O chamado
Jennie Kim estava trabalhando como criada na festa do líder da matilha, quando sentiu o chamado de sua parceira. Ela parou por um momento, tentando entender o que estava acontecendo. Ela nunca havia sentido algo assim antes. Era como se um...
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Lalisa Manobal
Rosé e eu estávamos na aldeia da Montanha Branca no encontro dos Alfas.
Meu objetivo principal era fazer aliados para derrotar os ladinos, mas Jungkook descobriu que não muito longe dali ficava a aldeia de onde a mãe de Jennie.
Saí alguns dias antes de Rosé para poder ir lá primeiro. Assim que cheguei, encontrei-me com um dos anciãos da Matilha.
Ele disse que se lembrava dela. Ela tinha sido uma loba especial, de muitas maneiras.
Ela apareceu lá de repente, era uma estranha para a Matilha, e ela tinha apenas três anos. Ela estava com sua guardia, uma bruxa.
Disseram que estavam fugindo de caçadores.
Que seus pais morreram e a confiaram a esta mulher, cujo nome era Eleanora.
Eleanora explicou que ela era a bruxa da Matilha, e que eles tinham vindo de alguma cidade do oeste. Antes de serem atacado. forçados a sair.
Quando o Alfa da Matilha perguntou sobre o nome de sua antiga Matilha, ela disse que era a da Lua Prateada.
-Mas não podia ser verdade. ele disse. -Era impossível.
Essa Matilha era conhecida por ter desaparecido anos atrás.
Eleanora fez com que a Matilha se escondesse, para manter sua espécie segura.
-Sua espécie? O que eles queriam dizer? Os lobisomens? Não pude deixar de perguntar.
-Ela não especificou. ele respondeu -mas eu tive a sensação de que eles não estavam falando apenas sobre nossa espécie. Acho que eles estavam falando sobre algo muito maior e especial.
-Eu preciso descobrir mais. eu disse
-*°°*-
Rosé e eu estávamos a caminho de nossa suíte de hotel após a reunião final com os Alfas
-Até que foi de boa, né? Rosé comentou quando viramos o corredor para nossos quartos.
-Uhum .eu murmurei, não dando muita atenção.
De fato, tinha sido bom. Conseguimos mais aliados para a luta contra os ladinos.
Mas ao longo das últimas horas, eu estava sentindo uma coceira desconfortável nas minhas costas. Um sentimento persistente e irritante que eu não conseguia me livrar.
-Algo não está certo. Dá pra sentir. -Pranpriya disse na minha cabeça.
Eu já estava no meu limite.
-Cala a boca, pulguenta. Aquela coceira continuou a noite toda e me deixou cada vez mais irritada. Eu não precisava de ainda mais irritação.
Assim que entramos no quarto, fui direto no closet e tirei minha jaqueta e camisa.