Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Hoje minha mãe me ligou meio desesperada, falando que eu não queria mais vê-la, que tinha a abandonado e que o meu pai não deveria ter feito aquilo, que ela deveria ter ficado do meu lado. Eu a calei ficando nervosa e prometi ir vê-la. Talvez, eu tenha causado alguma briga entre os dois com o meu afastamento. E por mais que eu tivesse com muita raiva do meu pai, não quero vê-los separados, ainda mais por minha culpa.
Chris apareceu na sala assim que desliguei a ligação com minha mãe, sorri para ele.
— Vamos ir almoçar com a minha mãe! — disse o abraçando pela cintura e recebi um beijo no pescoço.
— Isso é um pedido ou uma ordem? — Chris afastou meus cabelos para trás de meus ombros e me deu um beijinho calmo.
— Um pedido, sem opção de não! — Ri acariciando seu rosto. — Estou brincando, se não quiser ir não precisa, mas é que eu queria aproveitar que meu pai não está para te apresentar a ela que está surtando, achando que estou morando em algum beco sujo e escuro. — Mordi os lábios culpada. — Acho que eles estão brigando por minha causa, quero acalmá-la, mostrar que estou bem, Sabe?
— Vai contar que nos casamos? — Chris sorriu manhoso.
— Ainda não, ela vai ficar mais desesperada, vou contar que estamos noivos, é o que sua família sabe também! — Sorri.
— Está bem... Aproveite e marque o jantar com sua mãe de noivado... Pode ser qualquer dia, minha mãe para fazer uma recepção é numero um. — Sorriu e se afastou. — Vou buscar a carteira e a chave do carro, me espere no elevador.
— Sim, vamos marcar tudo, vamos falar com ela hoje e deixar que as mães enlouqueçam planejando nosso segundo casamento. — Sorri maliciosa, falando alto enquanto ele ia pegar a chave e carteira, ele riu alto do quarto. — Uma segunda noite de núpcias. — falei alto saindo do apartamento, fui para o corredor e chamei o elevador. Logo Chris fechou o apartamento e me abraçou por trás.
— Você gosta desta parte! — Chris piscou para mim enquanto colocava a jaqueta de couro.
— Claro que gosto, e não se faça de casto. — Rimos e entramos no elevador.
***
Chegamos na casa dos meus pais, saímos do carro e Chris pegou minha mão. Tio Thomas estava saindo de casa e sorriu para mim.
— Olá, menina, como você está? — Ele me abraçou e deu um beijo na testa.
— Estou muito bem e o senhor, como está? — pergunto dando-lhe um beijo na bochecha.
— Bem, querida! — Ele sorriu e olhou para Chris. — Você deve ser o namorado!? — Tio Thomas sorriu educado.
— Esse é o Christian, meu noivo, Tio! — Ele arregalou os olhos. — Chris apertou sua mão sorrindo.