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Acordei com o Jude saindo do banheiro e deitando do meu lado novamente, acariciando minha barriga e me dando beijos no ombro, pescoço e bochecha, me fazendo dar um sorrisinho.
— Bom dia, meu gatinho.
— Bom dia, meu bem. — Cheirou meu pescoço.
— Já temos que ir? — Senti ele esticar o braço, pegando o celular.
— Tá quase no horário. — Beijou meu ombro de novo, selando seus lábios no biquinho que eu fiz.
— Certeza que está o pior dos climas.
— E você sempre está coberta de razão. — Ri fraco, abrindo os olhos aos poucos, vendo o tempo chuvoso que fazia. — Prometo que assim que sairmos do estúdio, vamos entrar em casa e acoplar um no outro até amanhã. — Beijou minha testa. — O que quer tomar de café?
— Pretinho, sabe que já posso fazer nosso café, né?
— Sim. O que quer tomar de café? — Ri.
— Amo tudo o que você faz. — Selei nossos lábios. — Vou tomar banho e já desço pra te ajudar, tá?
— Vai estar pronto. — Piscou e eu ri de novo, dando mais um selinho nele e levantando, indo até o banheiro, parando na porta.
— Na verdade, pretinho. — Virei, pegando o gatinho no pulo, me medindo pelo tamanho do meu pijama.
— Cada dia mais absurda. — Beijou a ponta dos dedos e eu ri, colocando a mão na cintura. — Fala, meu amor.
— Eu... Tô querendo comer um negócio já tem um tempo, mas estou me recusando a admitir. — Ele arqueou a sobrancelha.
— Café da manhã britânico? — O olhei, chocada.
— Como você sabia??
— Primeiro, porque sou sua alma gêmea. Segundo, porque rezava todos os dias por isso. — Levantou animado, me dando um selinho. — Vai ser o melhor café que já tomou na vida. — Mandou beijo, saindo do quarto, enquanto eu ria, balançando a cabeça negativamente e entrando no banheiro.
Enquanto tomava banho, pensei em uma roupa confortável, bonita, porém, quentinha pra vestir hoje, saindo do box, passando óleo e dando um sorrisinho ao perceber que agora, oficialmente, a barriga estava inchadinha bem próximo ao útero.
Me vesti e desci, sentindo meu estômago roncar só de sentir o cheiro do bacon.
— Cada dia mais absurdo. — O abracei por trás, cheirando seu pescoço e vendo sua pele arrepiar. — No que posso te ajudar?
— Sentando e falando que está uma delícia.
— Sempre falo. — Passei a mão na barra da calça dele, que arregalou os olhos ao perceber o quanto sua frase teve duplo sentido.