38 - Lua de Mel

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Vincenzo Cassano

Enquanto o jato iniciava a decolagem, eu sirvo uma taça de champagne sem álcool para nós dois

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Enquanto o jato iniciava a decolagem, eu sirvo uma taça de champagne sem álcool para nós dois. Mandei providenciar algumas bebidas sem álcool para que Cha-young pudesse beber comigo.

Brindamos nosso casamento e nossa vida juntos, quando me lembro de algo que ela disse a Luca antes de sairmos.

Vincenzo: Cha-young, preciso falar com você sobre algo que disse a Luca mais cedo. - ela coloca a taça em cima da mesa e se vira para me encarar. - Sobre a formalidade dele com você, a chamando de Sra. Cassano. Eu sei que você não gosta muito dessas formalidades com aqueles próximos a você, mas sendo a esposa de um Capo isso será muito recorrente, e até inevitável eu diria.

Cha-young: Eu sei disso, mas precisa ser sempre? Eu entendo que, na frente das pessoas isso seja inevitável, mas estávamos somente nós ali.

Vincenzo: Na verdade não, tinham os outros funcionários, por isso ele te tratou tão formalmente, mia Dea.

Cha-young: Tudo bem, posso lidar com isso. - ela diz sorrindo e eu beijo sua mão.

Vincenzo: Isso me lembra de algumas coisas que vamos precisar fazer quando voltarmos.

Cha-young: E o que seria, amore mio?

Vincenzo: Lembra quando falamos sobre seu nome italiano, que eu disse a você que seria uma forma de apresentá-la a sociedade da máfia? - ela assente concordando. - Então, como agora somos marido e mulher, será necessário que eu a apresente para as demais famílias.

Cha-young: Certo, quanto a isso não acho que estou surpresa. Mas, porque essa formalidade de apresentar a esposa? Já somos casados, isso não é o suficiente? - ela diz me mostrando sua aliança.

Eu sorrio para ela, e a coloco em meu colo, em seguida seguro sua mão esquerda e a beijo. Ela sorri.

Vincenzo: Para mim, só o fato de você me amar, já basta. - eu suspiro com o que estou prestes a dizer. - Mas é uma espécie de tradição ridícula e machista da máfia, eu preciso apresentá-la para que todos saibam que é minha esposa e você tenha o respeito das demais famílias, entende?

Cha-young: Hum, eu acho que entendi. Quase como estivesse dizendo a todos "esse carro é meu, ninguém mais deve dirigi-lo.", estou certa?

Vincenzo: Infelizmente está, meu amor. Mas, isso pode ter uma parte boa também. - ela me olha intrigada. - Porém essa parte depende de você.

Cha-young: Você me deixou curiosa Sr. Cassano. - ela diz sorrindo.

Vincenzo: Bom, essa apresentação pode ser também para promover alguém. - ela me olha ainda confusa. - Lembra que uma vez você estava pensando sobre seu trabalho aqui, e o que faria depois dos bebês nascerem?

Vincenzo - 2° TemporadaOnde histórias criam vida. Descubra agora