Capítulo 65

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*** Tcharannnnnn..... olha quem apareceu aqui hj ;)

Estamos na reta final e acho que semana que vem será a última de encontros entre, Helo/ Peter/ Escritora/ Leitores. (ahhhhhhh..... que peninha)

Tinha gente roendo os dedos pra saber o que vai acontecer... entãããããoooo segue o capitulo.

Boa leitura... ***


Bip Bip Bip

Minha cabeça estava rodando e toda vez que eu tentava abrir os olhos a tontura me atingia.

Bip Bip Bip

Ouvi alguém falando do meu lado mas o sono me dominou de novo e não pude saber quem era.

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Bip Bip Bip

Esse barulhinho irritante estava soando nos meus ouvidos e eu pensei que fosse o despertador.

Mas despertar para o que?

De repente flashs começaram a pipocar na minha mente.

A festa. Peter estava lindo. As fantasias. Os convidados. Peter estava lindo. As musicas. Eu já disse que Peter estava lindo?

Theodoro.... A briga... e... mais nada. Branco total.

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Bip Bip Bip

Forcei meus olhos a abrirem e uma luz forte invadiu meus globos fazendo minha cabeça latejar.

Um peso se fazia presente em cima da minha mão esquerda. Parecia que eu estava ... amarrada?

Bip Bip Bip

Meu corpo começou a despertar também e com isso pude perceber que eu estava bem, nada dolorido além da minha cabeça, mas por que diabos eu estaria amarrada?

Bip Bip Bip

Mas que inferno! Por que esse som está tocando ainda?

Aos poucos meus olhos entraram em foco e percebi que o peso na minha mão era Gabriel a segurando.

Mas por que ele está no meu quarto?

Forcei minha mente a se lembrar.

Eu desmaiei. – pensei - De novo!

Olhei em volta e tudo que vi foi branco. Branco em toda parte, as paredes eram brancas, as janelas brancas, as cadeiras brancas, a cama e... o aparelho ao meu lado.

Num suspiro alto eu deduzi que estava no hospital.

Ah meu Deus! Estou no hospital?

Puxei minha mão delicadamente debaixo de Gabriel, que dormia profundamente, mas acordou com meu movimento.

- Helo? – ele me chamou de forma carinhosa e sonolenta ao mesmo tempo. – Oi maninha. Como se sente?

Olhei mais uma vez em volta e não vi Peter.

- Como se uma escola de samba inteira estivesse socando a bateria na minha cabeça. – disse segurando as laterais como se fosse cair a qualquer momento.

Meu irmão riu baixinho.

- Eu imagino. Deve ser os remédios que deram para você acordar.

- O que aconteceu, Biel? – perguntei de forma lenta, pois minha boca estava seca. – Estou morrendo de sede.

Preço de um recomeço #Wattys2016Histórias para pegar e não largar. Descubra agora