Capítulo 59

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Grayson

Observo Luna - encostado no batente da porta - arrastar um banquinho para poder se olhar no espelho do banheiro.

Encaro ela pelo espelho, especificamente as marcas que deixei em sua pele branca.

Tão linda e tão minha.

O nosso fim de tarde e nossa madrugada foi como estar no o paraíso sem estar no céu. Finalmente tive seu corpo ao meu e oficialmente a reivindiquei como minha.

- Anjinho, parece que eu sofri um acidente. - Fala incrédula passando o olho pelo seu corpo.

- Nem foram tantas marcas assim.

Realmente não foram tantas marcas, não quanto eu gostaria. Mas ao menos deixei chupões em seu pescoço, deixei o bico de seus seios avermelhados, marcas em suas coxas, sua bunda levemente marcada por minha mão e sua boceta bem vermelha.

Ao me aproximar dela, vislumbres do que fizemos voltam a minha cabeça e não preciso olhar para baixo para saber o quão duro estou novamente.

- Você também deixou suas marcas em mim, se lembra? - Me refiro aos arranhões em meu abdômen e as marcas de unha em meu braço.

Um sorriso malicioso está presente em minha boca e as bochechas de Luna queimam de vergonha. É engraçado de ver, pois não é como se ambos estivéssemos nus para ir tomar banho e meu membro estivesse em cima de sua bunda.

- Não estou reclamando é claro. - A abraço e tenho certeza que ela pode sentir meu membro.

- Anjinho, você tá assim de novo?

Mesmo depois de três rodadas longas de sexo, Luna não entendeu que ela respirar ao meu lado é o suficiente para meu pau reconhecer e implorar por sua dona.

- Não tenho culpa se tem uma beldade na minha frente.

Direciono minha boca para seu pescoço para deixar beijos, mas Luna já percebeu minhas intenções com os beijos e se afasta.

- Sem beijinhos agora, a gente tem que tomar banho, lembra?

Puxa minha mão para eu acompanhá-la até o chuveiro, eu fico uns passos atrás apenas para aproveitar a linda visão de sua bunda se movendo conforme seus passos.

Também não posso deixar de reparar no meu anel e no anel que coloquei em seu dedo. Uma forma simples e comum de dizer que pertencemos um ao outro. Honestamente, eu não poderia ser mais sortudo.

A água morna cai sobre nós e é a primeira em anos que tomo um banho sem for o gelado.

Despejo o sabonete líquido na minha mão e o espalho na pele de Luna. Fazendo uma masssgem, eu começo pelos ombros. O relaxamento dela é instantâneo, ouço até um suspiro sair. Vou descendo minhas mãos até a cintura, depois voltando para massagear seus seios. Minha boca saliva em pensar que eles carregam o meu leite, mas salivo ainda mais ao pensar nos sucos que a boceta de Luna pode me dar.

- Sabe no que eu tava pensando?

- Em que?

- Eu queria fazer algum curso pra desenho. - Seus olhos se fecham ao aproveitar a massagem. - Eu sei desenhar, mas queria aprender as técnicas, aí meus desenhos ficariam melhores.

Olhos AzuisOnde histórias criam vida. Descubra agora