Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
Max abriu a porta que dá pra escada de incêndio e me puxou para ela me fazendo descer três lances de escada saindo em outro andar completamente vazio e em reforma.
Assim que passamos, Max tirou algo do bolso e travou a porta e me olhou.
— Só nós!
— O que tem em mente, Maxwell Danton?! — Minha calcinha estava molhada só por causa daquele tom de voz rouco e desejoso.
Ele sorriu desejoso agarrando na minha mão e me levou até a grande janela.
— Aqui é perfeito. — Parou diante da janela e se voltou pra mim. — Tire a roupa.
O obedeci sorrindo e tirei a roupa de um modo pessoal ficando apenas no corsolete e cinta liga que eu usava quase sempre, e no meu usual salto agulha.
— E o que mais o meu senhor deseja?
— Aiiii... Isso tudo está um delicia.
Max tirou a roupa ficando completamente nu. Ele me abraçou e me beijou guloso.
— Fique assim. Você está maravilhosa. Que sessão de mulher.
— O que fez com o chicote, Max? Eu te provoquei na frente de outro homem, não acha que eu mereço um castigo? — Mordisquei o lóbulo da sua orelha— Não quer bater em mim?
— Há!!! O extra está no carro. Mas eu já estou nu para ir buscar. — Ele riu ofegante. — Eu uso a minha mão pra te punir.
— Me pune! — Sorri maliciosa
Max pegou em minhas mãos e me virou para a grande janela me fazendo espalmar as mãos no vidro.
— Olha que vista linda... Nova York é toda nossa neste momento... — Max deslizou a mão pelo meio da minha bunda e passou a esfregar a mão no meu sexo, forçando um pouco com o dedo do meio, ele estava praticamente ao meu lado, beijando meu pescoço, seu dedo ia e voltava no meu clitóris, espalhando o meu gozo. — Você gosta da vista, Ravenn?
— É uma vista maravilhosa! — Minha voz saiu rouca — Ahhhh, Max. — Ele tirou a mão rapidamente e me deu um tapa ardido na bunda e voltou a me cutucar.
— Delícia... — Max se posicionou atrás de mim, beijou meu ombro, com a mão livre pincelou seu pau na minha abertura e me penetrou devagar, me levando a um gemido alto. — A cidade assiste a nossa foda...
— Nós somos perfeitos juntos, Max!— Apertei o seu braço que enlaçava a minha cintura e prendi a cabeça pra trás.
Max puxou minha mão que o abraçava e a espalmou no vidro e segurou, cada uma em uma mão. Ele me dava estocadas vigorosas, grunhindo atrás de mim, deslizou a mão pelo meu braço indo até meus cabelos que juntou um bom punhado na mão e puxou, agora ele estava sendo bruto atrás de mim, me levando a loucura, estava tão duro.
Max saiu de dentro de mim me girando e me colou no vidro, me fazendo abraçar sua cintura e passou a me comer com mais força e rapidez, ele arfava em gemidos alto, ele mordia de leve meu pescoço.
— Ohhh, Max! — Eu estava viciada naquele homem e isso era muito perigoso, porque eu estava totalmente entregue — Está me viciando em você, Max! Não faz isso.
Ele me olhou e me calou com um beijo me pegando no colo e me colocando sentada na mesa improvisada de tapume, me fez deitar abriu minhas pernas e travou outra embaixo do seu braço, sua mão espalmou sobre meu baixo ventre e passou a remeter com ímpeto, a mesa agora rangia de suas estocadas rápidas.
— Goza... — Ele levou o dedão ao meu clitóris e num movimento frenéticos ele passou a massagear — Porra!!!
Soltou ele entre os dentes me sentindo gozar, apertar ele com força, apertei meus seios, sentindo o prazer me invadir, gemi alto e ele se esvaiu dentro de mim, pulsando e inundando meu canal, rosnando baixo.
— Ah, Max! — Me sentei e o abracei, ele ainda pulsava dentro de mim e não imaginava o quanto eu era dele. Eu estava tão confusa, aliás eu não estava confusa, eu sabia exatamente o que sentia, só não queria admitir.
— Por que você tem que ser tão incrível? — Max me abraçou apertado ainda arfando, segurou o meu rosto para me olhar e me beijou, calmo.
— E você me surpreende todas as vezes que ficamos juntos. — Ele manteve o olhar grudado em mim.
— Isso é uma coisa boa? Eu nunca desejei tanto alguém!
Max franziu rapidamente o cenho e me abraçou.
— Isso é bom ou ruim? — Sua voz saiu rouca.
— Eu não sei! — Eu não queria soltá-lo. Tanto o seu coração quanto o meu batiam tão forte e ele me abraçava como se quisesse perpetuar aquele momento.
Ele me soltou rapidamente, pegou o paletó, me deu para vestir e pegou a cueca e a vestiu, se sentou atrás de mim sobre a mesa improvisada e me puxou para ficarmos abraçados.
— Eu... Às vezes queria poder ter força e coragem de mudar a estrutura da vida que construí... — Ele começou a falar com calma, me segurando em seus braços. — Queria ser como meu irmão. Se apaixonar, namorar, fazer planos. Mas não consigo! Me desculpa estar falando isso assim... Gosto de você, de verdade! Gosto de estar com você, mas a ideia de estar preso a uma pessoa não me deixa confortável. E já te falei o porque disso. Para assumir um compromisso tem que estar completamente envolvida. Entende?
Engoli em seco e senti as lágrimas aflorarem. Que merda!
— Claro que entendo!— engoli o choro, junto com o meu orgulho.
— Shhhhhhhhhhhhh... — Ele me balançou. — Me desculpe! Eu tenho esse dom de magoar as pessoas... — Ele me embalava em seus braços.
— Eu não estou magoada! — Soei duro e me afastei recolhendo as minhas roupas, me vesti apressada, secando as últimas lágrimas — Acabou a hora do recreio, Max! Vamos trabalhar.
Max ficou me olhando sem sair de cima da mesa, baixou a cabeça soltando o ar com força.
— Deixe minhas coisas aí... Vou ficar! — Ele desviou o olhar para a janela. —Apoiou os cotovelos nos joelhos e se calou.
Me voltei para ele, me sentindo muito puta e acrescentei.
— Somos dois adultos que transam, Maxwell! Não se dê tanta importância... O sexo é incrível! Mas, é só isso... Sexo! — Calcei meus sapatos tentada a me escorar em uma daquelas paredes e chorar até não poder mais — Temos uma reunião em meia hora, não se atrase! — Sai de lá engolindo o choro.
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Maxwell
Apenas levantei a mão em forma de agradecimento e acompanhei pelo meu ouvido ela se afastar, a porta se abrir com força e bater.
Olhei para a cidade e puxei o ar com força, sorri de lado.
— Como se fosse só sexo... Tá bom! — Pensei em Beatriz, eu não tinha um pingo de vontade de vê-la.
Apanhei meu paletó pegando o celular no bolso interno e mandei uma mensagem para ela.
— Sinto muito... Não vou conseguir sair da empresa antes das 20:00 horas, muitos problemas aqui e te explico amanhã na BR.
Apertei ENTER enviando a mensagem.
Segurei o celular na mão e fiquei sentado naquela mesa por mais vinte minutos, me vesti e voltei ao andar, indo direto para a sala de reuniões.
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