Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Entramos na casa e mostrei para ela as dependências, dava para se perder dentro dela. Ravenn adorou o local e o frio que se abateu nos levou a tomar uma sopa de creme de milho e um bom vinho regado com petiscos de tirinhas de frango.
Sentamos próximos a lareira para apreciar aquela refeição e conversar sobre nossas vidas, infância e nos conhecer melhor ainda. Claro que tive que contar que eu não era uma criança fácil, colocava o terror na casa e nos meus irmãos. Minha mãe era a única capaz de me fazer ficar quieto com suas doces ameaças.
— Uma vez... Aqui mesmo nesta casa. Fiz meus irmãos acreditarem que havia um fantasma. Tinha descoberto eu uma das ripas da escada estava solta, e rangia conforme alguém andava. Então peguei o gato gordo da minha vó, coloquei na coleira e o amarrei no corrimão, justamente para ele ficar subindo e descendo a escada pra ela ranger. Por fim, estávamos os três agarrados na minha cama, porque o gato passou a uivar e não a miar. Nunca tínhamos escutado aquilo. — Rimos. — Minha irmã Elva praticamente se escondeu atrás de mim assim que a porta do meu quarto se abriu e vovó entrou com o gato nos braços, furiosa. O gato quase morreu enforcado por ter se jogado da escada pelo vão do corrimão. Nunca mais o amarei novamente. E não foi por medo do uivo, mas da minha avó.
— Meu Deus, você era uma peste!
Dei risada dando de ombros.
— Um pouco! — Franzi o cenho. — Vai me dizer que nunca aprontou algo?
— Nem tanto! Eu fui uma criança meio quieta, crescendo no quintal dos patrões dos meus pais, eu tinha que me comportar!
— Hummmm... — peguei a taça e dei um último gole no liquido que restava dentro dela, acomodei a taça na mesinha e olhei para Ravenn.
Seu rosto se iluminava com a claridade do fogo da lareira, ela parecia perdida em seus pensamentos, sorriso leve no rosto.
— Como se sente sabendo que tem uma parte de mim dentro de você? — Afastei seu cabelo de seu ombro depositando um beijo leve.
— Eu não tinha pensado bem sobre essa questão de ser uma parte de você! Eu estava pensando mais sobre a parte de mim!— ela riu— Eu estou imensamente feliz! Apaixonada pelo meu bebê...—ela tocou sua barriga— E apaixonada pelo pai dele!
Sorri e a beijei levando a se deitar no colchonete jogado no chão, me deitei sobre ela e sorri entre nossos lábios.
— Eu adoro você, Ravenn... Adoro o seu cheiro, sua boca, seu gosto, sua mania de ser bravinha. — Acariciei seus cabelos e a beijei com paixão.
— Adora?— ela soou desanimada—Tudo bem, Maxwell!—ela me abraçou forte e repousou a cabeça em meu ombro —Você já ama o nosso filho, Max?
— Amo! — A abracei forte, gemendo em seus braços, gostava daquele calor gostoso, a segurança que ela me dava ao me abraçar.
— O que você acha que vai ser? Com quem acha que vai se parecer?