Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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— Você ficou louca? - Max andou apreçado pro meu lado e praticamente me puxou para descer da égua. — O que você tem na cabeça sua maluca... Sabe quais são as chances de você engravidar novamente se perder o meu filho!?
— Caramba, Maxwell!— eu não sabia se ficava brava pela rusticidade, ou se achava adorável a sua preocupação— Calma! Eu não sai galopando por aí. Foi só uma volta.
— Maluca. — Max deu um tapa na traseira da Égua que saiu galopando para a coxia, ele se virou para mim. — Um simples trotar pode descolar a placenta... Deixa de ser teimosa.
— Eu não trotei, Max! E quando você ficou tão entendido de gravidez?
— Há! Lembre-se que eu nasci prematuro e quase morri... Tudo por causa de um cavalinho. — Max apanhou a minha mão e saiu me puxando. — Como pode fazer algo assim! Estou puto com você.
— Desculpa!— eu não consegui dizer mais nada! Me sentia uma irresponsável. Eu não havia pensado nas consequências.
— Aposto que nem café da manhã tomou?
— Eu tomei!— murchei do seu lado como uma criança malcriada que aguardava um castigo.
— Sam me disse que não a viu na mesa. — Entramos em casa e a mesa estava posta com tudo. Bolo, pães, panquecas, frutas, queijos, suco de laranja, café, leite, etc... —Sente-se... Vai comer mais um pouco.
— Mas, Max... Eu não estou com fome! Eu comi algumas frutas na cozinha.
— Coma um pouco de panquecas com geleia... Um suco de laranja.
— Tudo bem!—dei de ombros resignada e me sentei pra acompanha-lo.
Max colocou uma panqueca em meu prato e despejou o suco no meu copo.
— Vai ficar com essa tromba o resto do dia?
— Essa é a única que eu tenho. — Ele me encarou mastigando. — Como você não pensou no risco, Ravenn?
— Eu não sai galopando ou trotando por aí, Max! A égua é tão mansinha.
Max suspirou passando as mãos no rosto.
— Não faz mais isso, por favor!
— Tá! Será que você pode melhorar essa cara agora?
— É só comer! — Ele sorriu de lado. — Me deixe satisfeito em te ver comer.
Sorri pra ele e me servi da panqueca.
—Sabia que a sua testa fica franzida quando está preocupado ou tenso?—eu brinquei.
— Eu sei!— ele manteve o sorriso. — Já você parece uma garotinha acuada quando leva bronca. Gostei.
— Só quando eu não tenho razão! —pisquei um dos olhos— E são poucas as vezes que eu não tenho razão!