Maxwell Dalton é o mais novo entre os 5 irmão, inteligente e galanteador aproveita a vida como ele acha que merece. Seu irmão Christian Dalton é seu braço direito na empresa, mas completamente diferente sobre o assunto AMOR. Max, como gosta de ser c...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Então este era o seu cantinho? — Chris olhou em volta assim que entramos no quarto, parando sua visão em minha pequena estante de livros. — Seria interessante se levássemos esses livros para o nosso apartamento!
— Com certeza vamos! São os meus preferidos. — Sorri e fui até o meu closet, peguei a caixa que continha a primeira sapatilha que eu usei. Tinha um valor sentimental e eu queria levá-la comigo. Sentei na cama e Chris sentou-se ao meu lado. Abri e lhe mostrei. — Foi com essa sapatilha que eu descobri o amor pela dança! Não quero que ela fique aqui, sabe?
— Vamos levar. — Ele pegou as sapatilhas nas mãos e analisou. — Podemos mandar banhar em ouro e fazer uma escultura, um bibelô para você olhar para elas sempre que quiser.
— Ficariam lindas, não é? — Meus olhos se prenderam aos dele. — Às vezes fico me perguntando se mereço mesmo você! — Alisei seu rosto sorrindo. — Obrigada por me fazer tão feliz e apoiar tanto.
— Sempre, Bia! Vou sempre estar te apoiando. — Devolveu às sapatilhas a caixa. —O que mais vai pegar?
— Nada mais me interessa muito, se sentir necessidade de algo eu venho pegar, a princípio quero apenas isso, e os livros, já que os mencionou. — Chris sorriu. Voltei ao closet e peguei uma caixa. Ele ajudou a empilhar os livros, fechamos a caixa juntos e sorrimos um para o outro.
Chris alisou meus cabelos carinhoso.
— O que achou da minha mãe?
— Uma pessoa que te ama muito... Um pouco perdida, mas eu gostei dela.
Franzi a testa e o olhei.
— Perdida? Por que diz isso? — Não via minha mãe desta maneira.
— Não sei te explicar... A impressão que tenho é que ela quer defender os argumentos de seu pai, mas não quer. Porque sabe que vai te perder.
— Eu nunca quis a colocar nessa posição, mas acho que sem querer fiz isso de muitas formas! A última vez que nos vimos, eu cobrei isso dela e me afastei! — Meu olhar se perdeu naquele dia e lembro do olhar triste que me dirigiu, eu dei as costas e fui embora. — Quando a ouvi tão desesperada hoje, percebi o que tinha feito, mas eu já tinha demorado Muito e a magoado e pressionado no processo, não é? — pedi a opinião de Chris.
— Não! Você fez aquilo que precisava fazer. A colocar diante do questionamento de quem é mais importante na vida dela. Filhos não são nossos, mas magoá-los é o que nos deixa assim... Perdidos. — Ele me puxou para um beijo.— Isso vai passar assim que nos casar... De novo! —Demos risadas. — Seu pai não vai poder mais controlar a sua vida... É você quem decide o que é melhor... E se eu fosse você, já começava a fazer a mudança de curso...
Meu coração deu um leve pulo no peito e sorri grata, eu já havia pensado nisso, mas fiquei atrasando as coisas, ainda alienada ao que meu pai pensa sobre isso. Mas como sempre...
— Você me faz pensar em meio as loucura dos meus pensamentos, me fazendo ver o que realmente quero e não o que esperam de mim! — Concluí os pensamentos em voz alta e abracei seu pescoço lhe dando um beijo. — Te amo!
—Também amo você! — Ele me beijou apaixonado.
— Huuum, esse beijo não vai dar certo tão perto de uma cama! — disse em seus lábios e rimos. Chris alisou minhas curvas ainda beijando meus lábios.
— E no que está pensando? Rolar nessa caminha de solteiro, com a sua mãe lá embaixo nos esperando para o café... —Dei outro selinho. — Melhor a gente descer... Em casa eu te dou um trato daqueles.
— Não sei se um trato será suficiente, talvez dois! — Rimos e Chris balançou a cabeça que sim com o sorriso safado que eu amo.
Descemos e minha mãe estava na sala, sorriu assim que chegamos e nos ofereceu para sentarmos a sua frente. Ela fazia tricô, lembro dela fazendo quando eu era pequena, ela até me ensinou algumas coisas. Mas não sabia que havia voltado.
— O que está fazendo ai, dona Poliana? — Ela riu.
— Passando o tempo, fazendo uns casacos para as crianças de um orfanato que tenho ido. Pobrezinha das crianças, me deu vontade de fazer algo por elas — Sorri e sentei ao seu lado beijando-a.
— Isso é lindo, mãe! Deixe-me ver se ainda lembro como faz isso! — Seus olhos brilharam e eu pisquei para ela.
— E seu pai está viajando tem três dias. Estou uma pilha de nervos, isso me acalma bastante! — Franzi o cenho.
— Por quê? — Minha mãe me olhou como quem pensasse e fez uma gesto com a mão como se não tivesse importância.
— Nada demais, querida! Mas me digam, quando pretendem marcar esse noivado? — Olhei para Chris levantando as sobrancelhas. Não faço idéia, para mim tanto faz já que estamos casados.
— Podemos marcar para daqui a duas ou três semanas.— Chris respondeu com tranquilidade.
— Oh, perfeito — Mamãe se animou ao meu lado e eu ri tentando reaprender o tricô. — depois me passe o número da sua mãe, vamos combinar tudo, será um grande evento. — A olhei de rabo de olho.
— Não é uma festa, mãe, só um jantar entre nós! — Ela riu.
— Você é minha única filha, vai ser do meu jeito, quero tudo perfeito. — balancei a cabeça. Não Adianta falar.
— Então darei o telefone de minha mãe para a Senhora. Ela quer que seja em sua casa... Vão gostar, será muito bom! — Ele me olhou, entendi que é porque os pais de Ravenn serão mais bem recebidos.
— Ah, claro, vamos fazer lá, então! — Minha mãe riu e me apontou um erro. Acabei me divertindo ao reaprender o tricô e no fim consegui começar o tal casaco.
Um pouco depois, minha mãe disse que meu pai havia chegado em Nova York e como não queria cruzar com ele, Chris pegou a caixa com os livros e a sapatilha e nos despedimos de todos, saindo felizes de mãos dadas.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.