Capítulo 45

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***  Oooooo Abre Alas, que eu quero passar.... Oooo Abre Alas, que eu quero passar....

E ai meu povo e minha pova?! kkkk 

Segunda de Carnaval também é dia de postar.... e eu tenho uma novidade... Fui convidada pela Amazon a postar meu livro com eles.... ou seja.... não vou poder mais postar por aqui... (ahhhhhh)...


MENTIRAAAAAA kkkkkk..... nunca vou abandonar vcs ;)

Se eu for mesmo publicar o livro depois de pronto eu invento algo novo para deixar em exclusividade com eles....

Só tenho que agradecer a vocês....

Chegaaaaa.... vamos ao capitulo*****



Não sei o que dizer sobre Nathan. Essa é a verdade.

Eu esperava encontrar um rapaz bonito, porém maltratado pelos efeitos das drogas, corpo definhando, com cabelos rebeldes, olheiras capazes de se confundir com bolachas de chocolate e talvez um sorriso amarelado.

Não, não foi isso que nos apareceu naquele momento.

Nathan era realmente bonito, sarado com corpo definido, cabelos negros iguais ao da mãe e olhos claros assim como do pai e dono de um sorriso preguiçoso mas muito bonito.

Quem olhava pra ele, comprava a ideia de que jamais teria se envolvido com coisa errada.

Nathan parou em frente a mesa, notando estranhos e logo plantou um sorriso maior no rosto.

- Bom dia família. – disse sem cerimonia e sentou-se ao lado de Gabriel.

Todos respondemos com um sonoro "boa tarde" e ele revirou os olhos.

- Bom ver você irmão. – levantou para bater nos ombros de Peter. – Trouxe amigos dessa vez? Fico muito feliz. – disse todo galante, olhando pra mim, o que me fez corar.

- Bom estar em casa mano. – Peter respondeu no mesmo tom usual. E percebendo os olhares pouco discretos de seu irmão tratou de se adiantar. – Eu trouxe minha namorada Heloisa e seu irmão Gabriel.

Nathan arregalou os olhos, assim como Rebecca, Leonard e Kathy sorriram para o termo possessivo, usado por Peter.

- Hum, entendi. – virou para meu irmão e bateu em seu ombro. – Sejam bem vindos, então.

Agradecemos ao mesmo tempo e como passe de mágica tudo na mesa voltou ao normal. A conversa fluía naturalmente e eu flutuava pois Peter, enfim, assumiu para família toda, que éramos namorados.

Depois que nos entupimos de comida e de uma deliciosa sobremesa feita por Rebecca, os homens pegaram um cálice de licor de alguma coisa e foram para o deck em frente ao mar e eu fui ajudar as mulheres a limpar a cozinha e lavar a louça.

Parecia que estávamos nos encaixando muito bem naquela família. Me acostumaria muito fácil com isso tudo.

- Seu irmão é um amor Helo. – Rebecca disse, e eu percebi que Kathy soltou um risinho nervoso. – Assim como você é.

Sorri para a bela mulher que se movia feito um raio na cozinha, fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

- Muito obrigada. – eu estava sentada na banqueta, pois as duas não me deixaram chegar perto da pia. Apenas ajudei na retirada da mesa. – Meus pais nos criaram bem, eu acho. Nossa família é muito tradicional, sem excessos de amor, mas de uma educação muito boa. Eu tenho muito a agradecer aos meus pais por isso.

Preço de um recomeço #Wattys2016Histórias para pegar e não largar. Descubra agora