❝Abella Del Corneto lambia o cano da arma da morte. Seu apelido poderia ser Sagacidade, Violência, Sensualidade ou Morte, se Ab do Malik já não ocupasse a função.❞
Abella cresceu em um ambiente de negligência parental, o que a obrigou a se tornar um...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Exceto por Jake —que perturbava o lugar com o barulho do jogo no seu celular —, estávamos em silêncio, cada um absorto em seus próprios pensamentos, enquanto esperávamos Ive chegar para explicar que merda estava acontecendo.
Quando ela entrou na sala junto de Kimberly e Norman, a primeira coisa que fez foi expulsar a brasileira assim que pousou os olhos nela. Se eu estivesse com cabeça para pensar em qualquer coisa que não fosse sobre Cody, teria me impressionado com o fato de que Abella nos deixou a sós sem pestanejar.
— Por que sempre tem que ser o Cody? — Jake resmungou largado no sofá, finalmente se distraindo do smartphone — Por que não acontece algo emocionante comigo, só para variar?
Todos nós ignoramos seu comentário. Me sentei ao lado dele e Norman fez o mesmo. Ive e Kimberly permaneceram em pé enquanto Lil andava de um lado para o outro.
— Vamos. — gesticulei com a mão para a de cabelo rosa — Diga logo onde ele está.
— Meu irmão conseguiu rastrear o Cody pelas câmeras de trânsito da cidade. Ele foi filmado sendo arrastado para dentro de um pub por três homens. Não tem nenhuma imagem dele saindo de lá.
— A não ser que ele tenha saído em sacos de lixo... Em pedaços. — o idiota riu sozinho. Jake revirou os olhos quando notou que ninguém ali participaria das suas brincadeiras sem graça — Ok, vou levar o assunto a sério.
— Já faz quase uma semana que ele desapareceu! — Kimberly fez questão de apontar com a voz alterada — Como só descobrimos isso agora?
— Em três dias, Kevin hackeou o software de reconhecimento facial que encontrou o Cody no meio de oitocentas mil pessoas. — Ive a encarou — Com certeza você teria conseguido fazer isso mais rápido...
— Onde é esse pub e quem são os homens do vídeo? — perguntei retomando o foco da conversa. Levantei do sofá em seguida, conferindo o carregador da Glock pendurada no meu cinto para certificar que havia munição — E de quantas pessoas vamos precisar para entrar lá?
Os rapazes se prontificaram. Ive balançou a cabeça em negativa e sua expressão me preocupou. Ela geralmente parecia mais empolgada quando precisávamos usar a força bruta.
— O pub fica na Geary Street. Alguns peões reconheceram os homens como capangas da nova gangue que chegou na cidade há alguns meses, os Strikers.
Franzi a testa. Eu ouvi falar sobre eles, os Strikers haviam nascido há pouco tempo. Ainda eram novatos e não sabíamos ao certo de onde vieram.
Ótimo. Como se eu já não tivesse problemas o suficiente, teria que perder tempo mostrando àqueles otários que estavam comprando briga com cachorro grande.