Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Transar com Maxwell foi uma atitude totalmente impensada e insana. Mas, por que eu não estava arrependida? Quando ele deixou a meu apartamento, senti uma súbita sensação de vazio. Me larguei na cama pensando nas nossas últimas horas e adormeci. Quando acordei com o despertador tocando de manhã, eu estava ansiosa para reve-lo, para entender exatamente o que estava rolando entre nós. Me arrumei caprichosamente e me perfumei dos tornozelos ao pescoço, ri me sentindo ridícula por estar fazendo aquilo pensando nos resultados que poderia ter. Deixei o meu apartamento e tomei um táxi para o trabalho, ansiosa para rever o meu chefe safado que não apareceu o dia todo. Até a hora do almoço meu coração dava pulos de ansiedade no peito a cada vez que eu ouvia a porta se abrir, mas aos poucos essa ansiedade foi sendo substituída por raiva. O que eu estava pensando? Criando devaneios românticos com um homem que exalava apenas sexo e que demonstrava a cada gesto que o seu único interesse nas mulheres era levá-las pra cama? Ele já tinha conseguido o que queria de mim e ali morria o seu interesse. Talvez, ele até estivesse me evitando.
A tarde foi agradável e trabalhei diretamente com o Sr Danton, e aquele homem tinha tanto a ensinar que enquanto estava em sua companhia, absorvendo como uma esponja tudo o que ele me passava, consegui esquecer seu maldito filho gostoso e canalha. Mas, quando e expediente acabou e voltei pra casa, e as lembranças da noite anterior me arrebataram, a garrafa do vinho ainda estava pela metade na mesa, os pratos com restos de panqueca e as almofadas do meu sofá no chão. Recolhi a bagunça e tratei de limpar o meu apartamento, troquei a roupa de cama que estava impregnada pelo seu perfume. Coloquei a roupa na máquina para lavar e liguei a TV, apenas para ter algum som na casa e eu não me sentir tão solitária. Quando terminei de limpar a casa, me larguei no sofá e encarei o celular em minha mão tentada a ligar pra Maxwell, mas resisti a essa vontade, eu não ia me humilhar a tal ponto. Resolvi ligar pra Bia, conversar com a minha amiga sempre me ajudava a ver as coisas com clareza e me sentir melhor.
Infelizmente, o seu telefone caia direto na caixa de mensagem, talvez ela tenha saído pra se divertir um pouco. Bia costumava ser tão reclusa, e era bom que ela saísse um pouco. Abri o Whatsapp e lhe mandei emojis com beijinhos e assisti o vídeo que ela tinha me mandado há dois dias.
— Você vai voltar a dançar um dia, minha amiga! Tenho certeza disso. Larguei o celular na mesinha de cabeceira e passei a ver a TV, acabei adormecendo no próprio sofá. — Quando acordei já eram cinco da manhã, tomei banho, me arrumei com o mesmo capricho do dia anterior, eu não ia deixar a indiferença de Maxwell afetar a minha auto-estima. Foi só uma transa! E o meu mundo não ia girar em torno disso.
Saí mais cedo de casa e quando cheguei a minha sala Max e Chris já estavam lá.
— Bom dia, Maxwell... Christian! — Sorri amável — Pelo visto, eu não fui a única a saltar cedo da cama hoje.
— Bom dia! — Os dois falaram juntos e sorriram.
— Como foi seu dia sem nós aqui? — Maxwell perguntou se sentando na beirada da mesa.