Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Com muito custo consegui participar da reunião com meu cunhado e pai, ver a cara dele ao escutar do meu pai que não estava feliz pelos rumores sobre seu caso amoroso com Mércia o deixou completamente sem chão. Saiu de lá prometendo demitir a moça e aceitar Simon no lugar dela.
Simon e ele também tem um grande problema, não se bicam e ele sabe muito bem porque Simon estava indo para lá. Ficar de olho no garanhão. Assim esperávamos de que ele olhasse mais para Caroline e visse o quanto ela o ama.
Segui para a minha sala, dei um toque na mesa de Ravenn e parei a sua frente.
— Preciso de você amanhã para viagem de negócios... Agora levante e pegue sua bolsa. Durante o almoço te explico para onde vamos e o que faremos.
— Como assim, viagem? — Ela apanhou a sua bolsa e me acompanhou — Você acaso perguntou se eu tenho disponibilidade pra viajar?
— Você tem disponibilidade. — Disse um pouco autoritário, parei em frente ao elevador apertando o botão. — Vamos ao promotor que passou a fraude. Vai ser interessante. Preciso de você para anotar e ser testemunha.
— Tudo bem, Sr Danton! — Me virei para ela.
— Já disse quem é Sr. Dalton é meu pai.
Ela riu de lado.
— É que você soou tão autoritário, que o tom casual de sempre não se aplicava Sorri de lado, a porta do elevador se abriu, coloquei a mão na base de sua coluna e a guiei para dentro do elevador.
— Autoritário? Você gosta deste tom? — Parei a sua frente, dando as costas para a porta.
— Será que podemos ser profissionais ao menos uma vez? — Ela encarava direto pra minha boca.
— Estou sendo.
— Não, Max! Não está. —A olhei de lado.
— Está brava?
—Pareço brava?
—Arredia. Magoada. Revoltada. Sinistra!
— Sinistra? — Ela riu de lado — Confusa... Decepcionada... Desiludida!
— Meu Deus!— Me seguro na parede do elevador. — Como é dramática.
— Não! O drama é todo seu.
— Vamos! — A puxei para fora do elevador e caminhamos para o meu carro. — O que quer comer? Massa? peixe? Carne?
— Vou deixar o cardápio ao seu critério hoje. Me surpreenda, Max! Mais do que você já tem me surpreendido!
— Hummm... — Sorri formando minhas covinhas na lateral da boca. — Perfeito!—Entramos no carro e saí de lá as pressas. Segui pela 5ths até chegar na garagem do meu apartamento, era hora dela conhecer o meu covil e conhecer o meu lado caseiro.
— Vem! — Abri a porta do carro para ela.
—Achei que iríamos em um restaurante!
—Eu vou cozinhar hoje, você vai apenas observar. — Fechei a porta do carro e peguei em sua mão a levando para o elevador.
— E será que eu aprovo o seu tempero? — Ela riu.
— Tenho certeza que sim... — Pisquei para ela e puxei a porta do elevador para entrarmos. Dei passagem para ela e entrei deixando a porta se fechar. Apertei o 12º andar, tirei o paletó e coloquei no meu braço.
— Ansiosa?
— Por que estaria?
— Porque não me agarrou ainda! — Sorri de lado.
— Você é incorrigível, Maxwell! Quando eu o agarrei?
— Não! — A olhei surpreso. — Você tem memória curta?
— Eu não sei do que você está falando!
O elevador parou e eu abri a porta esperando que ela passasse por mim, bem rente ao meu corpo, pois fiquei na porta, a levei até o apartamento 1212, destravei a porta e a fiz entrar. Um apartamento rustico e moderno surgiu para ela, sofá era de 4 lugares voltado para a parede onde se tinha uma TV de 50 polegadas, um vídeo game, e toda parafernália que eu gostava em termos de som.
Uma porta de correr grande estava fechada, a puxei para ir até o quarto.
— A esquerda é o quarto do meu irmão e este é o meu. — Mostrei. — Os dois tem banheiros individuais, então não preciso brigar com outro macho para usar.
— É um apartamento bem aconchegante! Mas, eu estou mais interessada na sua cozinha!
— Vamos a ela. — Sorri pegando a sua mão, demos a volta numa parede falsa, a cozinha era praticamente o mesmo tamanho da sala, ampla e moderna, paredes de tijolinho a vista e na janela um canteiro vivo de temperos. —Coisas de minha mãe! — Apontei para o canteiro. Abri a geladeira e peguei todos os potes com as verduras e legumes lavados e separado. Coloquei sobre o balcão da ilha.
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