Miranda não estava satisfeita em possuir Andrea, na mesma proporção que mesmo após ter chegado ao êxtase, queria mais, desejava mais, implorava por mais. Ela deixou seu corpo sobre o de Andrea, a prendendo na cama, transbordando desejo, dizendo o quanto a amava, perguntando a Andrea a quem ela pertencia. Andrea respondia entre gemidos, ordenando que Miranda a possuísse novamente, sobre o quanto a queria.
Ela deslizou os lábios pela pele macia de Andrea, deixando um rastro de beijos e mordidas suaves que a fizeram arquear o corpo em resposta. O desejo se acumulava como uma tempestade prestes a explodir. Andrea gemeu quando sentiu as unhas de Miranda deslizarem lentamente por sua pele, arrepiando cada centímetro de seu ser.
— Você pensa que acabou? — Miranda sussurrou, sua voz carregada de desejo e algo mais profundo, mais perigoso. — Não tão rápido, querida.
Andrea, ainda tentando recuperar o fôlego, apenas sorriu, provocativa, os olhos escuros pelo prazer recém-provado. Sua pele brilhava sob a luz suave do quarto, e seus lábios entreabertos eram um convite que Miranda jamais recusaria. Mas ela queria mais. Precisava de mais.
Miranda deslizou as mãos pela pele aquecida de Andrea, traçando caminhos que já conhecia tão bem, mas que sempre a fascinavam. Seu toque não era apenas exploratório; era possessivo. Seu corpo sobre o de Andrea a mantinha presa à cama, impedindo qualquer tentativa de fuga — não que Andrea tivesse a menor intenção de fugir.
— Eu te amo — Miranda sussurrou contra a pele da jovem, deixando beijos ardentes ao longo de seu pescoço. Andrea arquejou, os dedos cravando-se nos lençóis, incapaz de controlar as reações que Miranda lhe arrancava com tanta facilidade.
— Miranda... — O nome saiu como um gemido suplicante, carregado de uma necessidade que rivalizava com a da própria editora.
Miranda sorriu contra a clavícula de Andrea e deslizou os lábios até sua orelha.
— Você me pertence, Andrea? — Miranda sussurrou contra o ouvido da jovem, sua voz carregada de luxúria e posse.
Andrea se contorceu sob Miranda, cada célula de seu corpo ansiando por mais, implorando por mais.
— Sim — Andrea arfou, sem hesitar. — Sou sua, Miranda. Apenas sua.
Miranda fechou os olhos por um breve momento, saboreando aquelas palavras como se fossem a coisa mais preciosa do mundo. Quando voltou a encarar Andrea, seu olhar estava repleto de algo indomável, um desejo bruto e incontrolável.
— Boa garota — Miranda murmurou, antes de capturar os lábios de Andrea em um beijo que roubou seu ar e sua sanidade.
O sorriso predatório de Miranda se alargou, satisfeita com a resposta que o corpo de Andrea lhe dava, se remexendo tão desesperado debaixo dela, a cada estocada. Mas ela queria mais. Queria ouvir Andrea implorar, se render completamente ao seu domínio, até não haver dúvida de quem comandava aquele jogo.
Os olhos azuis de Miranda estavam repletos de luxúria e poder quando ela segurou os pulsos de Andrea acima da cabeça, imobilizando-a. Andrea se contorcia sob seu toque, completamente à mercê da mulher que dominava não só seu corpo, mas também sua alma.
O corpo de Miranda movia-se com uma precisão cruel, deixando Andrea à beira do desespero, presa entre querer se render e querer mais, sempre mais. Cada toque, cada investida, cada palavra sussurrada contra sua pele a incendiava por completo.
Andrea mordeu o lábio inferior, seus olhos escurecidos de desejo. Sua respiração estava descompassada, e seu coração martelava no peito. Ela sabia que estava brincando com fogo, mas adorava ser consumida pelas chamas que Miranda acendia nela.
Miranda deslizou as mãos pelo corpo de Andrea, explorando cada curva, cada arrepio que causava, saboreando o poder que tinha sobre a jovem. Cada toque era uma promessa, um lembrete de que ela era a única capaz de levar Andrea à loucura.
— Implora por mim, Andrea — Miranda exigiu, sua voz baixa e carregada de desejo.
— Por favor, Miranda... — Andrea gemeu, seu corpo inteiro ansiando pelo toque da editora. — Não me faça esperar.
Miranda sorriu, satisfeita com a rendição de Andrea. Ela se inclinou para frente, deixando seus lábios roçarem o pescoço da jovem antes de mordiscá-lo suavemente, arrancando outro gemido manhoso de Andrea.
— Você acha que pode me provocar impunemente? — Miranda provocou, sua boca explorando o caminho do queixo de Andrea até seus seios, chupando demoradamente cada um deles, roçando os dentes no cume tão sensíveis. — Acha que pode me desafiar e sair ilesa?
Andrea arfou, suas unhas cravando-se nos ombros de Miranda.
— Eu quero mais — Andrea gemeu, seus quadris se arqueando contra Miranda, buscando, exigindo. — Me possua de novo... mostre quem manda...
— Boa menina — Miranda sussurrou, deixando um rastro de beijos pelo colo de Andrea, suas mãos explorando livremente, intensificando o desejo latente entre elas. — Entendeu quem manda — se enterrando cada vez mais no fundo daquele corpo e daquela alma.
— Sim Miranda...
— Diga sweety, você está adorando isso — perguntou, se deliciando com as reações do corpo dela — Diga o quanto gosta de me ter, dentro de você querida.
— Eu adoro ter você dentro de mim Miranda, me fodendo de um jeito que ninguém no mundo será capaz. — respondeu, rebolando com urgência, sentindo o prazer se espalhar cada vez mais sob seu corpo, a deixando tão a beira do precipício.
— Oh minha querida — agarrando seus seios, num tom autoritário que a deixava ainda mais molhada — você é minha Andrea e vou te mostrar que ninguém mais será capaz de lhe dar o prazer que somente eu serei capaz de lhe dar.
Andrea arqueou o corpo, cada célula sua respondendo ao comando de Miranda, implorando silenciosamente por mais. Miranda, no entanto, sabia exatamente como provocar sem ceder completamente, mantendo Andrea no limiar do prazer, fazendo-a desejar, querer, precisar desesperadamente de mais.
— Mira...eu tô goz...não vou aguentar mais...goza comigo!
Miranda sorriu, satisfeita com a súplica. Seus olhos azuis brilhavam com poder e desejo enquanto descia os lábios pelo corpo já marcado de Andrea, determinada a fazê-la implorar ainda mais. E ela sabia que Andrea imploraria, porém sentia-se também no limite, principalmente em sentir a sua garota apertando o seu pau dentro dela, até de repente capturar os seus lábios para um beijo urgente, faminto, voraz.
A editora fez menção em sair de dentro dela, pois não estava usando preservativo, porém Andrea foi mais rápida, a travando com as pernas em volta de sua cintura, mordendo os lábios de Miranda, sentindo-a totalmente enterrada em sua boceta, implorando, ordenando:
— Goza dentro Mira!
Aquilo foi o fim de Miranda, pois ela sabia exatamente o que aquelas três palavras significavam. Não precisava dizer mais nada além para ficar claro que Andrea não queria apenas o seu gozo e sim outra criança com ela.
Agarrada ao corpo da mulher que tanto amava, derramou-se toda ali, gritando juntas, se agarrando, se amando...
Com cuidado, Miranda se deitou trazendo o corpo de Andrea para si, espalhando beijos carinhosos em seu rosto, seu pescoço, se demorando em seus lábios e as duas se desmanchando em lágrimas, tomadas pela emoção da certeza de estarem exatamente onde deveriam estar, nos braços uma da outra.
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A TERCEIRA PRIESTLY
FanfictionSer abandonada por Andrea, na noite mais importante no mundo da moda, o Paris Fashion Week, causava em Miranda uma dor tão pungente e o arrependimento de ter deixado o amor de sua vida escapar por entre seus dedos. Andrea, sofrendo com a rejeição ap...
