Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Quem diria que depois de um caso ao acaso com o maior cafajeste de Nova York, ali estaria eu, casada e feliz com esse mesmo cafajeste.
Eu observava a interação de Max com a sua família, e nossa filha, meus pais e pensava que eu tinha realmente achado o homem da minha vida.
A noite caiu e nos recolhemos no antigo quarto do meu marido, Maureen ia dormir no quarto com mamãe e papai, justamente pra que eu tivesse a oportunidade de ficar sozinha com meu marido.
— Enfim sós! — Sussurrei no ouvido de Max, me deitando as suas costas, depois de ter vindo do quarto de mamãe e dado um beijo de boa noite na minha Maureen. Beijei as costas do meu marido, esperando que ele se virasse e reparasse na minha camisola, escolhida a dedo para seduzi-lo.
— Está quentinha? — Max falou rouco se virando.
Me sentei sobre ele deixando que visse a minha camisola, suas mãos deslizaram pelo tecido e ele sorriu mordiscando o lábio inferior.
— Essa eu não conhecia? — Suas mãos tocaram meus seios e ele beliscou meus mamilos me fazendo curvar sobre ele.
— Achei que a ocasião pedia!— o beijei. — Sabe o que eu estava pensando, Amor?
— Eu tenho até medo de saber! — Ele arregalou os olhos para mim e me puxou para um beijo. — Conta tudo para seu cafajeste preferido!
— Você se lembra que eu empreguei aquele nosso "presentinho" de casamento, não é? Já se passaram três anos e já podemos resgatar. Sabia que rendeu o dobro?
Max franziu o senho não se lembrando.
— Não me lembro disso?
— Como não se lembra, Max?— sorri e o abracei— Vai dizer que esqueceu o voto de silêncio que fizemos com o Vicente?— ri ao me lembrar do meu noivado
—E o que quer fazer com o resgate?
— Pensei de montarmos um pequeno cassino.
—Cassino? — Max levou as mãos para trás da cabeça. — Isso dá trabalho e disposição... Mas se acha que seria interessante.
—Eu já tinha pensado nisso antes... Quero construir algo para deixar para Maureen e o... Já escolheu o nome do seu segundo filho?
—Max Jr. — ele sorriu orgulhoso.
— Maxwell Jr? Sério? —acarinhei a minha barriga— Ouviu bebê?
Max se ergueu nos cotovelos e me encarou completamente surpreso.
— Porra! É sério isso? — Seus olhos estavam arregalados.
— O tratamento deu resultado, Maxwell. Eu vinha desconfiando, mas, não tinha certeza... Então fiz exames semana passada e já estamos há três meses de gestação, é um menino!
Max tapou o rosto e chorou, logo ele me virou me colocando deitada e desceu levantando minha camisola.
— Oi meu Junior... O papai está tão feliz... — ele me deu vários beijos. — Por isso que senti que tinha uma bolinha aqui... e você não me contou nada, uma semana me escondendo o meu rapazinho!
— Por enquanto só a Bia, sabia!— eu ri—Guardei a novidade pra contar aqui!
— Esse é o presente de natal mais importante que poderia me dar... — Max se inclinou sobre mim, sem por peso ele me beijou apaixonado.
Passei os polegares em seu rosto para secar as lágrimas que tinham caído, o olhar agradecido se tornou arteiro, ele se esfregou em mim.
— Não fizemos gêmeos? — ele piscou rindo atrevido.
—Não! Fizemos um menininho
Max me abraçou rindo, me beijando sem parar.
— Estou muito, muito feliz!!! —Ele apoiou a mão sobre minha barriga. — Meu garoto!!!
— Também estou muito feliz, paizão! Nós merecemos!
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