Capítulo 53 - Bárbara.

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Acordo com meu celular vibrando. Desligo e volto a me acomodar embaixo dos lençóis. Minutos depois ele torna a tocar e novamente eu desligo. Passa um determinado tempo e ouço a campainha do apartamento tocando. Cubro minha cabeça e fico ali quieta esperando a pessoa ir embora e novamente a campainha toca. Saio da cama bufando. Vou até a sala e abro a porta dando de cara com uma cesta linda de café da manhã que Paulo está segurando.

– Não me olhe assim. Eu te liguei duas vezes e você não me atendeu então o único jeito era te tirar da cama. Bom dia morena. – Ele diz entrando em casa e me dá um selinho rápido. – Vá se trocar enquanto eu arrumo a mesa para nosso café da manhã. – Não falo nada fico parada olhando a ousadia que ele teve em me tirar da minha cama em meu sono de beleza. – O que foi? Por que está me olhando assim? Parece até que quer me matar, eu em! – Exclama franzindo o cenho se abaixa no balcão da pia e pega uma caneca colocando água para fazer o café. – Não vai se arrumar? – Ele vem até onde estou e ergo a sobrancelha colocando as mãos na cintura.

– Como você tem coragem de vir até a minha casa e me tirar o meu sono de beleza? – Paulo me olha e para onde está. Minha vontade é de rir de sua cara de espanto. – Eu estava tendo um sonho tão bom com um príncipe lindo, alto, cabelos castanhos e olhos azuis. Ele estava prestes a me levar para seu castelo para sermos felizes para sempre, mas aí meu celular tocou duas vezes me tirando do meu belo sonho e depois não contente minha campainha também tocou e agora eu estou aqui no meio da minha sala vendo um cara lindo, alto, cabelos castanhos e olhos azuis preparando meu café da manhã. É muito injustiça. Eu queria ir para o castelo do príncipe. – Paulo sorri e eu finjo estar irritada. Ele vem até mim andando bem devagar. Mordo o lábio inferior contendo o riso. Começo a andar para trás e ele continua vindo em minha direção com os olhos brilhando.

– Então você queria que esse príncipe lindo, alto, cabelos castanhos e olhos azuis te levasse para o castelo dele é? – Anui segurando para não gargalhar. – Podemos resolver isso se quiser. Eu sou lindo, alto, de cabelos castanhos e tenho olhos azuis, será que eu sirvo para você? – Afirmo mordendo os lábios. – Que bom! Eu não tenho um castelo, mas tenho um aparamento bem bacana na capital de São Paulo que serve muito bem pra mim e acho que você vai gostar de lá também. – Ele fala e ergue uma sobrancelha. – Você quer conhecer a minha casa? – Ele pergunta e continuo andando para trás.

– Não, acho que não moço. Eu não te conheço e minha mãe me ensinou a não falar com estranhos e muito menos ir à casa deles. Então tchau. – Falo isso e saio correndo indo em direção ao meu quarto. Olho para trás e vejo Paulo correndo vindo atrás de mim. Gargalho com a cena. Ele me agarra pela cintura na entrada do corredor. Dou um grito ao sentir ele me erguer de leve do chão. – Paulo você vai se machucar não faz isso seu doido. – Digo dando um tapa em sua mão que está em volta de mim.

– Eu não vou me machucar ao te erguer Bárbara. E se isso acontecer tenho uma massagista de primeira que cuidará muito bem de mim. – Ele diz isso, beijando meu pescoço. Me solto de seu abraço virando-me em sua direção.

– Bom dia Paulo. – Dou um beijo casto em seus lábios que logo é transformado em um beijo urgente.

Meus lábios são devorados por ele. Suas mãos vão passando por meu corpo que instantaneamente se aquece de forma absurda. Gemo em apreciação com cada toque seu. Ele me prensa na parede me espremendo, me apalmando e apertando meu corpo. Posso sentir que ele está muito excitado e isso me deixa na borda, pois estou do mesmo jeito. Puxo os fios de cabelo de sua nuca e o ouço gemer. Ele desce o beijo de meus lábios e começa a beijar meu pescoço, sugando e lambendo minha pele, descendo até minha clavícula e beija acima do meu seio. Eu me perco na névoa erótica que se formou. Ele volta a beijar meu pescoço e passa suas mãos em meus seios doloridos apertando-os de leve. Não consigo me conter e novamente solto um gemido. Paulo toma isso como um incentivo e tornando a beijar meus lábios, mas agora de forma menos afoita. Ele vai parando o beijo me dando vários selinhos. Paulo segura meu rosto olha em meus olhos e toma meus lábios novamente em um beijo forte arrancando tudo de mim. Sinto minhas pernas falharem tamanha intensidade de seu beijo. Me seguro nele com mais força com medo de cair. Ele me aperta em seus braços. Ele termina o beijo e sorri.

A lei é o Amor.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora