35 Uma pista de quem cometeu a fraude

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Caminhamos calmamente pela calçada seguindo para o escritório de crédito. Passamos por uma lanchonete e compramos dois sorvetes de palito, a conversa fluiu animada enquanto saboreávamos o sorvete, até que chegamos no prédio e entramos.

— Boa Tarde, Karl! — Cumprimentei o gerente assim que saíu de seu escritório para nos receber.

— A quanto tempo! E vejo que veio bem acompanhado. — Ele apertou a mão de Ravenn.

— Minha secretária e namorada. — A olhei sorrindo.

— Sejam bem-vindos. —Ele nos deu passagem para entrar em seu escritório.

entramos e nos acomodamos.

— Consegui tudo que me pediu, uma cópia foi para o departamento de fraude como me pediu.

— Muito bem! — Peguei a papelada e dei uma olhada. — É! Realmente foi uma colagem muito perfeita, quem fez isso está familiarizado com o processo. Passaria desapercebido pelo analista.

Ao olhar para a letra que foi preenchida me veio uma suspeita tão idiota. Olhei para Ravenn e voltei a olhar para a letra no contrato.

— É familiar essa letra para você? — Passei a cópia da ficha para ela.

E fui olhar o nome do documento.

"Afonso Tezza, Georgia - Jacksonville".

— Na verdade! — Ela pareceu estar pensativa — Eu creio que sim!

— Eu também acho que já vi... Olha o estado que o homem diz que vive — Olhei para Karl. — Entre em seu sistema e veja a filiação deste homem, por favor!

— Acho que vamos sair do escuro, finalmente!

— Eu acho que estamos a um passo de descobrir, e pior!... Acho que meu pai vai surtar ao saber.

— Não tem filiação. — Ele me olhou surpreso. — Os dados estão apagados.

— Era de se esperar. — Encarei Karl. — Tem mais alguma coisa de documento que esse cara passou ou com nomes diferentes, mas parecidos?

— Quer olhar todos os contratos de fraudes?

Sorri e consenti com a cabeça.

Foi uma tarde cheia, olhamos alguns contratos e dentre eles mais foram achados. Mesma letra, estados diferente e sem filiações.

Voltamos para o hotel andando, nós dois calados pensando na merda que poderia estar para estourar em minhas mãos e na da minha família.

— Merda! — disse assim que entramos no quarto do hotel e me sentei. — E se for a letra dele realmente... Sabe que isso vai ser uma decepção muito grande para meus pais, principalmente para o meu pai.

— Eu não sei o que dizer, Max! Mas, bem... O que esperar de alguém totalmente sem escrúpulos?

Olhei rapidamente para ela e me levantei tirando os sapatos e o paletó.

— Eu achei que ele fosse só um mulherengo.

— Alguém que agride uma mulher e a força a fazer um aborto. É um pouco mais que... Só um mulherengo. Não acha? Acho que vai ser um baque enorme para a sua irmã suportar. E as crianças? Vão crescer com o pai preso!

— Não sei se meu pai vai chegar ao ponto de coloca-lo na cadeia, entregar assim. — Me virei para encara-la. — É o certo a se fazer. Mas um escândalo terrível para todos nós.

— Sou obrigada a concordar! As crianças seriam as maiores prejudicadas por essa exposição desnecessária — Suspirei longamente.

— Agora só nos resta aproveitar o dia e deixar que meu pai resolva o restante.

Me aproximei dela a puxando para mim.

— Porque ainda está vestida?

— E por que não estaria?

— Quer ver os meus tornozelos? — Ela riu ousada e me beijou — Tira a minha roupa!

— Quero o seus tornozelos... E quero que tire a roupa para mim. Desta vez é com você. — Me afastei com dois passos para trás e passei a tirar a minha roupa.

Ravenn afastou-se e passou a se despir devagar ensaiando uma dancinha erótica, meio desengonçada. Quando ela enfim terminou estava apenas em seus saltos. Ela ajoelhou-se a minha frente e passou a língua na extensão do meu pau

— Oi, amigão!

— Hummmm... Adoro quando trata meu amigo com tanta gentileza! — Eu sorria travesso.

Ravenn me abocanhou, me chupando gulosa! Eu sentia a sua língua deslizando em torno do meu pau que ocupava todo o espaço em sua boca. Ravenn me engolia com uma destreza que me deixava louco, praticamente engolindo o meu pau.

— Ah! — Soltei rouco, passei a empurrar meu pau dentro de sua boca e não aguentei, gozei inundando sua boca, gemendo alto, vendo estrelas pelo prazer que me causou.

— Nossa, meu bem! — Ela levantou-se e me beijou me fazendo sentir o gosto do meu próprio orgasmo — Isso foi rápido! Achei que ia te torturar um pouco mais.

— Não deu... — Dei risada. — Você chupa tão gostoso... — A puxei para a cama e nos abraçamos. — Não pense que terminei com você.

 — Não pense que terminei com você

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