensíveis entreabertos, exibindo a respiração errada. Gemidos e grunhidos agudos baixos, que mais pareciam música, saíam por eles à medida que ela tentava suprir todo o desejo que lhe regava, arranhando desde o início de minhas costas até a base e deixando para trás vergonhes vermelhos.

As mãos pararam sobre minhas nádegas e as apertaram com força ao mesmo tempo em que seguia os movimentos dos meus quadris sobre ela. Eu me deslizava sobre o seu centro, fazendo com que nossos clitóris se chocassem e gerasse prazeres intensos.

E, exatamente por essa posição, nossos corpos estavam totalmente em contato.

Seios rígidos se roçando, barrigas se alisando, pernas entrelaçadas.

Ali, com Camila me abraçando, eu me sentia finalmente inteira novamente. Como se eu estivesse faminta e conseguisse comida; como se eu estivesse com sede e conseguisse um mísero copo com água; como se eu fosse uma dependente e conseguisse um pouco da minha droga favorita; como se eu houvesse viajado incansáveis meses e chegado em minha casa, sentindo-me renovada.

Into The DeadOnde histórias criam vida. Descubra agora