Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Acordei praticamente de bruços na cama, travesseiro embaixo do meu peito e meu braço jogado pra fora da cama. O cheiro que invadia o quarto era divino e meu estômago implorava para eu sair da cama e ir comer.
Me sentei na cama, olhei para a janela e até que de seu apartamento tinha uma vista interessante. Passei a mão no rosto e me levantei, puxei a cueca que tinha ficado dentro da calça, vesti e sai do quarto, achando Ravenn dançando com as panelas enquanto mexia os ovos.
— Bom dia! — disse dando a volta na ilha e a pegando por trás.
Beijei seu ombro e pescoço, olhei para a frigideira.
— Que cheirinho bom!
— Eu cumpro as minhas promessas, Max!— Ela sorriu, inclinando o pescoço, seus cabelos estavam úmidos e ela cheirava a sabonete.
— Eu não falei dos ovos... É você! — Sorri voltando a beijar seu pescoço e a amassa-la em meus braços. — Por que não me acordou?
— Porque você queria acordar com o cheiro da comida! — Ela sorriu — Não estranhou a minha cama dura?
—Estou moído, preciso de uma massagem!— Fingi ser um velhinho com dor nas costas. Rimos.
Ela se voltou de frente para mim, sorrindo e me beijou.
— Você é tão dramático, Maxwell!
— Hummmm... Você não viu nada ainda. — Levei a mão ao botão do fogão e a peguei no colo. — Sexo matinal! — Brinquei com as sobrancelhas. — Primeiro como a sobremesa, depois o café da manhã.
— Hum, que delícia amanhecer assim.
Sorri com ela nos meus braços e a levei para a cama, desamarrei seu hoby e apenas abaixei um pouco a minha cueca e a penetrei sem preliminares.
— Ravenn... — Disse seu nome em seu ouvido assim que me enterrei nela.— Haaaaaaaaaaaaa... Esfreguei os lábios no contorno do seu queixo antes de beija-la.
— Você adora me comer, não é?
— Adoro... Você é completamente diferente... Não sei explicar. — Disse segurando seus braços acima da cabeça, meu quadril era a única coisa que se movia, impulsionando meu pau dentro dela, a olhava nos olhos, eu gostava de ver o prazer estampado em seu rosto.
— Eu adoro o seu ímpeto! — Ela ergueu as pernas, prendendo em minha cintura e me dando maior acesso ao seu sexo. — Eu sou toda sua, Max! Estou viciada no seu corpo... No seu beijo...
— Haaa! — Aquelas palavras me deram um tesão maior e arremeti com vontade dentro dela, beijando seu pescoço. — Goza gostoso! Gosto do modo que me aperta. Sua bocetinha é gulosinha...
Ravenn me mordeu e passou a se contorcer embaixo de mim.
— AHHHHH! — Ela gemeu alto e gozou quente, me apertando.
— Isssoooooo... Haaaaaaaaaaaaa... delicia!!!! — Me esvai dentro dela, dando estocadas curtas, a apertei nos meus braços relaxando sobre ela.
— Nossa! — Sua respiração estava ofegante — O sexo com você é tão... intenso!
— Digo o mesmo. — Me ergui um pouco e a olhei. — Vamos comer?
— Você nunca pensa em usar camisinha? — Ela indagou rindo.
Franzi o senho e a olhei depois olhei para baixo.
— Merda! — Me levantei assustado. — Você me deixa tão louco que esqueço completamente.
— Relaxa, Max! Eu só perguntei por curiosidade. Eu não posso engravidar. — Ela se levantou e me abraçou por trás — Eu tive um relacionamento no passado, e eu acabei cometendo um erro que me impede de ser mãe! — Ela se afastou e me tomou pela mão — Vamos tomar café!
— Você... Tirou o bebê? Ele permitiu isso? — Não sabia nem o que estava dizendo, mas era um pouco triste isso.
— Pedir?— Ela riu, mas não era um riso de humor — Ele me obrigou! O que eu poderia fazer? Ele era rico, influente e bem casado... Eu acreditei nas suas promessas e quase perdi a vida!
— Casado? Mas que merda! — Disse me sentindo mal.
Nos sentamos e ela serviu os ovos.
— Porque se envolveu com um homem casado? Eu posso ser isso aí que você falou, Cafajeste na testa, mas um filho eu não deixaria passar. Não pediria pra tirar mesmo sabendo que não amo a mulher que o carrega, meu filho merece nascer. — Passei as mãos nos cabelos. — Esse é um dos motivos de não me casar! É um compromisso sério demais pra depois ficar traindo. não dá! Se quer viver na farra, melhor não casar.
— Eu o conheci em um jantar dos patrões dos meus pais. Era um homem sedutor e eu me envolvi! Eu não diria que me apaixonei perdidamente, mas eu me sentia protegida! Ele me fazia juras, diria que ia se separar e casar comigo. — Ela deu de ombros — Mas, quando eu engravidei a coisa mudou totalmente. Ele me xingou um monte, me bateu e me arrastou até uma clínica clandestina de aborto. Depois de duas semanas do procedimento, eu fui internada com uma infecção severa e eu quase morri. Eu consegui ficar bem, mas a lesão quase me fez perder o útero e eu não posso mais engravidar. Ao menos eu aprendi com isso. Amadureci na marra.
— Sinto muito, Ravenn! — Fiz um bico chateado. — Mas... Posso saber o nome dele!?
— Philippe Stephens, o maior escroto que eu já pus os olhos! Por sorte depois do aborto ele sumiu da minha vida totalmente! Vi nas colunas sociais que a esposa dele deu a luz ao segundo filho do casal. Não é hilário?
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