44 Ravenn fica preocupada

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Max tinha sumido o dia inteiro e receber a sua ligação me informando que não estava bem, me deixou muito preocupada.

Adiantei o meu trabalho e tudo o que pude deixar para o dia seguinte, foi salvo numa pasta no computador. Tomei o meu carro e dirigi o mais rápido que consegui, tanto que levei uma multa no trajeto de um guarda bonitão e mal-humorado. Cheguei no prédio e subi apressada, empurrei a porta do apartamento assim que cheguei.

— Max! — O chamei e segui para o quarto, ele estava deitado na cama com uma expressão um pouco abatida — Como você está, meu amor? — Levei a mão a sua testa.

Ele apanhou a minha mão levando ao rosto, beijou demoradamente.

— Com dor de garganta. — Ele piscava duro e sua pele estava suada. — Com frio.

— Tem um termômetro em algum lugar por aqui? Temos que ver se essa febre não está muito alta. Você já tomou um antitérmico?

— Não tem nada do que me pede. — Ele me puxou para si e abraçou.

— Eu vou na farmácia rapidinho! — Ele me beijou suave — O que você comeu, meu amor?

— Uma brusquetta...— A encarei. — Não precisa ir a farmácia. Só você já é meu remédio.

— Max! Eu tô preocupada! Quer um cházinho?

— Quero... — Ele me beijou.

Levantei e fui para a cozinha. Encontrei algumas caixinhas de chá no armário e por sorte tinha uma de boldo. Dona Poliana fazia pra mim e pra Bia, quando algo não fazia bem, ela sempre nos dizia que era muito comum no seu país e era um santo remédio contra males do estômago. Preparei o chá, arrumei tudo numa bandeja e segui para o quarto.

— Prontinho! O sabor não é bom, mas faz muito bem! Achei um analgésico no armário da cozinha.

— Tira essa roupa e vem se deitar aqui comigo. — Ele apanhou a xícara na mão e a levou a boca, dando um gole generoso.

— Hummmm... Que merda é essa? — Ele fez careta.

— Boldo e você vai tomar tudo.

— Depois! — Ele queria me dar a xícara.

— Agora, Maxwell Danton! — Fui firme.

— Eu joguei pedra na cruz! — Ele disse baixo voltando a tomar.

Corajoso praticamente virou o liquido na boca, estendendo a xícara para mim e tapando ao boca com o edredom, eu conseguia escutar seus gemidos de desgosto.

— Bom garoto! — beijei sua testa — Acho que você não está mais tão quente.

Ele baixou o edredom ainda com careta.

— Você me matou agora.

— Para de ser chato! — Beijei seu rosto e me levantei — Vou tomar um banho! — me desfiz das roupas e ele me encarou guloso — Não me olhe com essa cara de tarado, você está convalescente — Eu já volto.

Max gemeu estranho e cobriu o rosto com o edredom.

— Você me faz ter ereção até doente... Morrendo nesta cama!

— Você não está morrendo! Não exagere.

Segui para o banheiro e tomei um banho rápido, quando voltei ao quarto, Max estava de pé próximo a cômoda, guardando algo.

— O que está escondendo aí? — Brinquei.

— Minhas roupas que vieram da Lavanderia.

— Me empresta uma camisa! Vou deixar as minhas roupas pra ir pra casa! — Eu ri

Ele me olhou e sorriu de lado.

— E para que quer minhas roupas. — Ele puxou a toalha me deixando nua e me agarrou me virando de costas para ele.

— Pra me vestir! — sorri marota.

— Hummm... Quem disse que eu quero você vestida.

Ele foi me levando para perto da cama, atrás de mim seu pau já me cutucava.

— Eu preciso de analgésico... — Ele falou manhoso no um ouvido e me deitou na cama, me mantendo de bruços.

Puxou meu quadril para cima me colocando de quatro e mergulhou no meu sexo, guloso como sempre.

— Ahhhh Max! Que fome, meu amor! — gemi gulosa — Isso tudo é saudades da minha boceta?

— Não tem noção do quanto. — Max se aprumou atrás de mim e me penetrou devagar, agarrando no meu cabelos, enrolou na mão e meteu com vontade.

— Hum...Vai mais forte, meu amor! Você sabe que eu gosto com força! —Ergui o bumbum, deixando-o empinado pra ele e passei a me mover no seu ritmo, sentindo as nossas carnes se chocarem num ritmo intenso. O calor no quarto subia e nós suávamos bastante. Senti meu corpo tremer com as suas investidas e gozei abundante.

Max grunhia atrás de mim, ele pulsava dentro de mim. Dando estocadas fundas.

— Haaaaaaaaaaa... — Soltou ele em sua ultima estocada e desabou na cama me levando com ele. — Há! Agora sim... Me recuperei totalmente! — Falou ele de olhos fechados arfando.

— Se recuperou totalmente, não é? Sei! Se eu não tivesse visto que estava com febre eu diria, que fingiu esse mal-estar só pra me trazer aqui.

Ele virou a cabeça para me olhar e riu sem jeito, logo ele estava gargalhando.

— Eu coloquei bolsa de água quente embaixo das cobertas.

— Você o quê? — lhe dei um tapa — Eu levei uma multa, sabia?

— Eu pago... — Ele continuou a rir me abraçando e me beijando o rosto. — Não queria ficar sozinho!


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