Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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Passei a reunião inteira me sentindo sujo, nervoso, irritado, não falei nada, não escutei nada. Minha perna por debaixo da mesa não parava quieta.
Me levantei quando meu pai deu por encerrada a reunião, ele ainda me chamou quando me viu sair as pressas da sala de reunião, puxei a chave do carro e desci para o elevador e de lá fui para o meu apartamento.
Mal entrei já fui arrancando a roupa e largando pelo caminho, entrei no meu quarto abrindo os registros, nem esperei a água ficar numa temperatura boa, levando uma chamada de água fria nas costas, gemi alto quase sem ar com o choque de temperatura.
demorei debaixo daquela água uns vinte minutos, me ensaboei e quase esfolei a minha pele.
Por fim estava sentado na cama, pingando água dos cabelos, parado na frente do espelho completamente nu. O celular jogado na cama tocando sem parar. Eu estava inerte, preso em meus pensamento da merda que tinha feito.
Apanhei o celular depois que ele se calou e liguei para Ravenn, esperei que ela atendesse.
— Max? Onde você está? Estava te esperando pra almoçar, acabei comendo um sanduíche com suco de laranja no refeitório
— Vem para o meu apartamento. — Fui direto. — Não estou me sentindo bem... Acho que estou com febre.
— Andou comendo alguma coisa que não devia?
— Acho que sim... Na verdade comi sim... Estou me sentindo muito mal. — Suspirei.
—Tá bom! Eu vou só arquivar uns documentos que a Brenda me passou e não demoro. Você não quer que eu chame um médico?
— Não é para tanto. — Sorri. — Vou fazer uma sopa, você me acompanha?
— Não faz nada! Deixa que eu faço quando chegar. Me espera quietinho na cama... Vai que você deu uma infecção.
— Está bem! — Cocei os cabelos exasperado. — Estou te esperando.
— Vê se não faz nenhum esforço... Eu já chego pra cuidar de você!
— A porta está destrancada... —Disse me levantando, precisava recolher a roupa que deixei jogada. — Vem logo, amor!
Recolhi as roupas depois de desligar e corri para a lavanderia enfiando tudo lá dentro, joguei um pouco que sabão e liguei a máquina.
Voltando para o quarto com o paletó, coloquei no saco da tinturaria e liguei para vir buscar. Dez minutos depois o rapaz estava na porta para me trazer o que tinha mandado lavar e pegando o que tinha pra ele lavar. Paguei o que devia e fechei a porta, deixando destrancada.
Corri para o fogão, apanhei uma toalha, a coloquei debaixo da água quente e a deixei ela úmida e bem quente e passei no rosto, esquentando a minha pele, enchi a bolsa d'água com água quente, e voltei pra cama, me cobrindo com o edredom com a bolsa quente embaixo das minhas costas quase perto do pescoço, assim elevaria minha temperatura.
Dei risada lembrando de quando criança eu fazia isso para não ir a escola, sempre colava.
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