Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Depois que voltei para o setor e entrei em reunião, Ravenn simplesmente me ignorou o restante da tarde e depois foi embora sem dizer até mais. cheguei ao apartamento crente que acharia meu irmão puto comigo, mas não. Ele estava vazio por completo, o jeito era ir tomar um banho e cair na cama.
Foi o que fiz e não demorou muito para capotar e deixar a TV ligada. Acordei na manhã seguinte com o despertador do meu celular, desliguei e me sentei na cama.
Às 9:00 horas estava indo para a BR trabalhar, não vi meu irmão em casa e acredito que nem dormiu por lá.
Assim que cheguei na empresa, dei de cara com Bia saindo do escritório com algumas pastas nas mãos, a puxei para mim e entrei com ela em outro escritório vazio.
— Me desculpa por ontem! Eu estou com uns problemas na empresa... De verdade, não queria ter desmarcado. — E a beijei sem dar tempo de falar alguma coisa.
Percebi que resistia um pouco, mas logo ela estava cedendo ao meu avanço.
— Precisamos conversar! — Ela disse entre os beijos.
—Não!... não fala isso! eu sei que errei, me desculpa. — Girei com ela em meus braços e a coloquei sentada na ponta da mesa, Segurei seu rosto ofegante, precisava dela, precisava tirar aquela angustia do meu peito. — Faz amor comigo? — Pedi a beijando novamente. — Aqui!?
— Não estou chateada, juro! — disse e soltou um gemido rouco quando apertei seus seios.
Desabotoei a calça e abaixei rapidamente o zíper, ajeitei Bia na ponta da mesa afastando sua calcinha, a abracei forte e me enterrei nela.
— Haaaaaaa... Bia... Bia! — Eu precisava lembrar de com quem eu estava, mas a minha frente não era ela, era Ravenn.
Apertei os olhos pesadamente e passei a dar estocadas fortes nela, ela precisava me ajudar a tirar Ravenn da cabeça.
— Max — Ela gemeu puxando meus cabelos e levando minha boca para ela, me beijou com gula, suas pernas puxaram meu quadril e investi mais forte.
Me agarrei a ela como se agarrasse a última esperança, Bia cravou as unhas em minhas costas, grunhi com a dor e o prazer, ela gozou com intensidade e eu com ela, dando estocadas fundas, me esvaindo por completo.
A abracei totalmente desesperado, ela nao foi capaz de me salvar daquela angustia, gemi arfando. acariciei seus cabelos e a olhei
— Como foi a sua noite? — A Beijei.
— Precisamos conversar, já disse! — Ela acariciou meu rosto e percebi uma angústia em seus olhos também, ela levantou, se afastou se arrumando.
Me arrumei, mas tive que tirar a gravata e abrir o botão da lapela, estava tudo me sufocando. Esperei ela se voltar para mim e começar.
— Eu não sei o que estamos fazendo aqui, mas tenho plena consciência que não espera mais de mim além disso — Ela nos aponta insinuando o sexo que fizemos a pouco. — Estou confusa e acredito que estou gostando de alguém de verdade, pela primeira vez, Max, e eu não quero mágoa-lo, porque não sei o que fazer ou como agir diante desse novo sentimento! — Ela respira pesadamente, parecendo perdida. Dá de ombros. — Já se sentiu tão perdido assim? Eu não sou mulher de mentir para mim mesma, e não sei o que fazer. — Ela se aproxima e aponta para o meu coração. — E eu sei que tem algo diferente em meu coração, então, para organizar meus pensamentos, eu prefiro que isso entre nós acabe! — Disse determinada.
Fiquei de boca aberta, incrédulo. estava sendo dispensado. Pisquei várias vezes tentando entender o que se passava, não com o seu pedido, mas comigo mesmo. A quem eu queria enganar?
Saí da sua frente e caminhei até a perciana, puxei para baixo, não passava ninguém pelo corredor e a olhei passando a mão pela barba.
— Está bem! É seu direito de não querer mais. — Dei de ombros. — Foi bom. Espero que a pessoa que está ocupando seu coração seja bom para você. — Sorri e fui até ela a abraçando. — Gostei de você. É uma ótima garota. Sabe fazer um homem feliz. — Dei um beijo em seu rosto. — Vamos trabalhar?
— Preciso te dizer quem é, para que possa até mesmo aconselhá-lo, estive pensando e talvez, eu não seja o melhor para ele, viu como eu cedi tão rápido para você? — Ela riu um pouco triste. — É o Chris — Apertou os lábios. E seus olhos lacrimejaram — Eu não sei direito como ou quando aconteceu, mas eu sinto algo diferente por ele e quero vê-lo feliz, Max, mesmo que a felicidade dele seja longe de mim. E ficar com você, depois de tudo que conversamos, vai magoa-lo.
— Não! — Segurei seu ombro. — Christian é um cara excelente. Ele vai te fazer feliz. — Sorri. — Eu prefiro que eu saia da sua vida e o deixe entrar, não vai se arrepender. Ele gosta de dar flores e chocolates. — Rimos. — Não aconteceu nada entre nós, foi só... Desejo mutuo e não vai se repetir. Mulher de meu irmão é minha irmã também. Devia ter te deixado falar, me desculpe.
Ela me abraçou forte.
— Pode contar comigo, mano! Para qualquer coisa. — Ela apontou para minha testa e riu. — Até para essa ruguinha de preocupação que apareceu em sua testa! Garanto que sou boa ouvinte e dou bons conselhos, para os outros claro, faça o que digo, não faça o que faço! — Brinca divertida. — Obrigada pelo conselho sobre o Chris! — Seu olhar ainda está perdido, mas agora tem um brilho que não estava ali minutos atrás.
— Também sou um bom ouvinte. — Beijei seu rosto. —- Agora vamos ao trabalho. — Suspirei sorrindo, abri a porta e saímos para mais um dia de trabalho.
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