*** Oooooo Abre Alas, que eu quero passar.... Oooo Abre Alas, que eu quero passar....
E ai meu povo e minha pova?! kkkk
Segunda de Carnaval também é dia de postar.... e eu tenho uma novidade... Fui convidada pela Amazon a postar meu livro com eles.... ou seja.... não vou poder mais postar por aqui... (ahhhhhh)...
MENTIRAAAAAA kkkkkk..... nunca vou abandonar vcs ;)
Se eu for mesmo publicar o livro depois de pronto eu invento algo novo para deixar em exclusividade com eles....
Só tenho que agradecer a vocês....
Chegaaaaa.... vamos ao capitulo*****
Não sei o que dizer sobre Nathan. Essa é a verdade.
Eu esperava encontrar um rapaz bonito, porém maltratado pelos efeitos das drogas, corpo definhando, com cabelos rebeldes, olheiras capazes de se confundir com bolachas de chocolate e talvez um sorriso amarelado.
Não, não foi isso que nos apareceu naquele momento.
Nathan era realmente bonito, sarado com corpo definido, cabelos negros iguais ao da mãe e olhos claros assim como do pai e dono de um sorriso preguiçoso mas muito bonito.
Quem olhava pra ele, comprava a ideia de que jamais teria se envolvido com coisa errada.
Nathan parou em frente a mesa, notando estranhos e logo plantou um sorriso maior no rosto.
- Bom dia família. – disse sem cerimonia e sentou-se ao lado de Gabriel.
Todos respondemos com um sonoro "boa tarde" e ele revirou os olhos.
- Bom ver você irmão. – levantou para bater nos ombros de Peter. – Trouxe amigos dessa vez? Fico muito feliz. – disse todo galante, olhando pra mim, o que me fez corar.
- Bom estar em casa mano. – Peter respondeu no mesmo tom usual. E percebendo os olhares pouco discretos de seu irmão tratou de se adiantar. – Eu trouxe minha namorada Heloisa e seu irmão Gabriel.
Nathan arregalou os olhos, assim como Rebecca, Leonard e Kathy sorriram para o termo possessivo, usado por Peter.
- Hum, entendi. – virou para meu irmão e bateu em seu ombro. – Sejam bem vindos, então.
Agradecemos ao mesmo tempo e como passe de mágica tudo na mesa voltou ao normal. A conversa fluía naturalmente e eu flutuava pois Peter, enfim, assumiu para família toda, que éramos namorados.
Depois que nos entupimos de comida e de uma deliciosa sobremesa feita por Rebecca, os homens pegaram um cálice de licor de alguma coisa e foram para o deck em frente ao mar e eu fui ajudar as mulheres a limpar a cozinha e lavar a louça.
Parecia que estávamos nos encaixando muito bem naquela família. Me acostumaria muito fácil com isso tudo.
- Seu irmão é um amor Helo. – Rebecca disse, e eu percebi que Kathy soltou um risinho nervoso. – Assim como você é.
Sorri para a bela mulher que se movia feito um raio na cozinha, fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Muito obrigada. – eu estava sentada na banqueta, pois as duas não me deixaram chegar perto da pia. Apenas ajudei na retirada da mesa. – Meus pais nos criaram bem, eu acho. Nossa família é muito tradicional, sem excessos de amor, mas de uma educação muito boa. Eu tenho muito a agradecer aos meus pais por isso.
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Preço de um recomeço #Wattys2016
RomanceHeloísa Sanches é uma mulher de 30 anos que se vê sem chão após uma grande decepção em seu casamento com Ricardo. Logo após a separação ela decide que vai tomar outros rumos na sua vida. Desiste de seu emprego, de sua vida no Brasil e decide se aven...
