Olá, meus amores!
Queria agradecer todos os comentários positivos, fico muito feliz! Não tenho muito o quê falar hoje, mas, só peço com carinho as mesmas coisas que pedi nos últimos capítulos. Aqui está a segunda parte da Guerra. Preparem a pipoca ou doces, coloquem um bom fone de ouvido (todas estão no Spotify) e deitem-se, pois hoje a adrenalina está alta! Me perdoem pelos erros e boa leitura!
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NARRADOR PDV
As mudanças mais significativas que ocorrem em nossas vidas são aquelas que gastam meros instantes.
Para se tornar um pai ou uma mãe, se tornar um adulto... são apenas momentos.
Para criar intimidade familiar... horas.
Para tomar uma decisão... minutos.
Para tirar uma vida... segundos.
Situações que estimulam seu instinto de sobrevivência mudam sua perspectiva e então, finalmente, você tem a chance de perceber quem realmente é.
Uma corajosa ou uma covarde? Uma fiel ou uma traidora? Uma redentora ou uma vingadora? Uma líder honrosa ou uma tirana assassina?
Quem é você na escuridão, quando seu instinto de sobrevivência grita em seus ouvidos?
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*Music On* (Take It All – Ruelle)
Lésvos
23h07min
O brilho de cada tiro efetuado pelo rifle de caça Tikka T3 iluminava o rosto de Allyson Brooke.
O olho esquerdo estava fechado e o direito bem aberto, na mira. O maxilar travado pela concentração e, do queixo, as gotas da chuva incessante pingando. A mão esquerda segurava a arma de longa distância estável enquanto que a mão direita alternava entre o ferrolho e o gatilho, rapidamente.
Ela mirava um alvo, puxava o gatilho, levava a mão até o ferrolho, o trazia para trás carregando a arma outra vez, e repetia o ciclo.
Escondida em cima do telhado da oficina mecânica, a mulher possuía uma visão privilegiada de tudo o que acontecia lá embaixo.
Não demorou muito para que a perseguição terminasse por entre os prédios da Universidade de Nebraska. As aglomerações de mulheres com armas erguidas e atenções redobradas marcharam pelas vielas como se fosse um campo de guerra, buscando vítimas.
E logo se encontraram, começando uma sinfonia semelhante ao Velho Oeste.
Grupos contra grupos.
Pessoas puxando as cortinas das janelas e fechando os prédios.
Inimigas e aliadas correndo, se atacando.
E o mais preocupante: o número extremamente maior de soldadas de Lucia em relação às Revolucionárias.
Quase sessenta contra vinte.
As mulheres que ficavam nos muros haviam deixado seus postos e agora atiravam contra o grupo de Dinah e Normani, na rua principal do campus. A mecânica e a lavadeira tinham fuzis roubados de soldadas já mortas e esses tremiam em seus braços a cada sequência de disparos que rasgavam a escuridão. Elas e as companheiras, Lisa, Patricia e Troian, se encontravam escondidas por detrás de dois carros estacionados estrategicamente no centro da via.
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Into The Dead
FanfictionEm um mundo em meio ao caos os mortos-vivos vagam sobre a terra. Não existe Governo. Não existem leis. No estado de natureza, segundo Thomas Hobbes, os homens podem todas as coisas e, para tanto, utilizam-se de todos os meios para atingi-las. D...
