"Após escândalo envolvendo um caso de traição de William, Princesa Kate Middleton reaparece nas ruas de Londres para cumprir sua agenda, ainda cheia, de compromissos reais.
Grávida de 6 meses (empregados afirmam que são 7 meses), Catherine, mas conhecida como Kate Middleton, foi vista hoje saindo de uma casa de repouso no coração de Londres, Inglaterra, mostrando sua saliente barriga e um imenso sorriso.
Ainda não se sabe ao certo quem seria o pai da criança, mas a própria Princesa de Gales afirma ser William, pai de seus outros 3 filhos, com exceção de Christine Waller, filha adotiva do casal.
Kate, com seu bom humor e carisma, não se importou ao deixar uma criança ultrapassar a barreira de segurança, apenas para lhe entregar um lindo buquê de flores (tradição de anos) e tocar em sua barriga, uma enorme quebra de protocolos.
Sua filha mais velha, a Princesa Christine, após assumir seu cargo como Princesa da França , deixou a cidade de Londres. Não sendo mais vista desde então..."
Londres, manhã de outono
A brisa cortante carregava o aroma das folhas secas quando o carro oficial parou diante da Rosewood House, uma charmosa casa de repouso londrina. A cidade pulsava calma, quase reverente, como se soubesse que aquele dia teria algo especial.
Kate Middleton desceu do carro com um sorriso calmo e acolhedor, o mesmo que tantas vezes encantou o público. Vestia um sobretudo marrom elegante sobre um suéter de gola alta preta, e seus longos cabelos castanhos caiam soltos, com ondas suaves que emolduravam seu rosto sereno. Os brincos dourados reluziam discretamente, destacando a simplicidade refinada que sempre foi sua marca.
Grávida, Kate caminhava com passos firmes e delicados, uma das mãos repousando ocasionalmente sobre o ventre, como se protegesse o milagre silencioso que ali crescia. Os funcionários da casa a receberam com entusiasmo, e os residentes logo se encantaram com sua presença calorosa.
Ela conversava com cada um como se tivesse todo o tempo do mundo. Apertava mãos enrugadas, escutava histórias da juventude, e ria com sinceridade — não como alguém que cumpre um protocolo, mas como uma mulher que, mesmo dentro de um papel público, carrega no coração um profundo senso de empatia.
— Sua presença é como um raio de sol neste lugar, alteza — disse uma senhora de cabelos brancos chamada Margaret, emocionada.
— E o bebê deve ser tão iluminado quanto você.
Kate se abaixou levemente, olhando nos olhos da mulher.
— Ele já sente esse carinho. E um dia, espero que ele tenha a mesma ternura no olhar que a senhora tem agora.
Quando chegou a hora de partir, Kate lançou um último olhar ao interior da casa. A brisa agitou levemente seus cabelos, e ela sorriu, como quem agradece em silêncio por mais do que recebeu.
Londres seguia seu ritmo, mas ali, entre idosos e memórias, algo atemporal havia acontecido. E no ventre daquela mulher que sorri com a alma, crescia não apenas uma criança — mas a esperança de um futuro guiado pela humanidade.
Kate caminhava pelos corredores da casa de repouso com uma leveza que contrastava com o silêncio respeitoso que a envolvia. Cada passo parecia acompanhado por uma aura cálida, e até os quadros antigos nas paredes pareciam observá-la com admiração. O aroma de chá de camomila e lavanda preenchia o ar, e ao fundo, uma melodia suave ao piano tocava — era o senhor Alfred, de noventa e um anos, cego desde os cinquenta, mas com as mãos ainda guiadas pelo coração.
Encantada, Kate se aproximou do pequeno salão onde o som ecoava. O homem, franzino, de terno alinhado e barba branca, não percebeu sua aproximação. Tocava "Clair de Lune", de Debussy, com uma delicadeza quase celestial.
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SMILE - Vol. 2
Random*Vol. 2 de A Vendedora de Livros* O sorriso nos lábios da Princesa de Gales, Kate Middleton, exaltava a liberdade de ser uma mulher comum acima da Coroa Britânica, e só existiu graças a uma adolescente de 15 anos, que mudou sua vida em 360 graus. So...
