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Segurei seu queixo e voltei a beija-la

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Segurei seu queixo e voltei a beija-la.

— Eu gostaria de sair daqui e te levar para o meu apartamento, ficar coladinho em seu corpo. — deslizei minha mão pelo meio de suas costas. — Vamos! Diz que quer sair um pouco dessa mesmice. Eu estou confessando que estou louco de tesão por você.

— Isso já é ir rapido demais, mocinho! — Ela riu nos meus lábios. — Hoje não! — Se afastou sorrindo.

— Por que não... Eu não estou te sequestrando. — Olhei para baixo. — Você me deixou de pau duro, sabia?

— Você pode resolver esse problema— Me dá um tapinha no ombro. — Acabei de te conhecer e estar aos beijos é o máximo que posso oferecer. Sexo é diferente para mim, entende? Preciso estar envolvida emocionalmente, apenas o desejo não é o suficiente.

— Sexo? Eu não faço sexo. Eu faço amor. — Me aproximei de seu ouvido. — Com força... Até ficar molinha.

— Isso, vou descobrir em breve ou não! — Deu de ombros sorrindo.

— Vai recusar meu pedido? — Relaxei ao seu lado, puxando a minha coca-cola e dando um gole generoso.

— Já recusei! Seu pedido foi para comermos, já o fizemos, agora você me leva até meu carro e nos encontramos na festa. Te mando mensagem para ter meu número. — disse firme.

— Está bem. — Me levantei indo para o caixa, paguei e esperei ela arrumar suas coisas dentro da mochila e saímos. Ao entrar no carro, a olhei sério.

— Obrigado pelo almoço, foi delicioso. Quem sabe podemos repetir mais vezes. — Liguei o carro.

— Sabe onde me encontrar! Estou sempre nesse horário na faculdade. E logo terá meu telefone. Pode aparecer aqui ou mandar mensagem. — Sorriu espontânea.

— Está bem! — Sorri malicioso. — posso escrever que quero comer você?

— Você é um homem livre, pode dizer o que quiser. Assim como posso te ignorar. — Riu levando a mão ao rosto.

— Vai me ignorar? — Fingi surpresa. — Eu sou tão mal assim para me ignorar. Você é uma menina má.

Saí com o carro e apanhei a sua mão assim que ganhei a rua, beijei várias vezes e levei junto ao meu peito.

— Eu gostei de você assim que pus os olhos, e na verdade, eu sabia onde era a sala e tinha o papel. Eu só queria poder conhecer essa linda mulher com essa pinta no queixo que me da vontade de beijar, passar a língua, já fico imaginando onde mais você tem pimtas lindas como essa.

— Que danadinho! — Ela riu — Pintas de nascença, só nas costas. Tatuagem uma no pulso. — Ela me mostrou o pulso com o símbolo do infinito. — E na costela um livro com as cifras da música que eu mais amava dançar.

— Eu posso ver? — Saber que existia algo assim me deixou arrepiado, reverberando diretamente no meu sexo. — Cara! Diz que vai me deixar.

— Quando você parar o carro, agora seria suicídio, considerando a cara de alucinado que está fazendo — Fez piada.

— Estou? — Gargalhei — Eu também tenho uma tatuagem.

— Onde? — Perguntou curiosa.

— No meu peito... Escrevi o nome da minha mãe nele. — Levei a mão dela que ainda estava entrelaçada a minha. — Ela teve uma gravidez muito dificil, nasci de sete meses, não foi fácil, ela não saiu do hospital enquanto eu não tive alta. Eu devo a minha vida e o amor que ela tem por mim, então escrevi seu nome no meu peito.

— Que lindo! Imagino o quanto deve ser especial sua relação com ela. — Bia alisou minha mão e apertou.

— É... Ela é linda! — Olhei para ela rapidamente. — Assim como você é!

entrei no estacionamento da faculdade que agora estava praticamente vazia, parei ao lado de seu carro, desliguei e me virei para ela a puxando para outro beijo. Desta vez a puxei para o meu colo, para se sentar e ficar agarradinha a mim, nos beijamos muito, sua mão acariciava minha nuca, minha mão acariciava suas coxas e as vezes a apertava.

— Caramba! — Me deixa te tocar pelo menos um pouco? — disse ofegante.

—Melhor eu ir! — Ela saiu de cima de mim, parecia um pouco em dúvida. — Como prometido vou te mostrar a tatuagem. — Ela levantou a blusa e vi as cifras na ordem certa formando o acorde musical da dança preferida dela. Ela esta me mostrando algo que é parte dela.

— Eu não gostaria que tivesse me mostrado desta forma, preferia você nua na minha cama, para eu poder deslizar meus dedos nela, sentir ela gravada na sua pele. As tatuagens tem isso de bom. É um relevo sutil e gostoso de deslizar as mãos.

Puxei minha camiseta polo para cima e mostrei meu peito para ela com o nome da minha mãe, bem delicado. peguei em sua mão e a fiz tocar.

— Sente? — Bia passou a mão delicadamente e sorriu.

— É linda, aposto que ela tem muito orgulho de você! — Ela apertou os lábios e soou triste.

— Ela nem sabe que fiz. — Sorri e a olhei. — Porque o sorriso triste?

— Acho que decepcionei meus pais, em todos os sentidos. Primeiro o joelho fraturado, agora eu não consigo fazer direito o que eles esperam de mim! — Deu de ombros — Mesmo que não pare muito para pensar nisso, quando acontece, é o pensamento que me vem! Falando nisso, preciso ir, meu primeiro dia de trabalho, obrigada pela companhia no almoço, Max! — Sorriu doce.

— Ei? —Segurei seu braço. — Quero mais um beijo.

— Só um! — Ela riu se aproximando, pescou meus lábios com os dentes, depois me beijou doce, puxei-a segurando firme em seu pescoço não permitindo que se afastasse. Enfiei minha língua em sua boca ousando, ela riu me dando passagem. O beijo foi quente e suave ao mesmo tempo. Ela se afastou e me deu um último selinho. — Até mais, Max! — Saiu do carro apressada, me mandou um beijo soprado e saiu em direção ao próprio carro.

Suspirei lambendo meus lábios, eu queria conhecer o gosto mais íntimo daquela mulher. Esperei ela sair e de lá fui para o meu apartamento onde dividia com meu irmão Christian. Tomei um banho rápido e segui para a empresa.

 Tomei um banho rápido e segui para a empresa

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