Eu não entendo... como foi que chegamos a esse ponto? Eu me lembro do dia que Joshua estava acordando cansado pra ir pra faculdade e pouco tempo depois o mundo entrou em colapso,aí veio vários personagens com histórias interessantes mas que ninguém presta muito atenção,e derrepente a história para, confesso que parece ter se perdido bastante mas acho que finalmente estamos no achando, não é?... Aonde nos paramos? Foi na morte do... Espera! Isso não aconteceu ainda,foi um pouquinho antes,ah ! Lembrei.
Antes de voltarmos a história vou dar um aviso, alguns personagens não seram mais mencionados nessa história principal já que pra diminuir o núcleo e ficar mais fácil de lembrar das coisas vou fazer as suas histórias separadas,em spinoffs que logo seram lançadas,tive que me afastar dessa pra organizar tudo e logo a primeira já vai ser lançada, agradeço a paciência até aqui.
Podem me dar só um oizinho nos comentários pra dar uma motivada?
O carro estava parado no acostamento da estrada, rodeado por árvores retorcidas e uma névoa fina que tornava tudo ao redor ainda mais irreal. O céu carregado pendia sobre eles como um cobertor cinza e opressivo, deixando passar apenas uma luz fria e desbotada. Era o tipo de luz que não dava conforto — só tornava o medo mais evidente.
Dentro do veículo, o ar estava denso. A respiração de todos formava vapor sobre os vidros já embaçados. Do lado de fora, um som estranho e molhado de explosões interrompia o silêncio, seguido pelo eco seco de pedaços de carne e ossos atingindo o chão.
"Eles... eles tão explodindo mesmo", murmurou Jungwoon, encolhido no banco do passageiro, os olhos vidrados e inexpressivos.
Sunoo tremia no banco de trás, os joelhos abraçados contra o peito, enquanto Heeseung, sentado ao seu lado, procurava algo — qualquer coisa — para fazer com as mãos. Ele agarrou a garrafa de água no porta-copos com dedos trêmulos.
"É só... é só uma reação. Um vírus, sei lá. A gente vai ficar bem. Só... mantenham a calma", disse Heeseung, mas sua voz falhou no final. Ele não estava falando pros outros. Estava tentando convencer a si mesmo.
Do lado de fora, um senhor de idade caminhava cambaleante pela rua, com os olhos vazios, como se estivesse em transe. Sunoo, ao vê-lo, virou o rosto imediatamente e enterrou-o nos ombros.
"Não olha, não olha, não olha..."
Mas Jungwoon olhou. E viu.
O corpo do velho inchou de repente, e sem qualquer aviso, explodiu com um som horrível, como o estalo de um pneu somado ao estômago virando ao avesso. Sangue e vísceras se espalharam pelo asfalto e pelas janelas da frente. Um pedaço de costela caiu sobre o capô.
Jungwoon deixou escapar um som engasgado. Heeseung cuspiu a água que mal havia conseguido engolir.
"Jesus...", sussurrou.
Então, sem aviso, o corpo de Heeseung começou a vibrar. Uma pequena convulsão que se espalhou dos ombros para os braços. Seus olhos arregalaram.
"A-Ah... meu peito... que-queima..." Ele largou a garrafa, que caiu no chão e rolou.
Sunoo gritou.
Jungwoon virou a cabeça para o lado, os olhos arregalados de pavor.
"Heeseung?!"
Mas foi tarde demais. O corpo de Heeseung explodiu, encharcando Sunoo e o banco de trás com sangue e restos quentes. O cheiro de ferro, carne e bile invadiu tudo. Era insuportável, quase sólido, como se o medo tivesse gosto.
O caos foi imediato.
Ni-ki, que estava no banco da frente, abriu a porta com violência e gritou:
"Jungwoon, sai daí! Sai agora!"
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survivors
RandomNum mundo devastado por criaturas e experimentos científicos que transformaram humanos em monstros, a luta pela sobrevivência é implacável. Em meio a esse caos, Joshua e seus companheiros enfrentam dilemas morais e emocionais, tentando encontrar um...
