Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
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De início não acreditei muito que meu pai estava de acordo ou sabendo do que Ravenn tinha feito, ele ficou vermelho, e parecia alterado.
Mas quando vi ele oferecendo o dinheiro que sobrou para a Ravenn. Meu coração amoleceu, não teve jeito, enquanto Ravenn e Max decidiam o que fazer de suas vidas fui até ele e sorri.
Um pouco exitante o abracei. Ele parecia frio e demorou a me abraçar.
— Obrigada — Sorri feliz e beijei sua bochecha. Respirei fundo, diante de sua frieza, chegando a conclusão que talvez esse seja seu modo de mostrar que se importa, mas pelo menos uma vez, queria sentir seu abraço de verdade, um que demonstre seu amor por mim.
—Me perdoe pelo seu estúdio! —ele soou sincero— Espero que isso compense!
— Não precisava ter que compensar nada, pai! No fundo, eu só queria que você me aceitasse, mas acho que isso nunca vai acontecer, não é! Sempre vai desejar de mim, algo que não sou... E eu sinto muito ter te decepcionado. — disse calma e sincera. Sentia muito por não ser a herdeira que ele tanto sonhou. — Eu pretendo ter filhos, quem sabe? Se eles herdarem seu amor pelos negócios, eu ficarei feliz! — Brinco e o olho sorrindo.
—Não vamos ter pressa, Bia! — Chris se juntou a nós sorrindo. — Seu pai é jovem, tem muito o que fazer na empresa, eu e meu pai estamos do lado dele para o que precisar.
— Eu disse que pretendo e não que vou ter agora, amor! — O olhei rindo e ganhei um beijo terno.
—Errei quando tentei projetar os meus sonhos em você, filha! Eu só quero que seja feliz... Mas, se cuide antes se dedicar integralmente a essa causa.
— Não tem com que se preocupar... Bia tem paixão pela dança e eu amo ver a minha esposa dançar. — Ele me deu um beijo no rosto. — Bia fará uma cirurgia simples no joelho, o médico garantiu que em seis meses mais ou menos ela volte 100% para executar a dança... De mim ela terá todo o apoio, e espero que o senhor e a Sra. Viana também apoiem. Isso é importante para nós.
—Terão todo o meu apoio. Não dá para lutar contra o sonho da Beatriz
— Não mesmo! É contagiante... E a primeira apresentação que verão depois da recuperação, é eu e Bia dançando tango. — Chris sorriu apaixonado para mim.
— O Chris é muito bom no tango! — Mordi os lábios sem desviar dos olhos dele lembrando daquele momento precioso.
—Imagino que sim! Não querem se mudar para a mansão? Poliana sente muito a sua falta, Beatriz!
Minha mãe chega e abraça meu pai e sorri para ele, dá para ver em seus olhos como ela o ama.
— Eu ficaria imensamente feliz se vocês aceitacem. — Torci a boca e olhei para o Chris, mas acho que ele tinha a mesma opinião que eu.
— Eu prometo que vou aparecer mais. — Sorri. — Mas queremos construir algo nosso.
— Mesmo assim, vou continuar trabalhando com meu pai, agora mais do que nunca ele vai precisar de mim... Max está indo embora. — Chris falou com um pouco de tristeza na voz.
—Eu acho que seria bom unificarmos os grupos. Eu me sinto exausto e não confio no Johan para assumir a presidência.
Chris suspirou longamente e sorriu.
—Até que enfim o senhor percebeu que aquele sujeito não é certo da cabeça.
—Ele é competente mas, eu não posso colocar a minha empresa nas mãos de um homem que persegue uma mulher e pede pra ela bater nele. Acredite! Eu soube o que aconteceu no Grupo Delta e achei a cena patética!
— Todos nós... Max chamou sua atenção. — Chris olhou para Max que conversava com os pais de Ravenn. — Pelo menos o rapaz obedeceu.
— Deveria deixa-lo bem longe da presidência! — Falei entortando a boca, ninguém me faz gostar do Johan. Meu pai acaba rindo e seu olhar foi até gentil.
— Acho que o único que caiu no gosto foi do seu pai. Nem a moça do café gosta dele.
—Ele será transferido Bia! Vai trabalhar no Brasil com o seu tio João! Ele tem família lá e como disse é competente!
— Muito bem. Uma boa mão de obra não se pode dispensar, mas sim remanejar! — Disse Chris empolgado.
—Amém! Traste longe! — Levo as mãos para cima e todos riem. — Cara mala.
—Eu estou velho e cansado! Preciso de alguém para ficar no meu lugar!
O Sr. Dalton bateu palmas nos convidando para nos sentar novamente, a comida estava a mesa a nossa espera.
Todos nós nos sentamos e a festa foi completa, aos poucos nossas famílias foram se moldando aquela reunião e o que era um turbilhão, agora eram risos e tilintares de talheres Chris segurou minha mão com firmeza e me olhou sorrindo.
— Amo você e estou feliz pelo belo presente! Você será... Teremos uma pequena princesa para ensina-la a dançar e ser uma linda bailarina se assim ela quiser.
— Está profetizando o sexo do filho que ainda nem encomendamos, Christian? — Ri e ele colocou uma mecha do meu cabelo para trás.
— Não... Eu só estou sonhando um pouco. —Ele me beijou apaixonado.
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